O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Dia a Dia

Assassinato na Amazônia na faixa de 0 a 19 anos é maior que média nacional

21 de setembro de 2022 Dia a Dia
Compartilhar
Vila de ribeirinhos no Amazonas: aumentou assassinatos de crianças e adolescentes na Amazônia (Foto: Polícia Federal/Divulgação)
Por Fernanda Mena, da Folhapress

SÃO PAULO – A recente explosão de violência na Amazônia Legal, território brasileiro que engloba a região Norte, o Mato Grosso e boa parte do Maranhão, tem atingido as crianças e adolescentes de lá de maneira desproporcional.

Em 2021, os assassinatos na faixa etária que vai de 0 a 19 anos nesta região foram 34,3% superiores à média nacional. Enquanto, no país, ocorreram 8,7 mortes violentas de crianças e adolescentes a cada 100 mil pessoas de 0 a 19 anos, na Amazônia Legal essa taxa chegou a 11,1 casos por 100 mil nesta faixa etária, segundo dados do Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP).

A categoria mortes violentas intencionais inclui os registros de homicídios dolosos (quando há intenção), mortes em decorrência de intervenção policial, latrocínios e lesão corporal seguida de morte.

A região concentra 20,7% das mortes violentas intencionais de crianças e adolescentes do Brasil, enquanto a parcela da população nesta faixa etária vivendo no território da Amazônia Legal é de 16,3%. A região Norte é aquela que tem maior parcela da população formada por crianças e adolescentes.

A Amazônia Legal e sua população estão imersas num ecossistema de mercados ilícitos, que vão da atuação cada vez mais intensa de redes de narcotráfico na região ao garimpo e à grilagem de terras, além da extração ilegal da madeira, de minérios e de animais selvagens.

As dinâmicas dessas redes criminais foram incrementadas nos últimos anos, levaram ao aumento de 55% nos assassinatos na região entre 2020 e 2021, e afetam de diversas maneiras comunidades nas cidades e na floresta, entre povos ribeirinhos, quilombolas e indígenas, com suas crianças e adolescentes.

Outro indicador é o de violência sexual contra esse grupo mais vulnerável da população, que também aparece exacerbado na Amazônia Legal, onde a taxa de estupros de crianças e adolescentes é 7,6% maior que a média nacional (85,5 casos por 100 mil habitantes de 0 a 19) e chega a escandalosos 90,9 estupros a cada 100 mil pessoas nesta faixa etária.

Para se ter ideia da magnitude desses números, a taxa nacional de estupros para todas as idades em 2021 é 30,9 estupros a cada 100 mil habitantes, uma frequência três vezes menor que aquela entre crianças e adolescentes da Amazônia Legal.

Os dados referentes a 2021 são das Secretarias de Segurança Pública e da Defesa Social dos estados e foram compilados pelo FBSP a pedido da Agenda 227, movimento que reúne cerca de 300 organizações da sociedade civil e que há um ano elabora dez propostas de políticas públicas para crianças e adolescentes no Brasil.

Agenda 227 faz uma referência ao artigo 227 da Constituição Federal de 1988, segundo o qual é “dever da família, da sociedade e do Estado assegurar à criança, ao adolescente e ao jovem, com absoluta prioridade, o direito à vida, à saúde, à alimentação, à educação, ao lazer, à profissionalização, à cultura, à dignidade, ao respeito, à liberdade e à convivência familiar e comunitária, além de colocá-los a salvo de toda forma de negligência, discriminação, exploração, violência, crueldade e opressão”.

“Este é o pacto que fizemos durante a Constituinte. O artigo 227, que trata de crianças e adolescentes, é o único da Constituição que usa o termo ‘absoluta prioridade’”, aponta Lucas Lopes, da coordenação da Agenda 227 e membro da Coalizão Brasileira pelo Fim da Violência contra Crianças e Adolescentes.

“Temos uma agenda de desenvolvimento social e econômico sustentável e nossa proposta é pensar o país a partir da centralidade da criança e do adolescente, que estão invisibilizados no atual debate político e eleitoral”.

Segundo Lopes, o Brasil tem uma tradição de intervenção tardia, ou seja, dedica políticas públicas e, portanto, recursos do orçamento para o atendimento de crianças que já foram vítimas de violações de direitos, seja no campo da saúde, da educação, da assistência social ou da Justiça. O foco, diz, precisa ser em políticas de prevenção e de intervenção nas causas dessas violências.

Entre as propostas da Agenda 227 estão a criação de uma rubrica orçamentária para a prevenção das violências contra crianças e adolescentes. “Prevenção começa no orçamento público e, sem dotação específica para a execução de ações de prevenção, já começaremos 2023 atrasados no enfrentamento à violência contra quem precisa ter absoluta prioridade”.

Outra proposta surgiu a partir da coleta de dados na região da Amazônia Legal. “Não temos dados do Acre, por exemplo. E precisamos deles para aprimorar a análise e identificação de pontos importantes naquele território”, explica ele, informando que outra das propostas da Agenda 227 é integrar bases de dados e o estabelecimento de parâmetros para facilitar a leitura dos registros de áreas tão distintas quanto saúde e segurança pública.

“O desafio da notificação da violência já é algo complexo, seja pela naturalização, seja pela invisibilidade de práticas violentas, ou ainda pela vergonha de denunciar e pelas dificuldades no acesso a mecanismos de denúncia, o que é sempre mais desafiante no caso de crianças e adolescentes”, diz Lopes.

Para Samira Bueno, diretora-executiva do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, a região da Amazônia Legal apresenta um padrão de violência ainda mais grave e acentuado do que o resto do país que decorre de conflitos fundiários e crimes ambientais, e da chegada em peso de facções do crime organizado na região Norte, importante por fazer fronteira com áreas produtoras de drogas, como Colômbia, Peru e Bolívia.

“Os dados mostram os desafios da região da Amazônia Legal, para onde é preciso pensar políticas públicas que só chegam de barco e que requerem equipamentos, protocolos e procedimentos específicos de policiamento”, diz ela, para quem a região vive, além do aumento da violência letal, também “uma epidemia de violência sexual contra crianças e adolescentes”.

Notícias relacionadas

Embaixadores da União Europeia conhecem projetos de pesquisa da UEA

Indígena é preso suspeito de engravidar a filha de 12 anos, que também é neta dele

Pilotando motocicleta, entregadora morre ao colidir com picape em Manaus

TJAM julga no dia 27 de maio réus pela morte de Débora Alves

TRT-11 determina circulação de 80% da frota de ônibus durante greve

Assuntos Amazônia Legal, assassinatos, destaque, Fórum Brasileiro de Segurança Pública
Cleber Oliveira 21 de setembro de 2022
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Polícia

Indígena é preso suspeito de engravidar a filha de 12 anos, que também é neta dele

21 de maio de 2026
Gil Romero Machado Batista e José Nilson Azevedo da Silva, réus pela morte de Débora (Foto: Divulgação)
Dia a Dia

TJAM julga no dia 27 de maio réus pela morte de Débora Alves

21 de maio de 2026
Dia a Dia

TRT-11 determina circulação de 80% da frota de ônibus durante greve

21 de maio de 2026
Médica entrega receita a paciente: lei torna obrigatório letras legíveis no documento (Imagem: YouTube/Reprodução)
Saúde

Sistema de controle vai rastrear receita médica desde a emissão

21 de maio de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?