O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Dia a Dia.

Amazonas é o terceiro Estado no Norte em ranking de transparência fundiária

30 de novembro de 2018 Dia a Dia.
Compartilhar
Terreno que invasores alegam ser da Itautinga, na zona leste de Manaus, foi invadido (Foto: ATUAL)
Terreno que invasores alegam ser da Itautinga, na zona leste de Manaus, foi invadido (Foto: ATUAL)

Da Redação

MANAUS – A Secretaria de Política Fundiária do Estado do Amazonas (SPF-AM) ficou em terceiro lugar numa avaliação de transparência ativa de informações sobre terras públicas, realizada em oito Estados amazônicos. A posição é só aparentemente boa, porque o órgão não apresentou 52% dos indicadores analisados.

O resultado compõe o estudo ‘Transparência de Órgãos Fundiários Estaduais na Amazônia Legal’, recém-publicado pelo Imazon (Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia). De maneira geral, o trabalho mostrou que os Estados amazônicos falham na transparência de informações sobre as terras públicas estaduais sem destinação definida (ou seja, que não receberam títulos de terra nem foram destinadas a Unidades de Conservação, assentamentos ou territórios de populações tradicionais, indígenas e quilombolas).

Além do Amazonas, foram analisados Acre, Amapá, Maranhão, Mato Grosso, Pará, Roraima e Tocantins. Só Rondônia ficou de fora por ter uma regularização fundiária predominantemente federal. Em nenhum, foi encontrada uma situação 100% satisfatória de compartilhamento de informações. A média foi de 56% de indicadores ausentes na transparência ativa.

A chamada transparência ativa diz respeito à publicação espontânea de dados pelos órgãos fundiários, tanto os de natureza administrativa e institucionais quanto os de ações e resultados. Esse último grupo está diretamente relacionado à localização das terras públicas, titulação de imóveis e criação de assentamentos, entre outras destinações possíveis para esses imóveis.

O estudo também avaliou a transparência passiva dos órgãos fundiários, que corresponde à resposta, no prazo legal de 20 dias, a solicitações realizadas por meio de plataformas eletrônicas de Serviço de Informação ao Cidadão (e-SIC) ou por ofício. A SPF respondeu a apenas um de dois pedidos de informação no prazo, e sua plataforma de e-SIC obteve nota 7,1 de 10.

“Existe uma confusão dos órgãos fundiários em relação ao aspecto sigiloso dessas informações. Elas se referem a um patrimônio público e, portanto, a sociedade tem direito de saber onde estão essas terras e quem está solicitando títulos referentes a elas”, afirma a advogada Brenda Brito, pesquisadora associada do Imazon. Ela frisa que a transparência afasta suspeitas de favorecimento indevido de grupos e indivíduos e é a melhor aliada no combate a conflitos pela posse de uma terra já ocupada por uma pessoa ou um grupo; na identificação de grilagem; e na regularização de imóveis em zonas rurais.

“No Amazonas, 38% dos indicadores administrativos foram satisfatórios, mas o índice de informações sobre ações e resultados da SPF foi muito baixo, com 73% de indicadores ausentes”, indica o também advogado e coautor do estudo Dário Cardoso Jr. “Há muito o que melhorar. Na transparência passiva, a SPF precisa ajustar o formulário do e-SIC, de maneira que ele não limite o tamanho das perguntas enviadas pelos interessados; confirme o recebimento do pedido de informações; notifique sobre a resposta enviada; e ofereça a possibilidade de o solicitante apresentar recurso após a resposta, se considerar necessário.”

Um destaque positivo é o portal de transparência da própria Secretaria, que facilita a busca de dados sobre ações e programas, receitas e despesas, licitações, contratos e servidores, dentre outros assuntos.

Notícias relacionadas

Vazante do Rio Negro em 2026 tende a ser a terceira mais severa da história

Mapa facilita coleta de castanha-da-amazônia por extrativistas no AM

Cidade promete construir presídios em pontos estratégicos no interior

Rotta deixa oficialmente o Avante depois de romper com David Almeida

Professor esfaqueado por adolescente durante aula de reforço deixa hospital

Assuntos Amazonas, Imazon, regularização fundiária
Cleber Oliveira 30 de novembro de 2018
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

A seca no Amazonas teve influência do El Niño. Marina do David, na zona oeste de Manaus (Foto: Rafa Neddermeyer/ABr)
Dia a Dia

Vazante do Rio Negro em 2026 tende a ser a terceira mais severa da história

1 de setembro de 2026
Dia a Dia

Mapa facilita coleta de castanha-da-amazônia por extrativistas no AM

1 de setembro de 2026
Roberto Cidade não detalha em quais municípios os presídios seriam construídos (Foto: Divulgação)
Política

Cidade promete construir presídios em pontos estratégicos no interior

1 de setembro de 2026
O ex-vice-prefeito de Manaus, Marcos Rotta, anunciou neste sábado (29) sua desfiliação do Avante (Foto: Rede social/reprodução)
Política

Rotta deixa oficialmente o Avante depois de romper com David Almeida

30 de agosto de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?