O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Economia

Bancos viveram fim de uma era em 2014, dizem analistas

13 de fevereiro de 2015 Economia
Compartilhar
Banco do Brasil, Caixa Econômica, Bradesco, Itaú e Santander faturaram, no ano passado R$
Banco do Brasil, Caixa Econômica, Bradesco, Itaú e Santander tiveram, no ano passado, lucro líquido de R$ 21 bilhões (Foto: Divulgação)

SÃO PAULO – O cenário de 2015, de acordo com os grandes bancos, é “desafiador”. Além do crédito que deve crescer menos, são esperadas receitas menores com banco de investimento e há temores quanto à possibilidade de piora na qualidade de ativos não só por conta da Operação Lava Jato, da Polícia Federal, mas também por causa da taxa Selic ainda maior. Embora juros mais altos favoreçam a margem dos bancos, se respingar nos calotes, a conta pode vir mais cara.

É com base neste cenário que analistas classificaram o quarto trimestre de 2014 como o fim de um ciclo para os grandes bancos de capital aberto. Juntos, Bradesco, Itaú, Santander, Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal apresentaram lucro líquido contábil de R$ 21 bilhões.

Apesar de oficialmente os bancos minimizarem os impactos da Lava Jato e uma eventual crise sistêmica para o setor financeiro, executivos de grandes instituições e de grupos estrangeiros têm demonstrado preocupação com os impactos para as empresas envolvidas e também à toda cadeia de fornecedores e prestadores de serviços. Se considerado todo o elo, a exposição supera, segundo fontes ouvidas pelo Broadcast, serviço de notícias em tempo real da Agência Estado, em muito os mais de R$ 130 bilhões comentados em relatório feito a pedido do governo.

Como era de se esperar, a exposição dos bancos às empresas envolvidas na Lava Jato predominou as conversas com analistas e a imprensa. Apesar das várias perguntas com ângulos diferentes, todos tinham o mesmo objetivo: quantificar o impacto para o sistema. O sigilo bancário, porém, os protegeu de darem maiores explicações.

Com o sinal de alerta dado nas grandes empresas por conta da Lava Jato, o foco dos bancos para emprestar será reforçado na pessoa física e, preferencialmente, em segmentos de baixíssimo risco como imobiliário e consignado (com desconto em folha). Crédito a veículo deve continuar represado uma vez que a regra que facilita a retomada do bem não deve trazer impactos imediatos.

Empréstimos

Na pessoa jurídica, embora tenham descartado preocupações com a exposição do sistema financeiro aos vários grupos que estão direta ou indiretamente ligados à crise na Petrobras, os grandes bancos não vislumbram uma piora nos calotes.

Desde a eclosão da Lava Jato, a liberação de recurso novo foi comprometida e as instituições passaram apenas a renovas créditos já concedidos. Para empresas, Banco do Brasil segue mais otimista e projeta alta de 7% a 11% enquanto Bradesco espera aumento de 4% a 8%. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

(Estadão Conteúdo/ATUAL)

 

Notícias relacionadas

Minerais críticos e estratégicos empregam 129 mil pessoas no Brasil

FMI prevê que Brasil voltará a ser 8ª maior economia do mundo em 2027

Cortes de auxílios podem estagnar economia de pequenas cidades

Governo Lula destina R$ 450 milhões para projetos tecnológicos

No Brasil, 43% dos gastos online são de consumidores sem cartão de crédito

Assuntos Bancos, Faturamento, juros, Lava Jato, projeção
Valmir Lima 13 de fevereiro de 2015
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

cédulas de real
Economia

Indústria está mais dependente de bancos tradicionais para crédito

16 de outubro de 2026
Economia

Até agosto, PIM tem faturamento recorde de R$ 165,12 bilhões

14 de outubro de 2026
Economia

Juro alto é maior entrave de acesso ao crédito para 76% da indústria

9 de outubro de 2026
Segundo a Febraban, os caixas eletrônicos funcionarão normalmente, assim como os canais de atendimento remoto pela internet e telefone (Foto: Valter Campanato/ABr)
Economia

Bancos não funcionarão no feriado de Nossa Senhora Aparecida

8 de outubro de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?