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COP 30

Brasil adere à Iniciativa Global para as Algas Marinhas

23 de novembro de 2025 COP 30
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Reunião na COP30 em que o Brasil aderiu à iniciativa pelas algas marinhas (Foto: MPA/Divulgação)
Reunião na COP30 em que o Brasil aderiu à iniciativa pelas algas marinhas (Foto: MPA/Divulgação)
Da Agência Gov

BELÉM – O Ministério da Pesca e Aquicultura anunciou que o Brasil passará a integrar a Iniciativa Global para as Algas Marinhas (United Nations Global Seaweed Initiative – UNGSI). A adesão, segundo o ministério, reforça o compromisso nacional com práticas sustentáveis de produção e comercialização de algas, ampliando a inclusão de pequenos produtores e estimulando a cooperação internacional em sustentabilidade, ciência, comércio e inovação na algicultura.

Durante o painel “Sistemas Alimentares Aquáticos como Soluções Climáticas”, realizado no Pavilhão Brasil, na Blue Zone da COP30,  autoridades destacaram o papel estratégico da algicultura para a economia azul e para sistemas alimentares sustentáveis.

O ministro da Pesca e Aquicultura, André de Paula, afirmou que o setor reúne oportunidades expressivas para o país. “A algicultura integra biodiversidade, bioeconomia e desenvolvimento territorial, além de abrir novas oportunidades para produtores, pesquisadores e empreendedores. Estamos trabalhando para que o Brasil avance com segurança regulatória, conhecimento técnico e novos investimentos”, afirmou.

Para a secretária nacional de Aquicultura, Fernanda de Paula, o Brasil avança na construção de um ambiente regulatório orientado por ciência e inovação. Ela destacou que o setor pode se tornar um dos novos pilares da economia azul, com impactos diretos em segurança alimentar, adaptação climática e geração de trabalho digno. “A algicultura reúne um potencial extraordinário, mas ainda enfrenta investimentos dispersos e regulações fragmentadas. Precisamos de uma abordagem colaborativa entre governos, agências internacionais, ciência, setor privado e comunidades costeiras”, explicou.

O MPA, por meio da Secretaria Nacional de Aquicultura e da Assessoria Internacional, colaborou na elaboração do Termo de Referência e da Nota Conceitual da iniciativa, ao lado de representantes de dez países e organismos internacionais. Madagascar, Indonésia e França já confirmaram participação; Brasil e Chile são apoiadores, junto ao Banco Mundial, CEVA, CNRS, ISA, SAMS e outras instituições.

A Iniciativa Global para as Algas Marinhas integra a Agenda de Ação da COP30, no eixo de Transformação da Agricultura e Sistemas Alimentares, que busca promover sistemas alimentares mais resilientes e sustentáveis. No processo preparatório, o MPA liderou o Plano de Aceleração de Soluções “Múltiplos benefícios climáticos da algicultura”, em parceria com a UNCTAD, FAO, Coalizão dos Alimentos Aquáticos, Aquatic Food & Ocean Breakthroughs e WorldFish.

Presente no painel, a cozinheira tradicional Aparecida Alves, da Praia de São Gonçalo (Paraty), relatou resultados ambientais e sociais do cultivo comunitário. “Com o trabalho da Kappaphycus alvarezii, vimos a água mais limpa e a volta de espécies marinhas ao redor dos plantios. Isso mostra que a algicultura pode melhorar o território quando é feita com cuidado e conhecimento. Ela pode gerar renda e fortalecer a soberania alimentar, mas isso só acontece quando quem vive do mar é ouvido desde o início”, afirmou.

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Assuntos algas marinhas, COP30, Ministério da pesca, recursos marítimos
Cleber Oliveira 23 de novembro de 2025
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