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Política

Aras pede a Fux que entregue a Kassio Nunes processo sobre missas e cultos

6 de abril de 2021 Política
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Augusto Aras é alvo de ação no Conselho do MPF (Foto: Pedro França/Agência Senado)
Augusto Aras (Foto: Pedro França/Agência Senado)
Por Rafael Bragança, da Folhapress

SÃO PAULO – O procurador-geral da República, Augusto Aras, fez um pedido nesta segunda, 5, ao presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), Luiz Fux, para que o processo sobre a liberação de missas e cultos saia das mãos do ministro Gilmar Mendes e passe para as de Kassio Nunes Marques. Com a troca na relatoria, a permissão para a realização das celebrações seria mantida e o julgamento da matéria no plenário da Corte poderia ser evitado.

O julgamento pelo plenário foi marcado por Fux para esta quarta-feira, 7, após duas decisões contraditórias sobre o tema.

No sábado, 3, Nunes liberou os cultos presenciais no estado de São Paulo, acatando ação do PSD (Partido Social Democrático) e do CNPB (Conselho Nacional de Pastores do Brasil) que argumentava que o decreto baixado pelo governador de São Paulo, João Doria (PSDB), proibindo celebrações com presença do público era inconstitucional por ferir a liberdade religiosa.

Já nesta segunda-feira, Gilmar manteve o veto a cultos religiosos presenciais no estado de São Paulo.

No plenário, a tendência é de que a proibição das celebrações seja referendada, fazendo valer a decisão de Gilmar Mendes. O que Aras argumenta é que a ADPF (Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental) deve se juntar ao processo mais antigo no STF que trata do assunto, ou seja, o relatado por Nunes – ministro indicado pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido)
“A regra de distribuição estabelecida pelo regimento interno visa a evitar decisões conflitantes ou contraditórias e a gerar economia processual”, escreveu Aras no pedido feito a Fux.

No caso, o processo relatado por Gilmar se juntaria a outra ADPF, esta de relatoria de Nunes Marques, sobre a qual o tomou a decisão da liberação das celebrações no último final de semana. Nunes Marques afirmou na liminar concedida anteontem, 3, que a proibição feria o “direito fundamental à liberdade religiosa”.

Na decisão que manteve a proibição de missas e cultos em São Paulo, Gilmar Mendes argumentou que “apenas uma postura negacionista” poderia levar à conclusão de que as medidas restritivas quanto às celebrações significam a violação de direitos fundamentais, numa clara referência à liminar de Nunes Marques.

“Em um cenário tão devastador, é patente reconhecer que as medidas de restrição à realização de cultos coletivos, por mais duras que sejam, são não apenas adequadas, mas necessárias ao objetivo maior de realização da proteção da vida e do sistema de saúde”, escreveu o ministro do STF.

As visões antagônicas dos ministros da Corte também foram destaque recentemente durante o julgamento sobre a suspeição do ex-juiz Sergio Moro. Os magistrados deram argumentos divergentes na sessão que terminou com Moro declarado como parcial. Nunes Marques chegou a reclamar de uma fala de Gilmar, que contestou veementemente as justificativas do colega de STF no seu voto.

A decisão liminar proferida por Nunes Marques determinou algumas condições para a realização das celebrações religiosas, entre elas a ocupação máxima de 25% da capacidade do local e o uso alternado de fileiras de cadeiras ou bancos por parte dos fiéis. Em missas e cultos celebrados neste domingo, 4, porém, foi possível observar descumprimento aos protocolos.

Nas missas realizadas na Basílica de Nossa Senhora Aparecida, em Aparecida (SP) e na Catedral Metropolitana do Rio de Janeiro, os fiéis mantinham menor distanciamento social do que o determinado, principalmente pela proximidade entre as fileiras. Em culto da Igreja Mundial do Poder de Deus, em São Paulo, a cena também se repetiu.

Os cultos e missas foram suspensos por determinações estaduais e de prefeituras como forma de conter a propagação do novo coronavírus. Em quase todo o país, o sistema de saúde segue pressionado pelo avanço da pandemia, com internações e mortes causadas pela covid-19 em alta.

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Assuntos Augusto Aras, Kassio Nunes, Luiz Fux, missas, missas e cultos
Redação 6 de abril de 2021
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1 Comment
  • Sergio ribeiro lemos disse:
    6 de abril de 2021 às 10:31

    E o que está protegendo as pessoas que se utilizam do transporte coletivo que diariamente estão lotados aqui em manaus, umas sobre as outras, e uma aglomeração sem igual nas estações diáriamente, e o Sr. Gilmar Mendes preocupado com os religiosos que pelo menos estão distanciados e protegidos com álcool gel.

    Responder

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