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Ann Kath

Como convencer alguém a mudar de hábitos sem ser chato

11 de outubro de 2017 Ann Kath
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SÃO PAULO – Vivemos a geração mais saudável da história? Não sei, talvez. É certeza que vivemos a geração mais consciente, se na época da sua avó as pessoas fumavam por status e sem saber do real perigo que o cigarro trazia, hoje as centenas de campanhas não nos deixam esquecer dos reais perigos e consequências de uma vida simpática com o cigarro. Mas algumas pessoas ignoram tudo isso e por opção tem uma vida menos saudável.

Mas por que resolvi escrever sobre isso? Conheci uma amiga que fumava muito, ela indagou se aquilo me incomodava, eu decidi não ser incisiva com ela. Eu disse apenas que tinha alergia a fumaça do cigarro mas que respeitava o fato de ela fumar. Percebi que quando encontrávamos  ela evitava fumar e então aos poucos, foi deixando o cigarro de forma sútil.

A gente sabe como é difícil mudar costumes. Parar de fumar, comer menos carne, passar a se preocupar mais com o meio ambiente, fazer exercícios físicos, tudo isso dá trabalho. Mas nossos comportamentos podem mudar. E comportamentos coletivos também.

Até pouco tempo atrás, era impossível passar um tempo em um bar ou casa noturna sem sair cheirando a cigarro. As pessoas fumavam em lugares fechados e mal dava para imaginar um lugar público sem essa fumaça. Hoje, todo mundo parece ter se adaptado muito bem às novas regras. Outro exemplo é o uso do cinto de segurança: já foi um incômodo, mas é uma prática padrão hoje.

“Uma questão que nos interessa do ponto de vista psicológico é como as mudanças sociais ocorrem. O que leva as pessoas a revogarem um status quo?”, diz Gregg Sparkman, aluno de doutorado em psicologia da Universidade de Stanford e um dos autores do estudo. Ele diz que, embora as mudanças de comportamento geralmente ocorram de forma lenta, elas acontecem – e talvez mais frequentemente do que pensamos.

Para descobrir quais fatores influenciam as pessoas a mudarem, Sparkman e o professor Greg Walton realizaram quatro experimentos relacionados ao consumo de carne. Eles escolheram esse hábito por ser descrito por Sparkman como “bem enraizado, altamente visível e algo que você faz todos os dias na presença de outros”.

 

Sutileza é fundamental

Um aspecto importante desses estudos, dizem os pesquisadores, é que os participantes nunca foram convidados a mudar seu comportamento, ou sequer ouviram os benefícios de fazer isso. “Nós não pedimos às pessoas que não comessem carne ou comessem menos carne”, diz Walton. “Eles apenas receberam informações sobre mudanças”.

Os autores também fizeram um experimento envolvendo o desperdício de água durante a recente seca da Califórnia. Para isso, colocaram anúncios em lavanderias universitárias com duas mensagens diferentes. A versão estática dizia algo como “A maioria dos residentes da Universidade Stanford economiza água”, enquanto a outra mensagem, dinâmica, dizia “Os residentes de Stanford estão mudando: agora a maioria economiza água”. Resultado: 30% dos estudantes que viram a mensagem dinâmica passou a usar menos água durante a lavagem de roupa (colocando mais roupas na máquina de uma só vez), quanto apenas 10% dos que viram a mensagem estática haviam feito o mesmo. Não houve mudanças entre pessoas que não viram anúncio nenhum.

Agora, os autores querem entender se é possível aplicar esse método a outras iniciativas de sustentabilidade, como reduzir o uso de eletricidade. “As mensagens dinâmicas podem desempenhar um papel importante na mudança social”, diz Sparkman. “Saber que outras pessoas estão mudando já pode instigar todos esses processos psicológicos que motivam mudanças”.

O estudo foi publicado no periódico Psychological Science.

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Assuntos comportamento, mudança, saúde
administrador 11 de outubro de 2017
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