O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Dia a Dia

Após início da imunização, cresce disseminação de notícias falsas sobre vacina

24 de fevereiro de 2021 Dia a Dia
Compartilhar
Cresceu número de fake news após início de vacinação contra Covid-19 (Foto: Pillar Pedreira/Agência Senado)
Por Cláudia Collucci, da Folhapress

SÃO PAULO – A disseminação de notícias falsas sobre as vacinas contra a Covid-19 pelas redes sociais cresceu após o início da imunização no Brasil, mostra análise da União Pró-Vacina, projeto da USP-Ribeirão que monitora desde 2019 os dois maiores grupos antivacina atuando no país.

Entre maio e julho de 2020, período em que começaram os testes dos imunizantes no país, o número de publicações mensais alcançou, no máximo, 87. Em dezembro foram 111. Em janeiro deste ano, 257.

A segunda quinzena de janeiro, período que coincide com a aprovação pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) do uso emergencial das vacinas Coronavac, do Butantan e da Sinovac, e Covishield, da Universidade de Oxford e da AstraZeneca, e início da vacinação, concentrou quase 40% das publicações.

O teor da maioria dessas postagens trata do suposto perigo das vacinas (45,1%) e faz referências a diversas teorias da conspiração (19%). Ainda persistem outras desinformações usadas pelos grupos antivacina, como alteração do DNA humano (5,7%), conspirações políticas envolvendo os imunizantes (4,9%), ausência de eficácia (4,3%) e uso de fetos abortados na fabricação desses produtos (3,3%).

Segundo o pesquisador João Henrique Rafael, analista de comunicação do Instituto de Estudos Avançados da USP-Ribeirão e idealizador do projeto, houve uma mudança de teor do conteúdo anti-vacina. “Eles saíram de publicações genéricas para postagens com falsos casos de mortes ou de reações graves. É o clássico caso do bombeiro tal, da enfermeira tal que tomaram a vacina e morreram”.

As postagens utilizam principalmente vídeos (41,6%), links (24,5%), imagens (22%) e textos (11,7%). A maior parte está em português (71,2%), mas há ainda conteúdo em inglês (19,8%), espanhol (7,1%) e outros idiomas (1,9%).

O volume de interação dos participantes dos grupos com o conteúdo segue alto, segundo Rafael. As 368 postagens de dezembro e janeiro obtiveram 3.942 reações, 1.313 comentários e 2.372 compartilhamentos. No total, 126 autores foram responsáveis por todas postagens, sendo que 16 responderam por quase metade das publicações (48,10%).

De acordo com o pesquisador, apesar de circular informações falsas sobre vacina em várias plataformas, grupos organizados antivacina, que já atuavam há anos na disseminação de conteúdo falso, só foram encontrados no Facebook.

A análise demonstra que o posicionamento do Facebook em dezembro, afirmando que iria remover postagens que trouxessem alegações falsas sobre vacinas contra a Covid-19, não teve efeito prático nesses grupos. Até mesmo a marcação de conteúdo falso foi falha, segundo Rafael: apenas 7,6% das publicações analisadas pelo grupo da USP entre dezembro e janeiro continham um alerta.

No início de fevereiro, porém, o Facebook atualizou novamente suas diretrizes e disse que removeria grupos, páginas e contas que compartilhassem repetidamente informações falsas sobre Covid-19 e vacinas.

“Aparentemente um dos grupos mais ativos, com 13 mil membros, o Facebook derrubou. Não é mais possível acessá-lo desde o dia 10. É uma política tardia, quase um ano depois da pandemia, mas parece que acertou em cheio esses grupos”, afirma Rafael. O outro grupo, que soma cerca de 15 mil usuários e tem seis anos de atuação, segue disseminando conteúdo falso.

“Vamos cobrar para que esse grupo também seja derrubado e que o Facebook não permita que novas páginas surjam para ocupar o espaço das que foram derrubadas. Vimos que já tem uma nova (página) surgida em janeiro”.

Para ele, é importante que as plataformas de redes sociais atuem firmemente contra esses grupos para evitar o desencorajamento das pessoas na vacinação. “Com o avanço da imunização, as pessoas que acreditavam nessas teorias absurdas também vão percebendo que ninguém entrou em metamorfose e virou jacaré”, brinca.

Pesquisa Datafolha aponta que aumentaram a aceitação aos imunizantes e o medo de contrair a Covid-19.

Notícias relacionadas

Mulher que pilotava moto morre ao ser atingida por caminhão em Manaus

Motorista sai para verificar pane em carro, é atropelado por moto e morre

Ministério da Saúde reforça campanha para combater o sarampo no país

Professor esfaqueado por adolescente durante aula de reforço deixa hospital

Polícia investiga morte de trabalhador em montagem de alegoria de ciranda

Assuntos fake News, imunização, notícias falsas, vacinação, vacinação contra a Covid-19
Redação 24 de fevereiro de 2021
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Vacinação contra o Sarampo
Dia a Dia

Ministério da Saúde reforça campanha para combater o sarampo no país

29 de agosto de 2026
Vacinação contra a Covid-19 (Foto: Divulgação/FVS)
Dia a Dia

Vereador quer acabar com exigência de vacinação contra a Covid-19 nas escolas

12 de agosto de 2026
Urna eletrônica é submetida a testes para atestar segurança (Foto: TSE/Divulgação)
Política

Lei não é suficiente para impedir uso de IA e desinformação nas eleições

10 de agosto de 2026
Ovos de galinha tiveram produção reduzida em 2023 no estado (Foto: Paulo Pinto/Fotos Públicas)
Dia a Dia

Anvisa afirma que é falso vídeo sobre alerta de plástico em ovos

5 de agosto de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?