O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Dia a Dia

Cocô de anta ajuda a regenerar florestas degradadas da Amazônia

1 de março de 2019 Dia a Dia
Compartilhar
Da Redação

MANAUS – Um novo estudo publicado por cientistas ligados ao IPAM (Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia) mostra como as antas são importantes para a regeneração de florestas degradadas na Amazônia. O maior herbívoro da América do Sul anda muito, come muito – e faz muito cocô, especialmente nas áreas com vegetação menos densa.

Foi o que os pesquisadores viram na Fazenda Tanguro, em Mato Grosso, na transição entre Amazônia e Cerrado, onde coletaram amostras de cocô, além de vídeos dos animais: quase 130 mil sementes retiradas de 163 amostras espalhadas em 150 hectares foram catalogadas em 24 espécies. Mas a principal contribuição das antas na regeneração, além de seu apetite voraz e do cardápio diversificado, foi a preferência por florestas degradadas para depositar as fezes.

Numa floresta com queimadas anuais, os cientistas estimaram 11.057 sementes por hectare/ano, enquanto na área com queimadas a cada três anos a relação era de 8.587 sementes por ha/ano e, na floresta intocada, de somente 2.950 sementes por ha/ano.

O grupo defende a hipótese que as antas usam mais as florestas degradadas devido à presença de plantas com folhas mais palatáveis. “Mas, quando se trata de frutos consumidos, que é o que interessa para dispersão de sementes, vimos que elas dispersam mais as espécies de estágios tardios da sucessão. Resumindo, elas têm um papel importante tanto na dispersão de espécies iniciais quanto tardias, contribuindo para o processo de regeneração como um todo”, explica o ecólogo Lucas Paolucci, principal autor do artigo científico publicado pela revista Biotropica.

O papel das antas como dispersoras de sementes fora medido previamente em outras regiões, como na mata atlântica, mas nunca numa área degradada. “Muitos animais cumprem esse papel, e por isso é importante protegê-los e permitir seu trânsito”, diz Paolucci. “Os macacos dispersam até mais espécies e em maior quantidade. Mas as antas conseguem dispersar sementes maiores e em florestas degradadas, além de passar por áreas com pasto e plantações, o que os macacos não fazem. Isso permite o fluxo de espécies entre florestas fragmentadas.”

Apetite

As antas podem chegar a 300 quilos e são os últimos representantes da megafauna na Amazônia, grupo de grandes animais cuja maioria foi extinta no fim do Pleistoceno (época geológica que se estendeu de 1,8 milhão a 11 mil anos atrás), como o mamute e a preguiça-gigante.

Além de um apetite voraz, a boca avantajada também permite dispersar sementes maiores do que outros animais – ainda que, na coleta feita em Mato Grosso, elas tenham demonstrado especial apreço pela Bellucia grossularioides, conhecida como goiaba-de-anta, cujas sementes têm meio centímetro, ou menos.

A B. grossularioides é uma árvore pequena, porém de clímax, quando a floresta atinge seu estágio mais maduro, assim como o jatobá (Hymenaea courbaril), a mamorana-de-terra-firme (Eritheca globosa), a murici-da-mata (Bysonima crispa), a fava-orelha (Enterolobium schomburgkii), além de outras espécies encontradas nas fezes das antas.

Quatro das espécies catalogadas pelos cientistas não foram encontradas nos 150 hectares onde trabalharam, o que mostra outra característica das antas: sua imensa capacidade de deslocamento. As antas se movimentam até 20 quilômetros em linha reta, e ocupam uma área grande, entre 220 a 470 hectare. “Independentemente de onde vieram, essas sementes contribuem para o aumento da diversidade das áreas degradadas”, diz Paolucci.

Notícias relacionadas

PRF apreende 108 quilos de mercúrio transportados irregularmente na BR-319

Detento algemado foge de viatura antes de audiência em Manaus

Vandalismo gera prejuízo de R$ 31 mil em estações de ônibus de Manaus

Anvisa determina apreensão de lotes falsificados de Mounjaro

Advogado suspeito de estuprar filhas menores é exonerado da OAB-AM

Assuntos Amazônia, anta, pesquisa
Redação 1 de março de 2019
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Augusto Barreto Rocha 2023
Augusto Barreto Rocha

Quando faltam dados, sobra incerteza na Amazônia

6 de julho de 2026
Floresta amazônica: maioria dos brasileiros não conhece a região (Imagem: YouTube/Reprodução)
Dia a Dia

Amazônia é ‘sala de aula’ para entender e enfrentar mudança climática

6 de julho de 2026
Minerais críticos explorados no Brasil; país tem a segunda maior reserva global de terras raras (Foto: SGB/Divulgação)
Economia

Estudo sobre terras raras identifica reservas minerais na Amazônia

4 de julho de 2026
O valor será para aquisição meios de transportes que ajudam no escoamento de produtos (Foto: Funai / MPI)
Economia

Conab e BNDES divulgam resultado de chamada para o Amazônia Viva

4 de julho de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?