O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Política

Bolsonaro volta ao local de trabalho após 20 dias e fica por 5 horas

23 de novembro de 2022 Política
Compartilhar
Bolsonaro
Presidente Jair Bolsonaro não pisava no Palácio do Planalto desde que perdeu a eleição, em 30 de outubro (Foto: Isac Nóbrega/PR)
Por Matheus Teixeira e José Marques, da Folhapress

BRASÍLIA – O presidente Jair Bolsonaro (PL) voltou ao seu local de trabalho, o Palácio do Planalto, nesta quarta-feira (23), um dia após o PL apresentar um relatório golpista em que pede a invalidação de votos depositados em urnas de modelos anteriores a 2020.

O mandatário não ia até o Planalto desde o dia 3 de novembro, quando se reuniu rapidamente com o vice-presidente eleito, Geraldo Alckmin (PSB).

Ele não ficou muito tempo no palácio. O presidente da República chegou ao Planalto por volta das 9h e ficou no local pouco mais de 5 horas -até as 14h.

Nesse período, seu único compromisso foi uma agenda com o senador Rogério Marinho (PL-RN), entre 11h30 e 12h. Inicialmente, o encontro estava previsto para acontecer no Palácio da Alvorada, a residência oficial dos presidentes. Depois, o local foi alterado na agenda oficial de Bolsonaro.

Ao sair do Palácio do Planalto, Bolsonaro voltou para o Alvorada.

O chefe do Executivo, de perfil verborrágico e que nunca hesitou em comprar brigas contra adversários, mudou de perfil após a derrota para o presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Ele adotou o silêncio e fez apenas dois pronunciamentos depois da vitória petista nas urnas.

Nesse período, seus apoiadores bloquearam rodovias e se reuniram em frente a quartéis para pedir intervenção militar para evitar a posse de Lula. Bolsonaro criticou as estradas fechadas, mas não desestimulou protestos golpistas contra o resultado eleitoral.

Na terça, o presidente do PL, Valdemar Costa Neto, cedeu à pressão da ala mais radical do partido e apresentou uma ação ao TSE em que endossa o discurso golpista de Bolsonaro e pediu invalidação dos votos depositados em parte das urnas eletrônicas.

De acordo com o partido, mais de 279,3 mil urnas eletrônicas utilizadas no segundo turno do pleito “apresentaram problemas crônicos de desconformidade irreparável no seu funcionamento”. Para as atuais eleições, a Justiça Eleitoral disponibilizou cerca de 577 mil equipamentos.

O PL diz que nos equipamentos sem a alegada inconsistência Bolsonaro teria tido 51,05% dos votos válidos, contra 48,95% do presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva. No resultado final, o petista teve 50,9% dos votos, e o presidente teve 49,1%.

Também na terça, Bolsonaro recebeu aliados a portas fechadas no Alvorada. Estiveram no local o ministro-chefe da Casa Civil, Ciro Nogueira, a ex-ministra da Agricultura Tereza Cristina, senadora eleita pelo PP-MS e senadores da base do presidente.

Durante sua reclusão no Alvorada, Bolsonaro delegou ao vice Hamilton Mourão as tarefas do dia a dia.

No último dia 16, por exemplo, foi Mourão quem recebeu cartas credenciais de embaixadores estrangeiros que irão atuar no Brasil.

No início do governo, Bolsonaro fez cerimônias abertas para receber os diplomatas de outros países. Depois, passou a fazer solenidades fechadas e, após a derrota, nem sequer participou do ato que marca oficialmente o início da missão dos embaixadores no Brasil.

Uma das explicações de pessoas próximas para a reclusão é que o presidente se recuperava de um quadro de infecção bacteriana nas pernas. O Planalto não tem comentado o estado de saúde do mandatário.

O próprio Mourão afirmou que o presidente não esteve presente no evento dos embaixadores porque estava “se curando” de um problema na perna. “Questão de saúde. Está com ferida na perna, uma erisipela, não pode vestir calça, como ele vai vir para cá de bermuda?”

Em 3 de novembro, o presidente teve uma passagem relâmpago pelo Planalto: foi cumprimentar o vice-presidente eleito, Geraldo Alckmin (PSB), que estava no local para a primeira reunião da transição com o ministro da Casa Civil, Ciro Nogueira.

Na ocasião, segundo relatos obtidos pela Folha de S.Paulo, pediu a Alckmin que ele “livrasse o Brasil do comunismo”.

Também fez apenas dois pronunciamentos depois da vitória de Lula. Ele comentou movimentos antidemocráticos de seus apoiadores em frente a quartéis generais e repreendeu o bloqueio de rodovias, mas disse que as mobilizações são fruto de “indignação” e “sentimento de injustiça”.

Notícias relacionadas

Solidariedade aciona STF para barrar regra que favorece Adjuto Afonso

‘Não vamos fazer política com perseguição e ameaça’, diz Roberto Cidade

‘Claro objetivo eleitoreiro’, afirma governo sobre Flávio Bolsonaro sugerir adiar tarifaço

Temer diz que Daniel Vorcaro é uma pessoa ‘muito doce e suave’, mas exagerou

PF faz busca e apreensão na casa de Bolsonaro atrás de armas e munições

Assuntos Bolsonaro, Jair Bolsonaro, Palácio do planalto, volta ao trabalho
Valmir Lima 23 de novembro de 2022
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Política

PF faz busca e apreensão na casa de Bolsonaro atrás de armas e munições

8 de julho de 2026
Presidente Jair Bolsonaro faz gesto de arma: novo slogan religioso (Foto: Marcos Corrêa/PR)
Política

Moraes manda Exército entregar armas de Bolsonaro à Polícia Federal

6 de julho de 2026
Bolsonaro foi levado para a Superintendência da Polícia Federal, onde ficará em uma sala de Estado (Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil)
Política

PGR recomenda manter Bolsonaro em prisão domiciliar

1 de julho de 2026
O Supremo Tribunal Federal julga o ex-presidente Jair Bolsonaro e mais sete aliados (Foto: Ton Molina/STF)
Política

Defesa de Bolsonaro teme que arma apreendida o leve de volta ao presídio

28 de junho de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?