Amazonas: a floresta como núcleo
O dilema que vivemos com a floresta no Amazonas é o meio termo entre nada fazer e tudo destruir
Superando a falta de diálogo para a inovação
Como não temos um grande volume de empresas nacionais de alta tecnologia, ainda não há uma cultura empresarial forte para a pesquisa e inovação
Reconstruindo a indústria e as conexões entre universidades e empresários
Professores e pesquisadores, no período 2013-2024 possuem uma perda acumulada de 50,6% frente a inflação
Amazonas: um céu cheio de estrelas
As estrelas na bandeira do Amazonas é uma boa associação sobre os potenciais econômicos do Estado
Plano Nacional de Logística: a fonte das desigualdades
A infraestrutura de logística de transporte é anterior às atividades econômicas. Sem transporte, não há possibilidades
Bioeconomia envergonhada
Temos uma vergonha relativa por não usar de maneira responsável, altiva, sustentável e determinada os recursos da Amazônia
Bioeconomia para quem?
Temos pouca clareza para quem será realizada a bioeconomia, para que propósito e outras questões filosóficas fundamentais
Bioeconomia na Amazônia: oportunidade, distração ou digressão?
Os recursos aportados para a pesquisa básica e pesquisa pura na Amazônia são pífios frente a grandeza dos desafios
Infraestrutura e desigualdades: o Amazonas esquecido
A redução das desigualdades começará quando as oportunidades de crescimento forem suportadas com infraestrutura
Concessão do aeroporto de Manaus: expectativa x realidade
O aeroporto de Manaus encolheu em muitas de suas áreas, provavelmente para um melhor equilíbrio de custos
Amazônia: o dilema entre a exploração econômica e o valor ambiental
O encontro da proteção com a oportunidade econômica é a grande necessidade que temos na Amazônia
A Amazônia diante do colonialismo tecnológico
O poder de agora é transnacional, com fronteiras menos visíveis e a desigualdade baseada no controle digital e econômico
Enquadrando os debates sobre a Amazônia: beneficiários e perdedores
Não há um contraste de ideias, apenas de princípios, com uma vantagem recorrente para o capital
Seca 2025: hora do plano ou da sorte?
Os custos da indústria em 2024 foram ainda mais altos que em 2023 e atingiu R$ 1,5 bilhão. O que fazer em 2025 é um ponto de inquietação
Correlações e causalidades do baixo desenvolvimento humano
Há uma forte causalidade entre a atividade econômica e o que alguns economistas chamam de “fatores” que levam a produção
