O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Política

Com protesto e gritos de ‘Bolsonaro’, votação do Escola Sem Partido é adiada

31 de outubro de 2018 Política
Compartilhar
escola-sem-partido (Foto: Valter Campanato/ABr)
A tensão entre manifestantes contrários e favoráveis ao projeto do Escola Sem Partido marcou a sessão agendada na Câmara (Foto: Valter Campanato/ABr)

Por Angela Boldrini/ Da Folhapress

BRASÍLIA, DF – “O Lula tá preso, babaca”, grita uma mulher empunhando uma bandeira do Brasil. “Chama o exorcista, chama o exorcista”, rebate um coro que segura cartazes com o logo da CUT (Central Única dos Trabalhadores). A tensão entre manifestantes contrários e favoráveis ao projeto do Escola Sem Partido marcou a sessão agendada para esta quarta-feira, 31, na Câmara.

A confusão, que durou cerca de uma hora, teve bate-boca de Chico Alencar (PSOL-RJ) e Ivan Valente (PSOL-SP) contra Marco Feliciano (PSC-SP) sobre a ditadura militar brasileira, empurra-empurra na saída do plenário e gritos de “é Bolsonaro” e “Freire sim, Frota não” – em referência ao educador Paulo Freire e ao deputado eleito pelo PSL Alexandre Frota (SP).

Com a abertura da ordem do dia no plenário, que impede votações em comissão, a votação do parecer favorável ao projeto foi adiada.

O presidente da comissão, Marcos Rogério (DEM-RO), membro da bancada evangélica da Casa e eleito para o Senado em 2018, marcou nova sessão para a próxima semana.  De acordo com ele, caso novos protestos não permitam que a análise do texto avance, a reunião pode ser fechada apenas para parlamentares. “Isso é inconstitucional”, diz a deputada Maria do Rosário (PT-RS), contrária ao projeto.

Chegou a ser proposto um acordo de calendário sem obstrução, que não foi aceito por parlamentares da oposição. A obstrução é um conjunto de instrumentos regimentais que permite protelar a votação de uma matéria. Ele é constituído, por exemplo, pela apresentação de requerimentos ou pela utilização prolongada de tempos de fala.

O Escola Sem Partido é um movimento criado em 2004 para combater uma suposta doutrinação de esquerda dos professores nas aulas, e que também atingiria livros didáticos.

Encampado pela família Bolsonaro e por aliados do presidente eleito, a proposta é um dos temas que a bancada conservadora do Congresso quer ver avançar na Casa ainda nesta legislatura. A oposição, por sua vez, quer obstruir a votação do texto até o final do ano.

O projeto que tramita na Câmara e que se aprovado na comissão especial ainda teria de ser debatido pelo plenário tem relatoria de Flavinho (PSC-SP).

Ele apresentou um novo texto nesta semana, ampliando por exemplo o alcance da lei para todos os materiais didáticos e paradidáticos, e não apenas aos livros, como no texto anterior. Em seu texto, fica proibido o uso da palavra “gênero” e da expressão “orientação sexual” em sala de aula, mesmo em disciplinas “complementares ou facultativas”.

Além da questão de gênero, a proposta prega o que seria uma “neutralidade” do professor em sala de aula. Pelo texto apresentado, o professor “não fará propaganda político-partidária em sala de aula, nem incitará seus alunos a participarem de manifestações, atos públicos e passeatas”.

Ela prevê ainda que o professor deve respeitar “o direito dos pais a que seus filhos recebam a educação moral que esteja de acordo com suas próprias convicções”, tendo “os valores de ordem familiar precedência sobre a educação escolar nos aspectos relacionados à educação moral, sexual e religiosa”.

A oposição ao projeto classifica as medidas como censura e cerceamento da liberdade de expressão

Notícias relacionadas

Redes sociais democratizaram debate público, mas disseminam desinformação, diz Barroso

Voto de Cármen Lúcia sobre Ficha Limpa é de ‘elevada relevância’, diz Movimento Anticorrupção

Prefeitura repassará R$ 348,4 milhões à Câmara Municipal este ano

Justiça nega extradição para o Brasil e ex-deputada Carla Zambelli é libertada na Itália

Suplente de Alcolumbre é indiciado pela PF por associação criminosa e corrupção

Assuntos Bolsonaro, câmara, CUT, Escola sem partido, protesto, Psol, votação
Redação 31 de outubro de 2018
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Deputada Erika Hilton (Foto: Zeca Ribeiro/Agência Câmara)
Política

Deputada Erika Hilton rejeita negociação sobre compensações na PEC da 6×1 

20 de maio de 2026
Voto na urna eletrônica
Política

Apenas 3% dos presos provisórios votaram nas eleições de 2022 para presidente

28 de abril de 2026
Bolsonaro foi levado para a Superintendência da Polícia Federal, onde ficará em uma sala de Estado (Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil)
Política

PGR dá aval para Bolsonaro fazer cirurgia no ombro

25 de abril de 2026
Ex-presidente Jair Bolsonaro em momento com soluço (Imagem: X/Reprodução)
Política

Michelle diz que Bolsonaro está há seis dias sem soluços

4 de abril de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?