O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Economia

Brasil está a frente apenas de Cuba, Sudão e Turcomenistão em importação relativa a PIB

21 de maio de 2020 Economia
Compartilhar
A importação de bens e serviços pelo Brasil soma 14,3% do Produto Interno Bruto (Foto: Tânia Rêgo/ABr)
Da Folhapress

SÃO PAULO – A importação de bens e serviços pelo Brasil soma 14,3% do Produto Interno Bruto, colocando o país à frente apenas de Cuba, Turcomenistão e Sudão na lanterna do ranking mundial do indicador.

O dado foi atualizado nesta semana pelo Banco Mundial, cuja série histórica agora vai de 1960 a 2018, última aferição disponível.

Para cubanos, o índice é de 12,6%. Turcomenos registram 12,5% e sudaneses, 12,3%.

Os três países são bastante isolados, seja pelo bloqueio à ilha caribenha pelos EUA, pela política na Ásia Central ou pela guerra que amputou o sul da nação africana.

No mundo, o peso das importações no PIB total, aferido em 218 países pelo Banco Mundial, foi de 29,3%.

Somando-se o peso das importações ao das exportações (14,8% em 2018), chega-se a 29,1% do PIB -metade da média mundial, de 60,1%.

Para uma economia emergente como a brasileira, o dado ajuda a colocar perspectiva à expectativa de alguns setores pela nacionalização de linhas produtivas após a pandemia da Covid-19.

O impacto da doença sobre cadeias produtivas globais foi grande, devido à paralisação de fornecimento de insumos e peças em diversos setores.

No setor químico, 43% dos insumos vêm de fora, basicamente China e Índia. Mas a paisagem geral mostra uma exposição bem menos aguda.

Por óbvio, há diversos óbices à ideia de nacionalização, até porque a desindustrialização que acompanhou o barateamento de produção no exterior retirou investimentos em pesquisa e desenvolvimento críticos para a adoção de tecnologias necessárias para abrir linhas locais.

A alternativa, claro, é que tais processos sejam transferidos por multinacionais para o Brasil, mas aí não se está falando do fomento à indústria nacional esperado por setores.

Por outro lado, a elevação do custo de importação com o dólar mais caro que se instalou com a pandemia obrigará alterações no panorama.

Os dados do Banco Mundial mostram que mesmo a ideia da China como mera exportadora devido à sua mão de obra abundante é relativa.

O país tem mudado bastante de perfil nos últimos anos, aproximando-se como segunda maior economia do mundo dos EUA.

Em 2006, antes do início dos efeitos da grande crise global que explodiu dois anos depois, importações pesavam 28% do PIB chinês, e exportações, 36%.

Já 12 anos depois, os valores caíram para 18,7% e 19,2%, respectivamente.

Isso mostra que não só americanos, mas chineses viram suas indústrias também buscarem linhas de produção em mercados de mão de obra mais barata.

Lugares como o Vietnã e o Paquistão, por exemplo, são parques industriais chineses em diversos setores. Os vietnamitas viram saltar a participação das exportações em seu PIB de 67% em 2006 para 105% dois anos atrás.

Os fluxos de comércio são um indicador do grau de exposição de economias ao exterior, mas precisam ser lidos com cautela nas comparações.

A maior economia do mundo, a americana, importa e exporta proporcionalmente pouco (15,3% e 12,2% do PIB, respectivamente), mas os volumes são brutais.

Além disso, isso mostra um efeito da globalização, com a produção sendo transferida para outros países, como a China ou o México.

Os EUA são o país com o maior número de multinacionais do mundo, com sua economia altamente integrada à do mundo.

Fenômeno semelhante se vê no Japão, presente em vários países, com 18,4% de seu PIB oriundo de exportações.

Isso não acontece com todos os países ricos, por suas peculiaridades.

Na Alemanha, o motor da economia europeia, as exportações respondem por 47,7% do PIB, ainda que em volume menor do que o americano (US$ 1,9 trilhão ante US$ 2,5 trilhões em 2018).

Notícias relacionadas

MTE inclui seis empregadores do AM em ‘Lista Suja’ do trabalho escravo

BC cria indicador para acompanhar reajustes salariais negociados

Preços de carros usados têm menor alta em um ano, registra o IBV Auto

Petrobras atinge recorde de valor de mercado após descoberta no Amapá

Empresas de apostas são obrigadas a informar saldo de apostadores

Assuntos importação de bens e serviços, pib
Redação 21 de maio de 2020
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Fim da febere aftosa amplia venda de carne bovina para a China (Foto: MDIC/Divulgação)
Economia

Agropecuária e indústria impulsionam economia no segundo trimestre

1 de setembro de 2026
Data center em Fortaleza: expansão da tecnologia de informação no Brasil (Foto: MinC/Divulgação)
Economia

Um único data center renderia R$ 1,5 bilhão ao PIB, mostra estudo

7 de julho de 2026
Economia

AM é o terceiro estado com maior projeção de aumento da economia

3 de julho de 2026
Economia

Economia brasileira cresce no 1º trimestre puxada pela agropecuária

29 de maio de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?