O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Dia a Dia

Brasil mantém missão humanitária após Maduro mandar fechar fronteira

22 de fevereiro de 2019 Dia a Dia
Compartilhar
Da Folhapress

SÃO PAULO – A Venezuela anunciou o fechamento total de sua fronteira terrestre com o Brasil nesta quinta-feira, 21, em uma tentativa de impedir a entrada de ajuda humanitária pelo estado de Roraima, em operação prevista para o sábado.

O fechamento aconteceria a partir das 21h, informou o ditador da Venezuela, Nicolás Maduro. O governador de Roraima, Antonio Denaruim (PSL), chegou afirmar que a divisa foi fechada às 15h, mas o Palácio do Planalto não confirmou a informação. “Mais vale prevenir do que lamentar”, disse o ditador venezuelano ao anunciar a ação.

O Planalto trata o ato do presidente venezuelano como uma retaliação à autorização, dada por Bolsonaro nesta semana, para que opositores ao governo de Maduro usassem território brasileiro para fazer chegar ajuda à Venezuela.

Interlocutores do presidente ouvidos pela reportagem afirmaram que o objetivo de Maduro é desencorajar o governo brasileiro a levar o plano adiante.

Após uma reunião com os ministros Augusto Heleno (Gabinete de Segurança Institucional), Onyx Lorenzoni (Casa Civil) e Santos Cruz (Governo), o presidente Jair Bolsonaro decidiu manter a missão.

O porta-voz da Presidência da República, Otávio Rego Barros, informou que os produtos serão mantidos nas cidades de Boa Vista e de Pacaraima, em Roraima, até que meios de transporte de cidadão venezuelanos busquem os suprimentos na região de fronteira. A questão é se os venezuelanos conseguirão buscar a ajuda com a fronteira fechada.

“Nós estamos disponibilizado os meios para a operação e nos quedamos aguardando a vinda dos caminhões de transporte dirigidos por venezuelanos”, disse.

Segundo ele, os alimentos não são perecíveis e o prazo de validade dos medicamentos é longo, o que permite o armazenamento por um longo período.

Contrária à operação, a cúpula militar do governo defendia a suspensão da operação, em uma tentativa de reconstruir o canal de diálogo do Brasil com a Venezuela, sobretudo com as forças militares do país.

O núcleo político, no entanto, entendia que o país deveria manter a iniciativa, nem que seja para manter os mantimentos na fronteira. A ideia é que, assim, o governo venezuelano seja pressionado pela própria população venezuelana, que passa por uma crise de escassez.

O chanceler Ernesto Araújo permaneceu no Itamaraty e, portanto, não participou da reunião com o presidente. O anúncio ocorreu dois dias antes do plano do líder da oposição e presidente interino Juan Guaidó de fazer entrar no país a ajuda humanitária enviada pelos EUA, a partir de pontos na Colômbia, em Roraima e em Curaçao.

Maduro diz que o plano é um “show” e um pretexto para uma intervenção militar americana no país. Maduro afirmou que também avalia o fechamento total da fronteira com a Colômbia. Há toneladas de suprimentos estocados na cidade colombiana de Cúcuta, na divisa.

Na quarta, Maduro já havia determinado a suspensão do tráfico aéreo e marítimo com Curaçao, onde está armazenada ajuda enviada de Miami. Maduro foi reeleito em maio de 2018 para um novo mandato de seis anos, em um pleito quase que totalmente boicotado pela oposição e considerado fraudulento por observadores internacionais.

Por isso, a Assembleia Nacional, de maioria opositora, não reconheceu o novo mandato do ditador e considerou que à Presidência estava vaga. Assim, indicou Guaidó para ocupar interinamente o cargo até que novas eleições livres sejam realizadas –o opositor se declarou presidente interino da Venezuela em 23 de janeiro.

Guaidó partiu em uma caravana rumo à fronteira venezuelana com a Colômbia, num percurso de 900 km. “Estamos rodando”, afirmou Guaidó, que lidera um conjunto de caminhonetes. Guaidó anunciou que as brigadas de voluntários irão buscar a ajuda em vários pontos dos estados de Táchira e Bolívia, no sul, limítrofes com a Colômbia e com estado brasileiro de Roraima, e também a Puerto Cabello e La Guaira.

Em alguns pontos da fronteira, houve confrontos entre simpatizantes de Guaidó e as forças de segurança. Partiram também do leste de Caracas ônibus com um grupo de deputados da Assembleia Nacional, de maioria opositora.

“Temos um compromisso, que é chegar à fronteira”, afirmou a deputada Mariela Magallanes. “Ajuda humanitária não é um capricho de um punhado de deputados, é uma necessidade.”

Notícias relacionadas

Calor intenso aumenta incêndios em residências, diz Corpo de Bombeiros

Startup cria barco voador que promete reduzir viagem de Manaus a Parintins em 7 horas

Polícia Civil no país registrou 783 mil atendimentos à mulher em 2025

Tambaqui na lista de ameaçados de extinção gera alerta sobre estoques naturais na Amazônia

Lula quer mostrar a Trump números de queda do desmatamento na Amazônia

Assuntos Bolsonaro, Maduro, Venezuela
Redação 22 de fevereiro de 2019
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Em Washington, mais de 2.000 foram infectados com a Covid-19 e mais de cem morreram (Foto: Arquivo/Agência Brasil)
Política

Para 45%, família Bolsonaro é culpada por tarifaço; 42% citam governo Lula

31 de julho de 2026
Flávio Bolsonaro
Política

Flávio Bolsonaro divulga carta de seu pai pela qual o classifica como ‘porta-voz’

11 de julho de 2026
Venezuela Terremoto
Política

Brasil manterá apoio à reconstrução da Venezuela, diz Lula a Delcy Rodríguez

11 de julho de 2026
Presidente Jair Bolsonaro faz gesto de arma: novo slogan religioso (Foto: Marcos Corrêa/PR)
Política

Moraes manda Exército entregar armas de Bolsonaro à Polícia Federal

6 de julho de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?