O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Dia a Dia

Cientistas identificam vírus em urina de paciente com febre amarela

8 de fevereiro de 2018 Dia a Dia
Compartilhar
(Foto: Fiocruz/Divulgação)
Transmissão da febre amarela ocorre quando mosquito injeta o vírus na corrente sanguínea e ele chegua a camada interna dos vasos sanguíneos (Foto: Fiocruz/Divulgação)

Do Estadão Conteúdo

Banner AS Amazonas Desktop Banner AS Amazonas Mobile

SÃO PAULO – Um grupo de cientistas brasileiros conseguiu detectar o RNA do vírus da febre amarela – isto é, seu material genético – na urina e no sêmen de um paciente com a doença. De acordo com os autores da nova pesquisa, a descoberta poderá ser útil para aprimorar os testes diagnósticos da doença.

O RNA do vírus é normalmente detectado no sangue de pacientes infectados, mas até agora não havia sido observado no sêmen e na urina. A nova pesquisa teve seus resultados publicados na “Infectious Diseases”, revista científica dos Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC, na sigla em inglês) do governo dos Estados Unidos.

“Nossos resultados sugerem que o sêmen pode ser um material clínico útil para o diagnóstico da febre amarela e indica a necessidade de realizar testes de urina e coletar amostras de sêmen de pacientes com a doença em estágio avançado”, diz o artigo.

Esses testes poderão aprimorar os diagnósticos, reduzir os resultados falsos negativos e reforçar a confiabilidade dos dados epidemiológicos durante a atual e as futuras epidemias”, escreveram os cientistas.

De acordo com o coordenador do estudo, Paolo Zanotto, pesquisador do Instituto de Ciências Biológicas da USP (Universidade de São Paulo), embora a descoberta também levante alguma preocupação – por mostrar que o vírus permanece no organismo por mais tempo do que se pensava – o seu impacto é predominantemente positivo.

“É uma boa notícia, porque com a presença do RNA do vírus na urina podemos ter acesso a uma nova ferramenta diagnóstica. Outro aspecto positivo é que aumentamos nosso conhecimento sobre a biologia do vírus. O vírus da febre amarela já é estudado há quase 100 anos e ainda não se sabia que ele podia ser detectado na urina e no sêmen”, disse Zanotto.

Os cientistas ainda não sabem quais as implicações da descoberta para a transmissão do vírus, mas Zanotto considera improvável que a presença do RNA no sêmen permita a transmissão sexual da febre amarela.

“Se houvesse um mecanismo de transmissão sexual, já teríamos percebido, porque esse vírus é muito ativo na África e nunca surgiu nenhuma evidência. A transmissão sexual é muito fácil de constatar, porque quando ela acontecem aparecem muitos pares concordantes – isto é, casais que aparecem com a doença ao mesmo tempo. Nos ciclos urbanos do vírus na África não apareceram pares concordantes”, explicou o cientista.

Segundo Zanotto, para que febre amarela seja transmitida a humanos, é preciso que o mosquito inocule o vírus na corrente sanguínea e que ele chegue ao sistema endotelial da pessoa. “Constatamos que o vírus é excretado pela urina, mas não há evidências de que ele possa chegar ao sistema endotelial por via sexual – o mosquito é capaz de fazer isso com muito mais facilidade”, afirmou Zanotto.

Embora o RNA do vírus tenha sido encontrado também no sêmen, o cientista diz que ainda não é possível saber se o vírus é realmente excretado pelo sêmen, ou se a detecção ocorreu porque a uretra do paciente estava contaminada com o vírus excretado na urina.

Vírus persistente

Para realizar o estudo, os cientistas acompanharam um paciente de 65 anos de idade, que havia sido contaminado, mas não havia entrado na fase tóxica da doença. O paciente, morador de São Paulo, havia viajado para Januária (MG), no dia 28 de dezembro de 2016 e depois para uma área rural no norte da capital paulista, no dia 3 de janeiro de 2017.

Três dias depois, no dia 6 de janeiro do ano passado, o paciente começou a apresentar sintomas: febre, calafrios, dor corporal e náuseas. Os sintomas se agravaram durante mais três dias, com febre de até 40°C, dores de cabeça, prostração, vômitos, tontura anorexia, urina escura e gosto amargo na boca.

As amostras de urina e sêmen do paciente apresentavam o RNA do vírus em quantidade considerável, 15 dias e 25 dias após os primeiros sintomas de febre amarela. “Esperávamos que o vírus só pudesse ser detectado no organismo no máximo uma semana após o início da manifestação da doença”, disse Zanotto.

Segundo o pesquisador, o caso estudado indica que o período de transmissibilidade do vírus é maior do que se pensava. Atualmente aceita-se que esse período tem início entre 24 horas e 48 horas antes do aparecimento dos sintomas e se estenderia por mais um período de no máximo uma semana após o início dos sintomas.

A confirmação clínica da infecção por febre amarela se baseia atualmente na detecção de RNA do vírus no sangue por sorologia, pela técnica de PCR de transcrição reversa (RT-PCR) ou pelo ensaio de imunoabsorção enzimática (ELISA, na sigla em inglês) – um teste que permite a detecção no plasma sanguíneo de anticorpos específicos, como a imunoglobulina M (IgM e IgG), que o organismo produz quando entra em contato com algum tipo de microrganismo invasor.

“Quando uma pessoa com suspeita de infecção chega a um hospital, se a viremia (presença do vírus no sangue) já acabou, fazemos a sorologia para saber se ele foi infectado. Mas seria muito melhor ter a confirmação por meio de um teste de urina, porque não haveria risco de falsos negativos. Isso produziria diagnósticos mais precisos, mais rápidos e mais seguros, além de nos fornecer estatísticas melhores para compreender e combater a doença”, disse Zanotto.

Além de Zanotto, participaram do estudo Carla Barbosa, Edison Durigon, Nicholas Di Paola, Marielton Cunha, Mônica Rodrigues-Jesus, Danielle Araújo, Vanessa Silveira, Fabyano Leal Flávio Mesquita e Danielle Oliveira – todos da USP -, Viviane Botosso, do Instituto Butantan e Marcos Silva, do Instituto de Infectologia Emílio Ribas e da PUC-SP.

Notícias relacionadas

Favelas abrigam 3,1 milhões de pessoas em ruas que não passam carro

Polícia Federal encontra 613 quilos de cocaína em empresa de fachada

Bispo vai articular pastorais na relação com as comunidades LGBT+

Enfermeiro morre ao ser arrastado por micro-ônibus a caminho do trabalho

Homem é preso suspeito de tentar matar a própria filha com o carro

Assuntos Belo Horizonte, Febre amarela, Ministério da Saúde, rio de janeiro, sao paulo, USP
Redação 8 de fevereiro de 2018
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Governador Cláudio Castro é alvo de processo no TSE (Foto: Fernando Frazão/ABr)
Política

PF investiga ligação do governador do Rio com proteção ao Comando Vermelho na Alerj

4 de dezembro de 2025
Dia a Dia

No Rio, 4 milhões de pessoas vivem submetidas a facções e milícias

4 de dezembro de 2025
Rodrigo Bacellar é suspeito de proteger ex-deputado ligado ao crime organizado (Foto: Thiago Lontra/Alerj)
Política

Deputado é preso por suspeita de vazar informações de operação da PF no Rio

3 de dezembro de 2025
De janeiro a julho de 2025, o Amazonas registrou 1.535 casos de HIV/Aids (Foto: Divulgação/FVS-AM)
Saúde

Brasil reduz mortes e elimina transmissão de aids de mãe para filho

2 de dezembro de 2025

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?