O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Dia a Dia

Balsa com 40 bois naufraga no Pará, 30 morreram na hora

16 de abril de 2021 Dia a Dia
Compartilhar
Dos 40 bois na Balsa, 30 morreram na hora (Foto: Divulgação/Polícia Militar do Pará)
Por Eduardo Laviano, da Folhapress

BELÉM – Trinta dos 40 bois que estavam em uma balsa morreram logo após um naufrágio no início da tarde desta quarta-feira, 14, no município de Muaná, no arquipélago do Marajó, no Pará. A embarcação navegava rumo a um matadouro da cidade.

Testemunhas relatam que tudo ocorreu no momento do desembarque dos animais e que moradores das imediações do local do acidente buscaram imediatamente maneiras de aproveitar a carne.

“Claro que a primeira coisa que a gente pensa, né? Nesse tempo de carestia, que nem se pode mais comprar carne… Mas, aí, no desespero as pessoas não pensam na questão da saúde, tanto nossa quanto do rio. Não pode. Eu sei que eu não quero comer”, disse a costureira Maria de Sousa.

Assim que soube do ocorrido, o Ministério Público do Pará enviou ofício à delegacia de Polícia Civil do município para que fosse feita uma vistoria no local após uma denúncia de que os animais já estavam sendo esquartejados e distribuídos para açougues da região.

Uma análise da Agência de Defesa Agropecuária do Estado do Pará condenou a carne para consumo humano, o que revoltou alguns moradores que exigiam a liberação da carne e reclamaram da decisão nas redes sociais. Os bois foram incinerados na manhã de quinta-feira, 15.

“Em momento nenhum a gente ia colocar a vida das pessoas nesse risco. A gente não é nem maluco em pensar nisso”, afirmou o prefeito Biri Magalhães (PTB).

Na manhã desta quinta-feira, 15, o Ministério Público afirmou que segue apurando as denúncias e as circunstâncias do naufrágio. O veículo pertencia ao vereador João Guilherme Kalume Kalif (PSC), presidente da Câmara Municipal, e ao Secretário de Agricultura da cidade, Nalmiro Brabo.

Segundo Brabo, não houve nenhum crime ambiental. A área do matadouro, conhecida como Rodagem, é bem afastada do centro da cidade, e a Secretaria Municipal de Meio Ambiente não identificou até o momento nenhum vazamento de óleo no rio.

“É acidente de percurso que acontece e, às vezes, a gente não sabe nem explicar. O prejuízo foi grande e vamos trabalhar para pagar. O mais importante é que não houve vítima”, disse o dono da embarcação.

Não foi a primeira vez que uma carga bovina naufragou em um rio paraense, impactando a economia local. Em 6 de outubro de 2015, um navio de bandeira libanesa naufragou na cidade de Barcarena com cinco mil bois vivos.

O acidente gerou um vazamento de 700 toneladas de óleo e brigas entre os moradores, que correram para a beira da praia para esquartejar os animais e levar as peças de carne para casa.

Desde então, o navio Haidar segue no fundo do mar e continua liberando óleo na água. Diversos cadáveres seguem em decomposição no local, que viu o movimento turístico cair após a tragédia.

O governo do Pará autorizou em dezembro de 2020 a retirada do Haidar. O resgate deve durar seis meses.

Notícias relacionadas

De 760.118 professores, 266.322 não sabem o básico para dar aulas

Motociclista morre ao colidir com caçamba no Distrito Industrial em Manaus

Morre aos 80 anos a 1ª mulher trans a passar por redesignação sexual no Brasil

Redes sociais terão que remover conteúdos quando notificadas pelos usuários

TJAM nega pedido para soltar empresário preso no caso Djidja Cardoso

Assuntos balsa, Boi, Naufrago
Redação 16 de abril de 2021
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Balsa Porto de Manaus
Dia a Dia

Passarela que dá acesso a balsa no Porto de Manaus desaba

28 de abril de 2026
Variedades

Balsa com decoração de Natal vai percorrer 45 comunidades no AM

1 de dezembro de 2025
Dia a Dia

Acesso ao Porto de Manaus custa mais que travessia de balsa ao Careiro

22 de setembro de 2025
Rebocador no momento em que se desprende da balsa e afunda no Rio Negro (Imagem: WhatsApp/Reprodução)
Dia a Dia

Empurrador de balsa com carretas naufraga no Rio Negro em Manaus

29 de agosto de 2025

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?