O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Política

Ao bloquear imóveis da família de Pablo, juiz cita ‘fortes indícios’ de uso de ‘laranjas’

24 de julho de 2020 Política
Compartilhar
Deputado Federal Delegado Pablo teve imóveis bloqueados pela Justiça Federal (Foto: Maryanna Oliveira/Câmara dos Deputados)
Por Felipe Campinas, da Redação

MANAUS – Ao decretar o bloqueio de dois imóveis da empresa Oliva e Souza Ltda, registrada no nome de Eda Maria Oliva Souza e Pierre Oliva Souza, no último dia 9 de julho, o juiz Marllon Souza, da 2ª Vara Federal do Amazonas, afirmou que há fortes indícios de que o deputado federal Delegado Pablo (PSL) seja o verdadeiro dono dos bens e que tenha usado a mãe e o irmão como “laranjas” para lavar dinheiro.

“Desta forma, verifica-se que o investigado Pablo Oliva Souza, por meio de interpostas pessoas, utilizou de pessoa jurídica, da qual seria o administrador de fato, para escamotear patrimônio (imóveis e automóveis) oriundos de atividades ilícitas, caracterizando, em tese, o delito de lavagem de dinheiro”, diz trecho da decisão de Souza, à qual o ATUAL teve acesso.

O magistrado decretou o sequestro e bloqueio de um imóvel localizado no Condomínio Vila Rica, na Avenida Efigênio Sales, Bairro Parque Dez de Novembro; e de outro imóvel localizado na Avenida Sete de Setembro, nº 319, sala 07, no Centro de Manaus. Ambos estão registrados no nome da empresa Oliva e Souza Ltda.

Marllon Souza também autorizou o compartilhamento de todas as informações obtidas pela Polícia Federal com a Receita Federal do Brasil para que sejam realizados os lançamentos e cobranças de tributos eventualmente sonegados.

O sequestro de bens foi solicitado pelo MPF (Ministério Público Federal) e (PF) Polícia Federal em investigação oriunda da Operação Seronato, deflagrada em maio deste ano, que investiga crimes de corrupção passiva, falsidade ideológica e lavagem de dinheiro. Na ocasião, foram alvos de busca e apreensão Pablo Oliva, Eda Maria Oliva, Pierre Oliva, Daniel Tomiasi, Valter Ribeiro e Arlena Maria Guimarães Gato.

À época, a PF informou que investigava suposta subcontratação, realizada pelo consórcio de empresas Encalso-Engevix-Kallas, que atuou na construção do Aeroporto Internacional Eduardo Gomes, para que a empresa Oliva e Souza Ltda executasse o paisagismo do aeroporto pelo valor de R$ 1,2 milhão. O delegado era coordenador regional de Segurança em Grandes Eventos.

“Há, no presente caso, forte indicação da prática dos crimes de corrupção passiva, uso de documentos falso, falsificação de documento particular e público, concussão e lavagem de dinheiro pelos investigados, na medida em que o investigado Pablo Oliva Souza, aproveitando-se de seu cargo na Coordenação Regional de Segurança em Grandes Eventos, teria criado uma empresa de fachada, administrada por familiares, que seriam “laranjas”, com a finalidade de conferir aparência de legalidade aos valores ilícitos por ele recebidos”, disse Marllon Souza.

“Laranjas”

De acordo com a Polícia Federal, as investigações se deram a partir da “descoberta fortuita de provas” em um processo que tramita na 4ª Vara Federal do Amazonas e que indicou possível prática de crimes de falsidade ideológica e lavagem de dinheiro por parte do Delegado Pablo na época em que ele era coordenador regional de Segurança em Grandes Eventos.

Pablo, segundo a PF, usou a empresa Oliva e Souza Ltda, criada em julho de 2012, para celebrar contrato com o consórcio Encalso-Engevix-Kallas “com o propósito de receber recursos ilíticos”. As investigações apontam que o então delegado federal comprou bens com o dinheiro obtido ilicitamente e os registrou em nomes de terceiros.

Em 2013, a empresa Oliva e Souza Ltda firmou contrato para fornecimento, plantio e manutenção de mudas, sob o regime de concessão, no Aeroporto Internacional Eduardo Gomes, no período de 10 de julho de 2013 a 10 de dezembro do mesmo ano. No entanto, após prorrogações, o contrato só encerrou em setembro de 2015 e a empresa abocanhou R$ 1,2 milhão.

De acordo com a PF, o contrato chamou a atenção porque, na época em que foi formalizado, além de ser coordenador regional de Segurança em Grandes Eventos, Pablo era presidente da Comissão Estadual de Segurança Pública e Defesa Civil para Grandes Eventos. Além disso, a empresa Oliva e Souza foi criada seis dias antes de ele assumir o cargo de coordenador.

Os policiais também desconfiaram do fato de a empresa, com inexperiência, ter celebrado contrato de grande vulto com menos de um ano de sua criação e de não ter registros de vínculos empregatícios. Outro ponto que causou “estranheza” foi ausência de abertura de conta bancária por um período de quase um ano após ser criada.

A PF encontrou no computador funcional do Delegado Pablo vários documentos relacionados à empresa Oliva e Souza, entre eles um contrato social, um contrato de empreitada, um termo Aditivo, um Alvará de 2014, duas notas fiscais e uma quitação contratual. Para a PF, isso “evidencia o controle deste sobre a sociedade empresária Oliva e Souza, pois não existiria motivos para a elaboração de tais documentos em sua estação de trabalho”.

Para a PF, o suposto uso de “laranjas” pelo Delegado Pablo tinha a “clara intenção de dissimular a origem ilícita dos recursos utilizados na aquisição dos bens e ocultar o real proprietário dos mesmos, conduta que evidencia também o cometimento do crime de lavagem de dinheiro”.

Procurado pela reportagem, o Delegado Pablo informou, através da assessoria dele, que não irá se manifestar sobre a decisão judicial.

Notícias relacionadas

Analistas mostram por que a compra de votos gera pobreza e corrupção

PT aprova candidatura de Marcelo Ramos ao Senado e apoio a Omar

Fundo de advogado e aliado de Eduardo Bolsonaro comprou casa em cidade em que ele vive nos EUA

Lula e Flávio empatam em 45% cada em eventual 2º turno, diz Datafolha

Datafolha: diferença da rejeição de Lula para Flávio é de quatro pontos

Assuntos bloqueio de bens, delegado Pablo, manchete, Operação Seronato
Felipe Campinas 24 de julho de 2020
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Brasileiros revelam ter recebido proposta de venda do voto. Prática é crime ()Imagem ilustrativa gerada por IA/Meta)
Política

Analistas mostram por que a compra de votos gera pobreza e corrupção

17 de maio de 2026
testamento
Dia a Dia

Cresce busca por testamento no Amazonas; documento evita conflitos por herança

16 de maio de 2026
Decisão contra ação de pé-candidatos do Amazonas é do ministro Floriano de Azevedo Marques (Foto: Alejandro Zambrana/Secom/TSE)
Política

TSE rejeita pedido de pré-candidatos do AM para barrar emendas em ano eleitoral

15 de maio de 2026
trabalhadora-desemprego
Economia

Desemprego cai e renda média do trabalhador sobe para R$ 2.770 no AM

15 de maio de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?