O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Igor Araujo Lopes

Brasil – austeridade e democracia

10 de março de 2018 Igor Araujo Lopes
Compartilhar

A grande crise do capitalismo explodida em 2008 abasteceu um funcionamento do sistema econômico bem peculiar desde então. A hiperfinanceirização da economia passou a ditar os limites e os caminhos que os países – e com óbvia consequência, suas respectivas populações – serão submetidos nesse período.

Diante disso, existe uma severa substituição na dinâmica dos embates políticos. Não mais se discute verdadeiramente um projeto de país – seja ele qual for. Pelo contrário, passa-se por cima de constituições e de vontades populares para dar poder a uma suposta tecnicidade livre de ideologias.

As preocupações de prender esse ou aquele político, se surpreender com a violência estrutural, e repetir o mantra do corte de gastos de forma indiscriminada tomou o lugar, quase que completamente, da contínua esperança, e cobrança, necessárias para efetivar a construção do tímido Estado social previsto na constituição formulada em 1988. Com isso, de duas uma: ou se rediscute, com ampla participação popular, que Brasil teremos como objetivo, ou admitimos que as leis e vontades do mercado são, em essência, antidemocráticas.

No caso do nosso país, a relação entre a vinda impetuosa das medidas de austeridade fiscal com a novas efetivações de intervenção militar podem, talvez, ser não apenas uma questão de concomitância. O tempo dirá o que uma tem a ver com a outra, de fato. Afinal, a austeridade, no sentido amplo, – para além da esfera fiscal – pode também querer dizer disciplina e contenção.

Se as ações militares no Rio dão de fato motivos, ou não, para temermos uma nova intervenção militar no Estado, do tipo que for, restringindo a autoridade dos poderes ou da democracia, é outra conversa. Contudo, o fato visto no mundo – mais especificamente, nos lugares onde a austeridade foi implementada – é que em momentos de crise se passará facilmente por cima dos direitos conquistado pelos trabalhadores. Tentarão preservar as regalias de alguns grupos de elite, colocando tudo isso como o único caminho possível.

Para quem assiste ao JN, ou a qualquer programa de “debate” da GN, a sensação de unanimidade entre os economistas é praticamente certa. Enquanto na verdade é que esse consenso é fabricado. Ele não existe. A pífia recuperação do PIB se dá com bases frágeis.

O ajuste fiscal – que teve seu início antes do impeachment, e que foi aprofundado e enrijecido após a implementação da equipe econômica de Temer – produz e produzirá uma diminuição sistemática das capacidades e obrigações que o Estado tem de ter em relação a sua população mais miserável, no mínimo.

As medidas austeras geram baixo crescimento e com isso a arrecadação cai. Fato este que servirá de argumento para algum economista mainstream vir à tona e proclamar “que se corte gastos”. Isto é, no argumento de suposto monopólio da resolução da crise, reside a justificativa para a eliminação de direitos fundamentais.

Na prática, a mudança dum projeto de país foi feita. Mais do que isso: a mudança dum mundo. Do tipo de homem que deve existir para realizar a demanda do sistema. Sem passar por nenhum outro crivo a não ser da tirania do mercado com seu terror financeiro. O projeto é de redução do Estado, e do crescimento de uma outra força, “extrapolítica” que subjuga todas as outras instituições. Ela não foi eleita. Não responde pela vontade de uma pessoa, nem possui uma identidade fixa de um grupo. Ela penetra tudo e todos. O ser humano vira coisa. E a coisa, vira ser humano.


Os artigos publicados neste espaço são de responsabilidade do autor e nem sempre refletem a linha editorial do AMAZONAS ATUAL.

Notícias relacionadas

Fachin defende empenho do Judiciário para recuperar a confiança da sociedade

Ministros do Brasil e EUA vão retomar negociação comercial

TSE exalta brasilidade em campanha pelo exercício da democracia nas eleições

Brasil conquista ouro inédito no Mundial de Ginástica Rítmica

Pacto pela Democracia lança manifesto pela integridade das eleições

Assuntos brasil, democracia, Igor Araújo Lopes, politica
Felipe Campinas 10 de março de 2018
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Política

Fachin defende empenho do Judiciário para recuperar a confiança da sociedade

25 de agosto de 2026
Economia

Ministros do Brasil e EUA vão retomar negociação comercial

22 de agosto de 2026
Ministro Kassio Nunes Marques, presidente do TSE, ao lançar a campanha (Foto: Luiz Roberto/Secom/TSE)
Política

TSE exalta brasilidade em campanha pelo exercício da democracia nas eleições

18 de agosto de 2026
Atletas brasileiras conquistaram ouro inédito na ginástica rítmica ()Imagem: GE/YouTube/Reprodução)
Esporte

Brasil conquista ouro inédito no Mundial de Ginástica Rítmica

16 de agosto de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?