O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Economia

Castello Branco: ‘Política de preço é sinal do nosso atraso’

20 de novembro de 2018 Economia
Compartilhar
O economista Roberto Castello Branco, novo presidente da Petrobras a partir de janeiro, é considerado um dos homens de confiança de Paulo Guedes, futuro ministro da Economia (Foto: Petrobras/Divulgação)

Do Conteúdo Estadão

SÃO PAULO – O economista Roberto Castello Branco, novo presidente da Petrobras a partir de janeiro, é considerado um dos homens de confiança de Paulo Guedes, futuro ministro da Economia. Ao jornal O Estado de S. Paulo, Castello Branco se posicionou totalmente contra a política de controle de preços dos combustíveis que foi adotada pela ex-presidente Dilma Rousseff. “Não se vê política (de preços) para carne e para o arroz, por exemplo. Porque isso simplesmente é o mercado.”

Em maio, os caminhoneiros pararam o País por causa do reajuste ao óleo diesel. O sr. acha que esse assunto foi bem conduzido pelo governo?

Não sei, porque não participei. Prefiro não dar opinião. Mas a raiz disso está na farra de crédito subsidiado do BNDES de 2007 a 2014. Isso, aliada à má condução da política econômica, levou o País a uma recessão brutal, afetando o setor de transporte de cargas.

O subsídio ao diesel tem de ser repensado?

Subsídio não resolve nenhum problema. Pelo contrário, acaba criando outros. Temos um sério problema de desequilíbrio fiscal. Não é recomendável que se mantenham subsídios como um todo. Vamos discutir essa questão mais à frente.

E a política de preços para os combustíveis?

Acho horrível se falar em política de preços. Isso é um sinal do nosso atraso. Não se vê política (de preços) para carne e para arroz, por exemplo. Porque isso simplesmente é o mercado. O ideal é que tenhamos vários players de mercado e que cada um decida o que é o melhor para seus clientes. É o livre mercado.

O sr. já tem ideia de que ativos poderão ser vendidos pela companhia?

Vamos avaliar. Os detalhes serão discutidos depois de uma análise criteriosa.

Parte das ações da BR Distribuidora já é negociada na Bolsa de Valores. O governo pode se desfazer de uma fatia maior da empresa?

Vamos decidir depois. A Petrobras deverá vender ativos que não fazem parte do core business. Prefiro não especular.

A Liquigás, empresa de gás de cozinha, chegou a ser vendida, mas o negócio foi barrado pelo Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica).

Esse é um ativo que não faz sentido a Petrobras ter no seu portfólio. O mercado de distribuição de gás liquefeito ao consumidor é concentrado. Vamos encontrar uma maneira de colaborar para a desconcentração, não para acentuar essa concentração.

Privatizar refinarias está no radar?

É algo que pode ser estudado. Há uma distorção onde uma única empresa detém 98% do negócio. É uma anomalia.

Há uma corrente mais liberal que defende a privatização da própria Petrobras…

Privatizar a Petrobras, neste momento, não está em discussão. Não tenho nenhum mandato do presidente Jair Bolsonaro para fazer isso.

Outro assunto defendido pelo mercado é a quebra do monopólio do setor de gás canalizado.

Esses assuntos deverão ser tratados, mas não envolvem exatamente só a Petrobras. Envolvem políticas públicas, Congresso. Podemos dar nossa contribuição com ideias, mas não depende da Petrobras. O gás natural é uma fonte de energia que ainda é pouco tocada no Brasil. Temos um potencial grande de produzir em larga escala e atrair investimentos.

O sr. afirmou que o foco da Petrobras deverá ser na exploração e produção. Qual modelo deverá prevalecer nesse processo?

Eu sou favorável a que se tenha um único regime de exploração, o da concessão para o mercado como um todo. No Brasil, há três regimes: concessão, partilha e tem ainda a cessão onerosa. Tenho forte preferência por um único regime. A concessão. Ponto.

O sr. considera esse modelo mais atrativo para investidores?

Acredito que os investidores gostam mais do regime de concessão. Temos de tornar o País atrativo para se fazer negócios. Isso significa mais emprego, mais renda e a construção de uma nação próspera.

Qual será o papel da Petrobras no próximo governo?

Será de uma empresa estatal séria, produtiva e que contribua definitivamente para o desenvolvimento do País. Vamos investir mais em pré-sal, atuar em setores-chave e vender o que tiver de ser vendido. No Chile, temos o exemplo da Codelco, maior produtora de cobre do mundo, que convive com outros players no mercado global e contribui para o desenvolvimento da economia chilena. O Chile é a melhor economia da América Latina. É um exemplo a ser seguido. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Notícias relacionadas

Arrecadação do Amazonas cresce 3,49% no semestre, mas abaixo da inflação

Patrões da construção civil oferecem 6% de reajuste; trabalhadores rejeitam e anunciam greve

Preço de alimentos recua, e inflação oficial de junho fica em 0,16%

Imposto de 12% sobre exportação de petróleo é estendido por 60 dias

STF conclui julgamento sobre revisão da vida toda no INSS; entenda o caso

Assuntos Castello Branco, combustíveis, Petrobras, política de preços
Redação 20 de novembro de 2018
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Economia

Suframa aprova projetos que ampliam produção da Refinaria de Manaus

30 de junho de 2026
Economia

Governo retira subsídio de R$ 0,35 por litro do diesel a partir desta quarta

30 de junho de 2026
Petrobras
Economia

BNDES e Petrobras firmam parceria para explorar minerais críticos

22 de junho de 2026
Polo Urucu de produção de petróleo e gás em Coari (AM): ampliação da produção (Foto: Ag. Petrobras)
Economia

Cresce mercado de petróleo no Norte, mas formação profissional é escassa

20 de junho de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?