O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Economia

Carestia dos alimentos é a maior em 28 anos; desde o Plano Real

19 de outubro de 2022 Economia
Compartilhar
Hortaliças, frutas, pescados frescos, artesanatos, café da manhã regional e outros alimentos têm preços acessíveis (Foto: Divulgação)
Feira popular em Manaus: preços dos alimentos em alta (Foto: Divulgação)
Por Leonardo Vieceli, da Folhapress

RIO DE JANEIRO – Apesar dos recentes sinais de trégua dos preços no Brasil, o grupo alimentação e bebidas ainda acumula inflação de 9,54% no ano, de janeiro a setembro.

É a maior alta para os nove primeiros meses do calendário em 28 anos, ou desde o início do Plano Real, apontam dados do IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) consultados pela Folha de S.Paulo. Trata-se do avanço mais intenso para o acumulado de janeiro a setembro desde 1994 (915,08%), quando o Brasil ainda vivia o reflexo da hiperinflação.

O IPCA, calculado pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), é o índice oficial de preços do país.

De acordo com analistas, a carestia da comida reflete uma série de fatores em 2022. No começo do ano, fortes chuvas prejudicaram plantações em regiões como o Sudeste. O Sul, por outro lado, amargou período de seca.

Os extremos climáticos reduziram a oferta de mercadorias diversas, como verduras e legumes, o que afetou os preços. Também houve pressão de custos. Insumos usados no campo ficaram mais caros durante a pandemia, elevando os gastos para a produção de alimentos.

A situação foi intensificada pela Guerra da Ucrânia. Commodities agrícolas tiveram alta nas cotações após o início do conflito, em fevereiro. A guerra ainda gerou pressão adicional sobre os preços de insumos no mercado internacional.

“O diagnóstico ainda é de uma inflação alta”, diz o economista Luca Mercadante, da Rio Bravo Investimentos. “É uma inflação que tem impacto importante, que pesa na vida das pessoas. Elas percebem isso”, completa.

Em setembro, o grupo alimentação e bebidas até recuou 0,51% no IPCA. Foi a maior baixa desde maio de 2019 (-0,56%) e a primeira desde novembro de 2021 (-0,04%).

Com o resultado, a inflação acumulada no ano desacelerou de 10,10% até agosto para 9,54% até setembro. No acumulado de 12 meses, a alta passou de 13,43% para 11,71%. A trégua em setembro foi puxada pelo leite longa vida, que havia disparado anteriormente, em meio ao período de entressafra. “Temos uma desaceleração. Setembro foi um sinal disso, muito em razão do leite”, diz o economista Raphael Rodrigues, do banco BV.

Analistas avaliam que os alimentos tendem a ficar em um patamar elevado de preços até dezembro, mas com avanços mais moderados do que no começo do ano. Por ora, as projeções não sinalizam novas deflações para o grupo até o final de 2022. “Tende a desacelerar, mas deve continuar pressionado, inclusive em 2023”, indica Rodrigues.

Ele acrescenta que, antes da pandemia, os preços de alimentos como as carnes já vinham em alta, devido a descompassos entre oferta e procura.

A carestia afeta sobretudo a população mais pobre, porque a compra de alimentos consome uma fatia maior do orçamento dessas famílias na comparação com faixas de renda mais elevadas.

Em uma tentativa de superar o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no segundo turno das eleições, Bolsonaro busca melhorar sua aprovação junto à parcela dos eleitores mais vulneráveis, pilar da campanha petista.

Nesse sentido, o governo federal anunciou a ampliação do Auxílio Brasil para R$ 600 a partir de agosto. O benefício pretende aumentar o poder de compra dos mais pobres no ano eleitoral, enquanto a inflação dos alimentos ainda pesa no bolso dos brasileiros.

No acumulado do ano, o melão foi o alimento que mais subiu dentro do IPCA. A alta dos preços alcançou 74,37% até setembro. Cebola (63,68%) e leite longa vida (50,73%) vieram em seguida. O tomate, por outro lado, teve a maior queda (-28,01%).

Auxílio só compra cesta em cinco capitais Em setembro, o preço médio da cesta básica diminuiu em 12 das 17 capitais que integram levantamento mensal do Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos).

Mesmo assim, apenas 5 das 17 metrópoles pesquisadas tinham cesta básica abaixo de R$ 600, o valor do Auxílio Brasil.

As cinco ficam no Nordeste: Aracaju (R$ 518,68), Salvador (R$ 560,31), João Pessoa (R$ 562,32), Recife (R$ 580,01) e Natal (R$ 581,53). São Paulo, por outro lado, seguiu com a cesta básica mais cara em setembro: R$ 750,74. Florianópolis (R$ 746,55), Porto Alegre (R$ 743,94) e Rio de Janeiro (R$ 714,14) vieram na sequência.

Além de ampliar o Auxílio Brasil, Bolsonaro também apostou no corte de tributos para aliviar a inflação, o que atingiu itens como combustíveis e energia elétrica. Em setembro, o IPCA, de modo geral, caiu 0,29%. A deflação foi a terceira consecutiva, movimento puxado pela baixa da gasolina.

O petróleo, contudo, voltou a subir nos últimos dias, o que pressiona os preços dos combustíveis no Brasil. A Petrobras vem evitando repasses nas refinarias às vésperas do segundo turno das eleições.

Mesmo assim, após 15 semanas de queda, o valor médio da gasolina passou a avançar nos postos brasileiros, conforme pesquisa semanal da ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás e Biocombustíveis). O combustível foi vendido a R$ 4,86 por litro, em média, na semana passada.

Notícias relacionadas

Bancos impulsionam consignado privado pelo Crédito do Trabalhador

Fim da escala 6×1: economistas alertam sobre envelhecimento e custo do trabalho

De olho em você; câmeras vigiam, mas não proporcionam segurança pública

‘Fogo cruzado’: professor tem que ensinar e também identificar ameaça

Governo congela R$ 23,7 bilhões em despesas no Orçamento

Assuntos alimentos, inflação, IPCA, manchete, Plano Real
Cleber Oliveira 19 de outubro de 2022
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Câmeras vigiam, mas não proporcionam segurança pública, afirmam especialistas (Imagem i8lustrativa gerada por IA/Meta)
Dia a Dia

De olho em você; câmeras vigiam, mas não proporcionam segurança pública

24 de maio de 2026
Com casos crescentes de violência nas escolas, professor assume também a função de apaziguador (Imagem ilustrativa gerfativa por IA/Google)
Dia a Dia

‘Fogo cruzado’: professor tem que ensinar e também identificar ameaça

23 de maio de 2026
Dia a Dia

Alívio nos ônibus: cai incidência de roubos de 213 para 51 em Manaus

22 de maio de 2026
Campanha de proteção à mulher contra violência doméstica: mais denúncias e pedido de medida protetiva (Foto: Divulgação/PC-AM)
Dia a Dia

Lei determina proteção imediata à mulher vítima de violência

22 de maio de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?