O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Política

Comissão de Ética adia de novo julgamento de ex-ministro no caso dos pastores do MEC

28 de janeiro de 2025 Política
Compartilhar
Milton Ribeiro é próximo da mulher e do filho do presidente Jair Bolsonaro (Foto: Valter Campanato/ABr)
Milton Ribeiro será julgado na Comissão de Ética no caso dos pastores do MEC (Foto: Valter Campanato/ABr)
Por Caio Spechoto, do Estadão Conteúdo

BRASÍLIA – A Comissão de Ética Pública da Presidência da República adiou o novo julgamento do ex-ministro da Educação Milton Ribeiro, do governo de Jair Bolsonaro, no caso dos pastores que atuavam na pasta, revelado pelo Estadão.

O processo estava na pauta da reunião do colegiado realizada nesta segunda-feira (27), mas foi retirado da lista de julgamentos do dia. A informação consta, sem o nome do ministro, da nota pública divulgada nesta terça-feira (28) pela Comissão de Ética.

Segundo apurou o Estadão/Broadcast Político, o adiamento foi um pedido do advogado do ex-ministro, que está fora do país. A tendência é que o julgamento seja realizado na próxima reunião do colegiado, marcada para 24 de fevereiro. A defesa de Milton Ribeiro é comandada pelo advogado Daniel Bialski.

Em outubro do ano passado, o colegiado havia aplicado uma censura ética em Ribeiro. Trata-se de uma punição simbólica que fica como uma espécie de mancha no currículo de quem a recebe. Não é uma sanção tão concreta quanto uma multa, por exemplo. Na última reunião do ano, porém, a Comissão de Ética decidiu anular a pena e promover um novo julgamento depois de a defesa do ex-ministro argumentar que não teria havido condições apropriadas para defender o acusado.

O caso que ficou conhecido como “gabinete paralelo” do MEC, revelado pelo Estadão em 2022, consistia na influência exercida na pasta por dois pastores, Gilmar Silva dos Santos e Arilton Moura, sem vínculo com o ministério. As reportagens da época mostraram que eles facilitavam o acesso de pessoas ao ministro. Uma gravação vazada naquele período registrava Milton Ribeiro dizendo que daria preferência a atender “a todos os que são amigos do pastor Gilmar” – e que isso teria sido um pedido do então presidente, Jair Bolsonaro.

O episódio também incluiu, por exemplo, um prefeito acusando um dos pastores de ter pedido pagamentos em ouro para liberar recursos para creches no ministério. A Comissão de Ética, porém, foca na declaração gravada do então ministro. O relator do processo no colegiado foi Manoel Caetano, que preside a comissão.

No voto em que recomendou a censura ética, ele afirmou que a declaração “colocou em dúvida a integridade e a clareza de posições da administração pública, em claro desvio de caráter ético-jurídico, bem como revelou o descumprimento do compromisso moral e dos padrões qualitativos estabelecidos para a conduta da alta administração”.

A defesa de Milton Ribeiro negou irregularidades tanto na época em que o caso foi divulgado quanto no processo da Comissão de Ética. Argumentou que a distribuição de recursos para municípios era realizada pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) e que não poderia interferir nos critérios de repasse.

Também disse que o áudio não menciona nenhuma contrapartida para o envio de recursos e que as notícias que embasavam a representação eram inverídicas. Milton Ribeiro deixou o Ministério da Educação por causa do escândalo. Depois, ainda em 2022, ele chegou a ser preso durante a investigação da Polícia Federal sobre o caso.

Notícias relacionadas

PT aprova candidatura de Marcelo Ramos ao Senado e apoio a Omar

Fundo de advogado e aliado de Eduardo Bolsonaro comprou casa em cidade em que ele vive nos EUA

Lula e Flávio empatam em 45% cada em eventual 2º turno, diz Datafolha

Datafolha: diferença da rejeição de Lula para Flávio é de quatro pontos

Campanha de Flávio pede ao STF apuração sobre vazamento de conversas com Vorcaro

Assuntos Comissão de ética, MEC, Milton Ribeiro, pastores
Cleber Oliveira 28 de janeiro de 2025
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

O prazo coA renegociação está disponível para estudantes que firmaram contratos até 2017 (Foto: Marcello Casal Jr/ABr)
Dia a Dia

Dívidas do Fies somam R$ 1 bilhão no AM; renegociação é pelo Desenrola

13 de maio de 2026
O prazo coA renegociação está disponível para estudantes que firmaram contratos até 2017 (Foto: Marcello Casal Jr/ABr)
Serviços

Pré-selecionados no Fies tem até segunda-feira (11) para validar informações

8 de maio de 2026
Dia a Dia

Governo lança cadastro para ampliar EJA e reduzir analfabetismo

8 de abril de 2026
Estante com livros: projeto de lei institui imposto zero (Foto: Beto Monteiro/Secom UnB)
Dia a Dia

MEC Livros disponibiliza 8 mil obras gratuitas para leitura

6 de abril de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?