O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Dia a Dia

Barroso rejeita pela 3° vez plano de combate à Covid-19 em terras indígenas

19 de dezembro de 2020 Dia a Dia
Compartilhar
Ministro ordenou elaboraçao de novo plano para proteger índios (Foto: Marcello Casal Jr/ABr)
Por Matheus Teixeira, da Folhapress

BRASÍLIA – O ministro Luís Roberto Barroso, do STF (Supremo Tribunal Federal), rejeitou nesta sexta-feira, 18, a terceira versão do plano de enfrentamento à Covid-19 para os povos indígenas apresentado pelo governo à corte.

O magistrado determinou que o Executivo apresente até 8 de janeiro uma quarta proposta para proteção das terras indígenas e criticou a atuação da União na área.

“Impressiona que, após quase dez meses de pandemia, não tenha a União logrado o mínimo: oferecer um plano com seus elementos essenciais, situação que segue expondo a risco a vida e a saúde dos povos indígenas e que mantém em aberto o cumprimento da cautelar deferida por este juízo”, disse.

O ministro afirmou que a homologação da terceira versão não seria adequada porque o governo persistiu em “deficiências essenciais à sua exequibilidade, efetividade e monitorabilidade”.

Para a quarta proposta, Barroso afirmou que o Executivo deve apresentar detalhadamente os critérios para fornecimento de cestas básicas, o total de famílias atendidas e a localização em que se encontram.

O governo também deverá indicar quais terras indígenas não homologadas serão beneficiadas pelo fornecimento de água. “Quanto à assistência integral e diferenciada: detalhar ações de saúde, número de equipes atuando e população atendida por região, desde o início da decisão liminar de 8 de julho de 2020, bem como estratégias, déficits e previsão de expansão”.

Barroso solicitou que a Apib (Articulação dos Povos Indígenas do Brasil) apresente a lista de materiais e equipamentos de que necessitam as barreiras de contenção instaladas pelos próprios povos indígenas, para que o governo inclua no plano de assistência aos índios.

Apesar de rejeitar a última versão apresentada pelo governo, o ministro decidiu que os termos nela previstos devem ser executados imediatamente. A primeira decisão de Barroso relativa à protação de índios contra a Covid-19 ocorrem em julho, quando deu um despacho liminar (provisório) em favor de ação em que a Apib e seis partidos acusam o governo de omissão na proteção das comunidades indígenas contra o coronavírus.

Na época, por ordem de Barroso, o governo criou uma sala de situação para avaliar o tema, composta por integrantes do Supremo e representantes indígenas e do Executivo.

Em agosto, o plenário da corte referendou a decisão por unanimidade. Na ocasião, o STF reafirmou a ordem que o Executivo crie barreiras sanitárias para aldeias em isolamento. Para os locais nos quais os índios mantêm contato com invasores, o governo deverá elaborar um plano de retirada de ocupantes ilegais das áreas protegidas.

Notícias relacionadas

PRF apreende 108 quilos de mercúrio transportados irregularmente na BR-319

Detento algemado foge de viatura antes de audiência em Manaus

Vandalismo gera prejuízo de R$ 31 mil em estações de ônibus de Manaus

Anvisa determina apreensão de lotes falsificados de Mounjaro

Advogado suspeito de estuprar filhas menores é exonerado da OAB-AM

Assuntos Covid-19, destaque, Luis Roberto Barroso, terras indigenas
Cleber Oliveira 19 de dezembro de 2020
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

A proposta que a categoria levou à assembleia foi de 10% de reajuste salarial (Foto: Arquivo/Sendurb)
Economia

Patrões da construção civil oferecem 6% de reajuste; trabalhadores rejeitam e anunciam greve

10 de julho de 2026
Alimentos e inflação
Economia

Preço de alimentos recua, e inflação oficial de junho fica em 0,16%

10 de julho de 2026
Estudantes Enem
Dia a Dia

Inscrição para 2° semestre do Prouni pode ser feita até esta sexta-feira

10 de julho de 2026
Atendimento no INSS: novas regras para a aposentadoria (Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/ABr)
Economia

STF conclui julgamento sobre revisão da vida toda no INSS; entenda o caso

10 de julho de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?