O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Economia

CBIC: mudança na folha de pagamentos anula ganho com desoneração na construção

27 de fevereiro de 2015 Economia
Compartilhar

desoneramento_folha_de_pagamento1

BRASÍLIA – O presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), José Carlos Martins, expressou sua “extrema indignação” com as alterações na tributação da folha de pagamentos anunciadas nesta sexta-feira, 27, pelo governo. De acordo com ele, o aumento da alíquota de 2% para 4,5% sobre o valor da receita bruta anula os ganhos obtidos pelo setor com a desoneração aprovada em 2011, e para as empresas a opção pode ser até mais custosa do que os antigos 20% do faturamento.

“A mudança é ainda pior porque gera um fator de insegurança. Não tem cabimento, eu faço uma obra que precisa de um ciclo longo de investimentos e as regras mudam no meio do caminho”, disse Martins em entrevista ao Broadcast, serviço de notícias em tempo real da Agência Estado. “O governo aumentou em 2,5 pontos porcentuais os custos de todos os investimentos do País.”

O presidente da entidade reclamou ainda da falta de transparência da equipe econômica, que, segundo ele, não discutiu as medidas em nenhum momento com o setor. “Se conversássemos com antecedência, poderíamos ter amenizado o problema, mas levamos um susto hoje de manhã ao acordar”, criticou.

A Medida Provisória 669, publicada hoje no Diário Oficial da União revisa as regras da desoneração da folha de pagamento de setores produtivos. A partir de junho, as empresas que recolhiam 2% do faturamento para a contribuição da previdência de seus funcionários passarão a pagar 4,5% da receita.

A alíquota permanecerá em 2% para o caso das obras de construção civil inscritas no Cadastro Específico (CEI) do INSS a partir de 31 de março de 2013 até a véspera da edição da MP. Para as obras de engenharia pesada, no entanto, o aumento passa a valer mesmo para os projetos em andamento.

Para as incorporadoras, que nunca foram incluídas nas medidas de desoneração, continua valendo a regra antiga, explica Martins. Como a lista de beneficiados leva em conta o faturamento preponderante no exercício anterior, as empresas que têm a maior parte de sua receita proveniente da venda de imóveis, e não da construção, não foram favorecidas pela redução em 2011.

A desoneração da contribuição previdenciária sobre a folha de pagamentos foi adotada em 2011 para reduzir os gastos com a mão de obra. Naquele ano, o governo passou a desonerar a folha de alguns setores substituindo o imposto de 20% sobre o salário por uma alíquota cobrada do faturamento das empresas, que variava de 1% a 2% dependendo da companhia.

(Estadão Conteúdo/ATUAL)

 

Notícias relacionadas

Governo congela R$ 23,7 bilhões em despesas no Orçamento

Consumo de café aumentou no Brasil de janeiro a abril de 2026

Previsão de gastos com benefícios previdenciários sobe R$ 11,8 bilhões

Governo mantém cronograma de leilão de hidrovias no Norte

Conselho Monetário aprova R$ 1 bilhão em crédito para empresas aéreas

Assuntos Desorenação, folha
Valmir Lima 27 de fevereiro de 2015
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

desembargador federal José Eduardo Carreira Alvim
Dia a Dia

Folha deve pagar R$ 25 mil por calúnia em matéria contra desembargador

3 de janeiro de 2020
Jair Bolsonaro
Política

Bolsonaro diz que a Folha ‘se acabou’ e ameaça cortar verba publicitária do jornal

29 de outubro de 2018
Bolsonaro presidente
Geral

Campanha de Bolsonaro chama reportagem da Folha de ‘aloprados 2’

22 de outubro de 2018
Alfredo Lopes

Ecologia, o futuro da economia da Amazônia

28 de novembro de 2017

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?