
Da Redação
MANAUS – Em nota pública, o Comitê do Amazonas de Combate à Corrupção e ao Caixa Dois Eleitoral pediu rapidez nas investigações e a responsabilização com a devida punição dos envolvidos no caso que envolve a compra superfaturada de respiradores, por R$ 2,97 milhões, e o mal uso de recursos da saúde pública no Amazonas.
De acordo com o documento, diante da gravidade apontada nas investigações realizadas até então pela Polícia Federal, com a deflagração da Operação Sangria, “a sociedade amazonense necessita de respostas, com urgência, a fim de dar um basta aos abusos administrativos e possíveis crimes praticados por agentes públicos, onde são citados o governador Wilson Lima e o vice, Carlos Almeida, bem como profissionais do primeiro escalão do governo”, diz trecho da nota.
No último dia 30 de junho o MPF (Ministério Público Federal) e a Polícia Federal cumpriram mandados de prisão temporária contra oito pessoas, além de buscas e apreensões em 14 endereços de pessoas ligadas ao governador do Amazonas Wilson Lima (PSC). Segundo o MPF, foram identificadas compras superfaturadas de respiradores, direcionamento na contratação de empresa, lavagem de dinheiro e montagem de processos para encobrir os crimes praticados.
Considerando que as denúncias apontam que as ilegalidades foram cometidas no período da pandemia de Covid-19 no Estado, o Comitê pede a punição dos envolvidos e o imediato ressarcimento dos valores subtraídos aos cofres públicos.
Veja a nota completa:
