Amazonas e a oportunidade do turismo para aventuras
Em 2024 o Amazonas recebeu cerca de 415 mil turistas, enquanto no ano da Copa do Mundo, em 2014, foram cerca 1.168.000 turistas
BR-319: da teoria para a prática
Foi anunciada a intenção de asfaltar o trecho do meio da BR-319. Fico me perguntando: qual será o próximo entrave?
Desenvolvimento e soberania na era da geoeconomia
O comércio neoliberal, visto como um ambiente de cooperação, passa a ser um ambiente de disputa num contexto contemporâneo
Seca na Amazônia: a repetição dos erros
Diferente do esperado, o Dnit parece não ter tirado nenhuma lição dos dois anos anteriores de seca. Insiste em uma dragagem sem estudos
A logística na colônia Amazônia
Superar o paradigma extrativo destrutivo é o maior desafio de engenharia e da política na Amazônia
Economia regenerativa: um novo caminho para o Amazonas
Em levantamento de 2024, as áreas do interior do Amazonas estão entre as piores dos “nove Brasis”
Ajustando as bússolas para um futuro próspero
Precisamos de muito mais discussões de ciência política e sociologia nas escolas e universidades
Bioeconomia: potencial versus realidade
Há um desafio do equilíbrio tênue entre proteção e uso de recursos, ao mesmo tempo entre o conhecido e o desconhecido sobre a bioeconomia
Amazonas: a floresta como núcleo
O dilema que vivemos com a floresta no Amazonas é o meio termo entre nada fazer e tudo destruir
Superando a falta de diálogo para a inovação
Como não temos um grande volume de empresas nacionais de alta tecnologia, ainda não há uma cultura empresarial forte para a pesquisa e inovação
Reconstruindo a indústria e as conexões entre universidades e empresários
Professores e pesquisadores, no período 2013-2024 possuem uma perda acumulada de 50,6% frente a inflação
Amazonas: um céu cheio de estrelas
As estrelas na bandeira do Amazonas é uma boa associação sobre os potenciais econômicos do Estado
Plano Nacional de Logística: a fonte das desigualdades
A infraestrutura de logística de transporte é anterior às atividades econômicas. Sem transporte, não há possibilidades
Bioeconomia envergonhada
Temos uma vergonha relativa por não usar de maneira responsável, altiva, sustentável e determinada os recursos da Amazônia
Bioeconomia para quem?
Temos pouca clareza para quem será realizada a bioeconomia, para que propósito e outras questões filosóficas fundamentais
