O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Política

Comissão convida Ministro Raul Jungmann para explicar fala de general

21 de setembro de 2017 Política
Compartilhar
(Foto: ABr/Agência Brasil)
Raul Jungmann prestará depoimento à Comissão de Direito Humanos do Senado (Foto: ABr/Agência Brasil)

Do Estadão Conteúdo

BRASÍLIA – A Comissão de Direitos Humanos do Senado aprovou nesta quarta-feira, 20, um convite ao ministro da Defesa, Raul Jungmann, para prestar esclarecimentos sobre as declarações do secretário de Economia e Finanças do Exército, general Antônio Hamilton Mourão, sobre uma suposta intervenção militar no País.

Em palestra na semana passada, que foi filmada e realizada na Loja Maçônica Grande Oriente, em Brasília, Mourão afirmou que os “companheiros do alto-comando do Exército” entendem que uma “intervenção militar” poderá ser adotada se o Judiciário “não solucionar o problema político”.

A convocação do ministro foi requisitada pelo senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), mas transformada em convite na reunião do colegiado na manhã desta quarta-feira. A transformação da convocação em convite foi uma sugestão do senador Sérgio Petecão (PSD-AC). “Conheço Jungmann já há muito tempo e tenho certeza que ele virá”, disse o senador Paulo Paim (PT-RS), vice-presidente da comissão.

Sem punição

Na terça-feira, em entrevista ao jornalista Pedro Bial, da TV Globo, o comandante do Exército brasileiro, general Eduardo Villas Bôas, minimizou as declarações de Mourão e disse que ele não será punido, sob argumento de que é necessário contextualizar a fala dele, que se deu em um ambiente fechado, após ter sido provocado. “Ele (Mourão) não fala pelo alto-comando, quem fala pelo alto-comando e pelo Exército sou eu”, afirmou Villas Bôas.

No pedido, Randolfe critica a “absurda e inquietante omissão do governo, em relação a essa afronta direta à Constituição e à democracia”. “De fato, não ouve notícia, até o presente momento, de quaisquer reações do ministro da Defesa e do presidente da República, no que tange a essa grave ameaça às instituições democráticas brasileiras”, diz o senador.

Em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo publicada na segunda-feira, Mourão afirmou que não estava “insuflando nada” ou “pregando intervenção militar” e que a interpretação das palavras dele “é livre”. Ele afirmou ainda que na palestra falava no próprio nome, não no do Exército. Oficiais-generais ouvidos pelo Estado haviam criticado a fala de Mourão, considerada ‘desnecessária’.

Na entrevista a Bial, Villas Bôas disse que “ditadura nunca é melhor” e que é preciso entender que o regime militar (1964-1985) ocorreu em um momento com Guerra Fria e polarização ideológica. Hoje, segundo ele, o País tem instituições amadurecidas e um sistema de peso e contrapeso que dispensa a sociedade de ser tutelada.

Ainda sobre Mourão, Villas Bôas disse que ele é “um grande soldado, uma figura fantástica, um gauchão.”

Meta de general

O general do Exército Antonio Hamilton Martins Mourão, que na sexta-feira passada, dia 15, defendeu uma intervenção militar diante da crise enfrentada pelo Brasil, será candidato à presidência do Clube Militar em 2018. Em palestra em uma entidade da maçonaria, o militar falou por três vezes na possibilidade de os militares intervirem na política, diante dos repetidos casos de corrupção no País. Nesta quarta-feira, 20, o Clube Militar confirmou a candidatura de Mourão, com apoio do atual presidente, general Gilberto Rodrigues Pimentel.

“Ou as instituições solucionam o problema político, pela ação do Judiciário, retirando da vida pública esses elementos envolvidos em todos os ilícitos, ou então nos teremos que impor isso”, afirmou Mourão, na palestra, divulgada na internet.

Pimentel confirmou, por meio de assessores, o apoio a Mourão, mas não quis dar entrevista à reportagem. Segundo a assessoria do Clube, “Mourão é um sócio antigo e conta com muito prestígio”. Por enquanto, ele é o único candidato.

As eleições serão em 30 de maio de 2018. O registro das chapas pode ser feito de 15 de janeiro a 28 de fevereiro.

Já Mourão confirmou ao Estado que será candidato a presidente do Clube Militar, mas avisou, no entanto, que não tem “nenhuma pretensão política”. Apesar de a preparação para a campanha já ter começado, a discussão oficial só ocorrerá depois que Mourão deixar o serviço ativo, em 31 de março.

Assista ao vídeo da palestra do General Antônio Mourão:

Notícias relacionadas

‘Mulheres sentem o peso do vício’, diz Janja ao defender o fim das bets

Ação para anular rejeição do advogado-geral da União ao STF é arquivada

Relator do projeto da CBS, Braga diz não concordar com alíquota de 11,3%

Defesa de Flávio pede a Moraes revogação da suspensão de passaportes

Relator de ações sobre as bets no STF defende que apostas online sejam banidas

Assuntos Exército, Jungmann, STF
Redação 21 de setembro de 2017
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Janja foi convidada para desfilar no carnaval do Rio (Foto: José Cruz/ABr)
Dia a Dia

‘Mulheres sentem o peso do vício’, diz Janja ao defender o fim das bets

3 de novembro de 2026
Jorge Messias é sabatinado no Senado que decidirá sobre indicação ao STF (Imagem: TV Senado/Reprodução)
Política

Ação para anular rejeição do advogado-geral da União ao STF é arquivada

3 de novembro de 2026
Flávio Bolsonaro justificou pedido de dinheiro a Vorcaro em vídeo no Instagram (Imagem: Instagram/Reprodução)
Política

Defesa de Flávio pede a Moraes revogação da suspensão de passaportes

3 de novembro de 2026
Luiz Fux fez duro discurso contra falas de Jair Bolsonaro (Foto: Fellipe Sampaio/SCO STF)
Política

Relator de ações sobre as bets no STF defende que apostas online sejam banidas

3 de novembro de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?