O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Política

Bolsonaro se reúne com Valdemar, e PL anuncia filiação para dia 22

10 de novembro de 2021 Política
Compartilhar
Presidente Jair Bolsonaro
Presidente Jair Bolsonaro (Foto: Alan Santos/PR)
Por Julia Chaib, Ricardo Della Coletta e Marianna Holanda, da Folhapress

BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) – Após uma reunião com o presidente Jair Bolsonaro (sem partido), o chefe do PL, Valdemar Costa Neto, confirmou a filiação do mandatário ao partido em um ato em 22 de novembro, em Brasília.

Valdemar e Bolsonaro se encontraram nesta quarta-feira (10) no Palácio do Planalto para fechar os últimos detalhes da entrada do presidente no PL. Além de Bolsonaro, políticos aliados devem migrar para a mesma legenda.

Bolsonaro está sem partido desde que rompeu com o PSL no final de 2019. Sem conseguir estruturar uma nova legenda, o Aliança pelo Brasil, Bolsonaro iniciou conversas com partidos do centrão, entre eles o PL e o PP.

Seu filho Flávio Bolsonaro chegou a se filiar a outros dois partidos enquanto tentavam negociar a filiação do presidente: Republicanos e Patriota.

De acordo com o próprio Bolsonaro, na manhã desta quarta, a ida para o PL estava 99,9% confirmada e depende de detalhes.

Em entrevista a uma rádio do Espírito Santo, na manhã desta quarta-feira (10), ele disse que pretendia concluir algumas negociações sobre São Paulo para bater o martelo.

“Se eu vier a disputar a reeleição, eu quero ter um candidato ao governo do estado em São Paulo, um candidato ao Senado e uma boa bancada de indicados”, disse. “Está faltando acertar esse pequeno detalhe com o Valdemar, que eu acredito que a gente acerte no dia de hoje.”

Tanto o PP quanto o PL são aliados do governador João Doria (PSDB), em São Paulo. Mas havia ainda uma movimentação, em especial do partido de Ciro Nogueira (Casa Civil), para lançar o ministro Tarcísio de Freitas (Infraestrutura) para o Senado, numa chapa com Geraldo Alckmin.

O ex-governador está bem posicionado nas pesquisas de intenção de voto, mas é adversário político de Bolsonaro. O presidente quer lançar Tarcísio para o governo de São Paulo, mas o ministro resiste à ideia e prefere sair para o Senado.

Além disso, experientes lideranças do centrão acham que as chances de uma candidatura de Tarcísio prosperar para o governo do Estado são baixas.

Bolsonaro quer um candidato a governo para ter palanque no maior colégio eleitoral do País.

Também participaram do encontro no Planalto na manhã desta quarta o senador Flávio Bolsonaro (Patriota-RJ), o líder do PL no Senado, Carlos Portinho (RJ), e Onyx Lorenzoni (Trabalho e Previdência).

O ministro foi um dos principais fiadores da ida do presidente para a legenda -ele também deve se filiar para concorrer ao governo do Rio Grande do Sul.

Aliado de Bolsonaro, o senador Luiz Carlos Heinze (PP-RS) também quer se candidatar a governador. Depois da reunião do presidente com o PL, Heinze esteve no Planalto.

Segundo contou à reportagem, ele levou prefeitos para encontrar Bolsonaro, mas os dois também conversaram sobre o imbróglio do estado. “Ele terá dois palanques, não tem problema nenhuma”, disse o senador.

Heinze diz não cogitar desistir de sua campanha, apesar do plano do Planalto para lançar Onyx e acomodar o senador no Ministério da Agriculta, quando Tereza Cristina sair do governo para disputar a eleição.

Um dos principais temas discutido na reunião foi eleger o maior número de senadores possível. Auxiliares palacianos entendem ser essencial para um eventual segundo mandato consolidar uma bancada no Senado.

Hoje Bolsonaro não consegue aprovar propostas na Casa, que é presidida por um possível adversário em 2022, o senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG)

A ideia de aliados do presidente é que a entrada de Bolsonaro no PL consolide uma chapa à reeleição que também deve ter o PP e o Republicanos como pilares de sustentação. O plano é que o PP indique o vice de Bolsonaro.

Auxiliares palacianos dizem acreditar que a filiação ao PL é a forma mais garantida de amarrar a sigla com o presidente em 2022, evitando uma eventual neutralidade ou, pior, debandada para apoiar outro candidato, como o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Aliados também veem certa dose de pragmatismo na escolha do partido. A avaliação é que o tempo de televisão será crucial na disputa e o PP já é dado como certo na coligação. Assim, com o PL, Bolsonaro teria ainda mais exposição no horário eleitoral.

A provável filiação de Bolsonaro e seus apoiadores ao partido consolida ainda mais a mudança de postura do presidente, eleito com a promessa de acabar com o que chama de “velha política”, moldada no toma lá dá cá.

O “toma lá” são os vários cargos de segundo e terceiro escalão da máquina federal, postos cobiçados por caciques partidários para manter seu grau de influência em Brasília e nos estados.

O “dá cá” é uma base de apoio mínima no Congresso para, mais do que aprovar projetos de seu interesse, evitar a abertura de um possível processo de impeachment.

O general Augusto Heleno (GSI), na campanha de 2018, cantou: “Se gritar pega centrão, não fica um, meu irmão”. O PL e o PP ocupam as principais cadeiras no Palácio do Planalto: Casa Civil, com Ciro Nogueira, e Secretaria de Governo, com Flávia Arruda.​

Notícias relacionadas

Redes sociais democratizaram debate público, mas disseminam desinformação, diz Barroso

Voto de Cármen Lúcia sobre Ficha Limpa é de ‘elevada relevância’, diz Movimento Anticorrupção

Prefeitura repassará R$ 348,4 milhões à Câmara Municipal este ano

Justiça nega extradição para o Brasil e ex-deputada Carla Zambelli é libertada na Itália

Suplente de Alcolumbre é indiciado pela PF por associação criminosa e corrupção

Assuntos filiação, Jair Bolsonaro, Valdemar Costa Neto
Redação 10 de novembro de 2021
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Golpistas em ataque às sedes dos Três Poderes no dia 8/1/2023: réu é absolvido (Foto: Joedson Alves/ABr)
Política

AGU defende no STF que Lei da Dosimetria, que reduz penas de golpistas, é inconstitucional

19 de maio de 2026
Ator Jin Caviezel como Bolsonaro em cena de Dark Horse: deputado do PT quer proibir exibição do filme antes das eleições (Imagem: YouTube/Reprodução)
Política

Deputado e Prerrogativas pedem proibição do filme sobre Bolsonaro antes das eleições

19 de maio de 2026
Flávio Bolsonaro justificou pedido de dinheiro a Vorcaro em vídeo no Instagram (Imagem: Instagram/Reprodução)
Política

Flávio Bolsonaro diz que pediu patrocínio a Vorcaro porque o banqueiro era um ‘astro’

15 de maio de 2026
Flávio Dino
Política

Dino abre novo processo para apurar desvio de emendas para filme sobre Jair Bolsonaro

15 de maio de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?