O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Dia a Dia

Ambulanchas usadas para casos de emergência no AM são inadequadas

13 de agosto de 2022 Dia a Dia
Compartilhar
servidores semsa
Estudo mostra problemas que profissionais da saúde lidam para atender pacientes com ambulanchas (Foto: João Viana/Semcom)
Da Redação

MANAUS – Profissionais da saúde que precisam atender chamados de emergência no Alto Solimões no Amazonas precisam lidar com embarcações – ambulanchas – que não são adequadas para o deslocamento e a falta de infraestrutura, como a ausência de banheiros.

A situação é apresentada no Estudo da Atuação das Equipes de Saúde no Serviço de Embarcações do Samu-192, Regiões Fluviais, Ribeirinhas e Marítimas. A pesquisa é do Centro de Estudos Estratégicos Antônio Ivo de Carvalho da Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz), com o Departamento de Atenção Hospitalar Domiciliar e de Urgência do Ministério da Saúde, realizado entre 2019 e 2022. 

Foram visitados três estados onde há o serviço: Amazonas, Bahia e Rio de Janeiro. Os tipos e graus de urgência variam em torno de ocorrências como AVC, infarto, mal súbito, hipertensão, abuso de álcool, traumas e cortes relacionados ao trabalho no roçado, afogamentos, problemas de saúde mental e picadas de animais peçonhentos.

O estudo revela que a iluminação exterior é um problema nas ambulanchas usadas no Alto Solimões, onde as comunidades são isoladas e os condutores dependem exclusivamente do próprio farol para enxergar.

Os profissionais relataram que os faróis eletrônicos ou muito sofisticados rapidamente se estragam, e acabam usando a lanterna de mão, o condutor com o braço para fora da janela, ou o técnico na proa, segurando um refletor ligado à bateria que chamam “capivara”.

Também afirmam que quaisquer elementos de cor clara no campo de visão do condutor provocam ofuscamento do piso da proa aos pequenos botões do painel.

O posto do condutor foi um ponto de críticas por todos os profissionais entrevistados, tendo
sido considerado desconfortável pelas equipes e extremamente inadequado pelo grupo de pesquisa em todos os quesitos observados: altura, tipo de assento, suporte para coluna e pés, segurança, visibilidade da proa, posição dos instrumentos e controles. Em uma das lanchas, o condutor tem que permanecer em pé durante todo o trajeto, pois quando
sentado não possui visibilidade.

Outro problema é a ausência de banheiro a bordo, sentida, principalmente, nos
locais de longa navegação, e agravado quando não há uma base fluvial onde a tripulação esteja
instalada.

“No Alto Solimões, região das maiores distâncias percorridas pelas ambulanchas, apenas um município dispõe de uma base fluvial, em condições precárias. Adicionalmente, em nenhuma das ambulanchas da região há banheiro”, diz o estudo.

A pesquisa informa que, considerando também que há pacientes e acompanhantes a bordo, é indicado que haja um banheiro em todas as ambulanchas que prestem serviço ao Samu 192.

Atendimento a indígenas

Outro ponto destacado, que ocorre no Alto Solimões, são os atendimentos às populações indígenas.

O estudo informa que, em geral, elas buscam a cura por tradições, representadas pelo cacique e o pajé da tribo, que usam métodos culturais que são preservados e cultivados
nas aldeias.

“Por vezes quando são acionados para realizar atendimento nessas comunidades os profissionais do Samu não conseguem remover o paciente até a Unidade de Saúde, porque o cacique não autoriza, nesse caso assinam um documento recusando o atendimento, às vezes precisam esperar o pajé terminar o atendimento e nos casos mais extremos acabam socorrendo o paciente quando já está com o seu quadro de saúde bastante agravado, o que segundo relatos acaba até por levar ao óbito”, diz a pesquisa.

Agentes comunitários

O estudo destaca nas comunidades ribeirinhas a importância da figura dos agentes comunitários de saúde para o apoio às populações e para o acionamento do Samu, pois acabam sendo referência para os moradores e minimizam a chamada desnecessária dos atendimentos de emergência.

“Além disso, foi destacada a importância desses profissionais pelos médicos reguladores porque costumam passar o quadro de saúde do paciente a ser atendido de forma fidedigna em virtude do conhecimento que possuem sobre os cuidados básicos de saúde, facilitando desta forma o atendimento das equipes”, informa a pesquisa.

Notícias relacionadas

Lei cria premiação em dinheiro para servidores da saúde em Manaus

Justiça reduz pena de prisão de homem que ateou fogo na esposa

‘Fogo cruzado’: professor tem que ensinar e também identificar ameaça

Escola deve ser suporte para identificar violência contra crianças e adolescentes

Prefeito usa farda de gari para entregar caminhões de coleta de lixo

Assuntos Alto Solimões, Amazonas, ambulanchas, emergência, Fiocruz, manchete
Redação 13 de agosto de 2022
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Com casos crescentes de violência nas escolas, professor assume também a função de apaziguador (Imagem ilustrativa gerfativa por IA/Google)
Dia a Dia

‘Fogo cruzado’: professor tem que ensinar e também identificar ameaça

23 de maio de 2026
Dia a Dia

Alívio nos ônibus: cai incidência de roubos de 213 para 51 em Manaus

22 de maio de 2026
Cerca de 2,5 toneladas de maconha do tipo skank, três fuzis e munições foram apreendidos (Foto: WhatsApp/Reprodução)
Polícia

Traficantes pulam no rio, fogem e deixam 2,5 toneladas de maconha e armas no barco

22 de maio de 2026
O levantamento mostra taxa de mortalidade infantil de 14,5 óbitos a cada mil nascidos vivos (Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/ABr)
Dia a Dia

FVS registra 232 mortes de bebês menores de 1 ano em 4 meses no Amazonas

22 de maio de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?