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Esporte

Caboclo diz que Del Nero tentou ‘silenciar’ assédio por R$ 12 milhões

1 de julho de 2021 Esporte
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Antigos aliados, Marco Polo Del Nero e Rogério Caboclo estão em colisão (Foto: Lucas Figueiredo/CBF)

SÃO PAULO – Alvo de denúncia de assédio moral e sexual feito por uma funcionária da CBF (Confederação Brasileira de Futebol), o presidente afastado da entidade, Rogério Caboclo, acusa o ex-mandatário e antigo mentor Marco Polo Del Nero de ser o responsável por pedir R$ 12,4 milhões para que ela não apresentasse uma reclamação formal.

A assessoria de Caboclo apresentou a cópia de uma nota escrita a mão supostamente por Del Nero. Segundo o comunicado, trata-se da caligrafia do ex-mandatário da entidade, na qual é possível ler o número 12.409 e a mensagem “corresp (correspondente) 20 anos de salário, transferindo ao valor presente a uma taxa [de correção] de 2,75 [%] anual”.

A acusação da assessora especial da presidência provocou o afastamento de Caboclo do cargo por 30 dias. O prazo expira na próxima terça-feira (6). Reunião extraordinária nesta sexta-feira (2) pode esticar a suspensão do presidente.

Em áudios gravados pela funcionária, divulgados pelo Fantástico, é possível ouvir Rogério Caboclo questionando se ela se masturba, além de sugerir que ela tinha um romance com outro empregado da instituição.

A funcionária não atendeu aos telefonemas ou respondeu as mensagens da reportagem. Procurado, Del Nero também não se pronunciou.

Caboclo afirma que foi Del Nero quem trouxe a proposta de R$ 12 milhões para evitar que a funcionária protocolasse denúncia no Conselho de Ética. Ele diz ter mais provas que serão adicionadas em sua defesa.

O dirigente também diz que a funcionária, que trabalha na CBF desde 2012, teve contato com Del Nero e acertou com ele a denúncia.

Presidente da entidade em 2015, Del Nero foi banido do futebol pela Fifa. A Câmara de Arbitragem do Comitê de Ética considerou o cartola culpado por suborno e corrupção, oferecer e aceitar presentes e outros benefícios e conflito de interesse.

Antes de ser banido, Del Nero apoiava formalmente a candidatura de Caboclo. Diretor executivo de gestão da CBF na ocasião, o atual presidente afastado era desconhecido do público, não havia se apresentado publicamente para comandar a entidade e também sofria com a rejeição dos dirigentes de federações.

Para homologar uma chapa na eleição, o candidato precisa ter o apoio de oito federações e cinco clubes. Caboclo conseguiu contabilizar o apoio de 25 das 27 federações e inviabilizou a oposição.

Banido, Del Nero está impossibilitado até de frequentar o prédio da CBF, na Barra da Tijuca, zona oeste do Rio de Janeiro. Mas costuma realizar eventos em sua casa, no mesmo bairro, nos quais reúnem boa parte da diretoria da CBF.

Caboclo costumava a frequentar o local, mas rompeu com o seu padrinho político e tentava, desde então, autonomia na presidência da CBF.

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Assuntos assédio moral, assédio sexual, cbf, Rogério Caboclo
Redação 1 de julho de 2021
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