O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Dia a Dia

Brasil precisa olhar para favelas ao falar de clima, defendem ativistas

23 de novembro de 2022 Dia a Dia
Compartilhar
covid-19
Favela no Rio de Janeiro: impacto ambiental (Foto: Marcelo Horn/GERJ/Fotos Públicas)
Por Cleberson Santos e Gabriela Carvalho, da Folhapress

SÃO PAULO – “O Brasil voltou” foi um dos gritos dados pela plateia durante o discurso do presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na COP27, conferência da ONU sobre clima realizada nas últimas duas semanas em Sharm el-Sheikh, no Egito.

A perspectiva de ter uma maior atuação do governo brasileiro nas questões climáticas vem de um contraste com a gestão de Jair Bolsonaro (PL), que tomou medidas antiambientais nos últimos quatro anos e até cancelou a realização de uma COP no Brasil, em 2019. No período, pelo vácuo deixado pelas autoridades federais, cresceu nas conferências a presença de ativistas, inclusive das periferias.

Foi o caso de Amanda Costa, 25, moradora da Brasilândia, na zona norte de São Paulo, e fundadora do Instituto Perifa Sustentável, e de Marcelo Rocha, 25, que vive em Mauá e é fundador do Instituto Ayíka, organização que discute mudanças climáticas com a ótica de raça, gênero e território.

Os dois foram alguns dos ativistas brasileiros que estiveram no encontro recente no Egito. De volta a São Paulo, eles dizem esperar que este novo momento traga discussões sobre clima que envolvam as populações periféricas.

Em Sharm el-Sheikh, ambos destacaram a importância de debater os impactos das mudanças climáticas nas cidades e como elas afetam os bairros com menos infraestrutura.

Para Costa, em sua quarta COP, foi a primeira edição em que viu o racismo ambiental realmente ser discutido. “Ver uma causa que me atravessa, que dita se eu vou continuar viva ou não, sendo cada vez mais reproduzida e democratizada entre as lideranças do nosso país foi uma surpresa positiva”, afirma.

O racismo ambiental trata justamente de como as consequências da crise do clima afetam mais os grupos étnicos minoritários –como a população negra que vive nas periferias.

Rocha, em sua terceira COP, também observa que foi possível discutir soluções, ainda que os resultados estejam distantes, como no caso da criação de um fundo com recursos para reparação de perdas e danos a países mais vulneráveis a eventos extremos.

“O Brasil tem que olhar para isso com carinho. Pensando nas favelas, falar sobre perdas e danos é falar sobre os eventos extremos a que a gente já até se acostumou, como as enchentes, os desabamentos”, destaca ele, que faz parte do conselho diretor do Greenpeace Brasil e da ONU Brasil.

“A gente chegou em um ponto que não dá para adaptar e mitigar apenas. A gente tem que pensar no agora”, diz.

Amanda Costa é também embaixadora e jovem conselheira da ONU, além de fazer parte do Perifa Sustentável, organização que reúne jovens em prol do desenvolvimento ambiental a partir da justiça racial.

Na COP27, entre seus compromissos esteve uma mesa promovida pela Prefeitura de São Paulo, da qual participou ao lado da secretária de relações internacionais da cidade, Marta Suplicy.

“Ali era uma agenda com governadores, prefeitos. Só homem branco, sabe? Tinha algumas mulheres, todas brancas. Percebo que os espaços vão se formando, há alguns avanços, mas o lugar de tomada de decisão ainda não tem diversidade”, comenta.

Rocha se reuniu ainda com Marina Silva (Rede-SP), deputada federal eleita e ex-ministra do Meio Ambiente, principal nome cotado para o cargo no novo governo.

“[Foi uma reunião] para falar da importância da titularização de territórios quilombolas e a importância de a gente olhar para as demandas do povo preto periférico, sobre a geração de empregos verdes na periferia”, conta.

Rocha avalia que a presença do governo de transição foi “um grande acerto” para melhorar a imagem do Brasil após as edições de 2019 e 2021 da COP, realizadas em meio a perdas de alianças com outros países e ao congelamento do Fundo Amazônia.

“Toda essa volta do Brasil para dentro do jogo efetiva a nossa participação [como ativistas]”, resume ele, que, no entanto, vê que desafios permanecerão, como um maior debate sobre a redução dos combustíveis fósseis no Brasil.

“O petróleo e o pré-sal foram coisas importantes dentro do governo Lula. Há uma grande expectativa sobre como [o governo vai] gerir esse processo de transição energética e voltar a ser um líder climático”.

Esta foi a primeira edição da COP de que Costa e Rocha participaram fora do continente europeu. Como contraste, Amanda aponta que o machismo foi perceptível nesta viagem ao Egito.

“Foi bem complexo. Há um olhar que os homens colocam sobre a mulher que é muito pesado, e incomoda bastante. Depois [quando precisa conversar] vira um olhar de desprezo muito rápido. A gente não vê mulheres trabalhando, só homens”, recorda.

Essa conjuntura, diz, acabou sendo o principal aprendizado que ela traz ao Brasil após a COP. “Estou levando a importância de a gente acelerar a agenda de gênero e de a gente saber qual é o contexto que ocupamos, encontrar estratégias para se cuidar, para ser protegidas dentro desse ambiente opressor.”

Notícias relacionadas

Quatro pessoas morrem em decorrência de chuvas em Pernambuco

Morre Alessandro Zanardi, ex-piloto da F-1 e medalhista paralímpico

MP denuncia Marcinho VP e o filho dele, Oruam, por lavagem de dinheiro

Técnica de enfermagem relata ter sido agredida por Magno Malta

Modelo de escola cívico-militar ignora pedagogia e impõe obediência

Assuntos ativistas, brasil, COP27, favelas
Murilo Rodrigues 23 de novembro de 2022
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Fábrica da BYD, multinacional chinesa de carros elétricos: expansão na Europa (Imagem: YouTube/Reprodução)
Economia

Brasil é o terceiro em investimentos estrangeiros, atrás de China e EUA

1 de maio de 2026
Feira no Rio de Janeiro reúne migrantes de vários países (Foto: ABr/Agência Brasil)
Dia a Dia

Brasil abriga 2 milhões de migrantes; 414 mil trabalham formalmente

1 de maio de 2026
Política

Brasil ultrapassa os Estados Unidos no ranking mundial da liberdade de imprensa

30 de abril de 2026
O termo índio foi usado por Rodriguinho para se referir à amazonense Isabelle Nogueira, no BBB24 (Foto: Antônio Cruz/ABr)
Dia a Dia

Desinformação viola direitos e gera preconceitos contra indígenas

20 de abril de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?