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Sando Breval

Amazônia: O zênite das metas e o nadir das ações

10 de dezembro de 2019 Sando Breval
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O latido da Laika

Em 1961 o presidente dos Estados Unidos, John Kennedy, traçou uma meta no mínimo desafiadora: Chegar a Lua! E fez isso em cadeia nacional para todo o povo americano. O que de fato isso significaria aquele chamado à nação? 

Naquele instante nasceu a NASA e anos depois (1969) Neil Armstrong pisava na Lua. Até aquele histórico discurso diversas iniciativas estavam em andamento, as quais aconteciam em locais diferentes de forma não integrada. Vale lembrar que a então União Soviética estava ganhando a corrida espacial, já havia lançado o primeiro satélite e conseguiu levar ao espaço e trazer de volta a cadelinha Laika.

Os 17 da ONU

Podemos analisar a agenda 2030, da Organização das Nações Unidas, com seus 17 objetivos de desenvolvimento sustentável, e de fato estão consignadas questões sobre a água, a educação, trabalho, cidades, consumo, inovação, energia limpa dentre outros temas relevantes. 

Inclusive no objetivo 9 – Construir infraestruturas resilientes, promover a industrialização inclusiva e sustentável e fomentar a inovação – dentre outras metas busca aumentar o acesso às tecnologias de informação e comunicação, visando o acesso universal e preços acessíveis até 2020. Sem dúvida que são muitos os desafios, mas claramente são reativos, correndo atrás da resolutividade de problemas, de causas e etc, contemplando certa de 169 metas.

Meta disruptiva

Podemos persistir na indagação de que como seria uma meta desafiadora para a Amazônia. O que de fato mudaria a nossa história? Como? Numa breve pesquisa, nos meios digitais, são evidenciadas inúmeras iniciativas governamentais, de empresas e do terceiro setor. De um lado voltadas para a busca de nova alternativa econômica e de outro, o olhar na preservação ambiental.

A diferença que em 1961 foi traçada uma meta disruptiva, além de desafiadora, que mudaria a forma que os pesquisadores norte-americanos almejavam alcançar ou vencer a corrida espacial. O que estava em jogo, para os EUA e a URSS, não eram questões de tecnologia espacial, e sim soberania.

Imaginemos algo: Amazônia responsável por 50% do PIB do Brasil; Amazônia propicia a maior a bolsa de valores ambientais do Mundo; Amazônia o novo Vale do Silício. Amazônia maior geradora de energia renovável do Planeta. Coisas assim que talvez iriam proporcionar a menor dependência.

Sputnik Amazônico

A onda da 4ª Revolução Industrial vem inundando as empresas e em breve chegará nos governos aumentando a interoperabilidade governamental. Mais interoperabilidade resulta em menor máquina administrativa e mais transparência. Os conceitos da indústria 4.0 e toda a transformação digital que ela carrega certamente contribuirão para o nosso “Sputnik”.  

O aumento da maturidade das empresas acarretará inúmeros investimentos em tecnologia, e antes disso em pesquisa e desenvolvimento (P&D), portanto tem-se um enorme vale a ser coberto de capacitação, de infraestrutura e processos. 

Qualquer que seja a nossa meta precisaremos da ciência e da floresta, e acima de tudo uma busca panóptica sobre todas as possibilidades, afinal é nossa existência que está em jogo. 

Mordida da Laika

É claro que tal reflexão, sobre a nossa meta amazônica, é quase uma metonímia, contudo trazê-la à baila faz parte de um processo de discussão sobre as nossas trilhas sociais, econômicas e tecnológicas. Trilhas que podemos chegar a Lua ou permanecer perdidos na selva, sendo mordidos pelas inúmeras laikas.


Os artigos publicados neste espaço são de responsabilidade do autor e nem sempre refletem a linha editorial do AMAZONAS ATUAL.

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