
MANAUS – A Amata S/A, empresa denunciada pelo Ministério Público Federal por crime ambiental na sexta-feira, 3, e que foi um dos alvos da Operação Arquimedes, diz em nota que “é um equívoco” estar entre as investigadas pela MPF e Polícia Federal.
De acordo com a nota, publicada no site da empresa e enviada ao ATUAL pela assessoria de comunicação, “controlar o desmatamento e a exploração ilegal de madeira no Brasil é a agenda defendida pela Amata desde sua fundação, em 2005”.
Na Ação Civil Pública ajuizada na sexta-feira, o MPF cobra prejuízos de R$ 47,3 milhões e, no mínimo, R$ 1 milhão por danos morais coletivos dos sócios da empresa. O MPF sustenta que a empresa explorava área distinta da que estava autorizada para a retirada de madeira na Amazônia.
Nota de esclarecimento sobre Operação Arquimedes
Posicionamento Oficial
Operações como a Arquimedes, deflagrada no último dia 25 de abril pela Polícia Federal, fazem parte de um esforço necessário para controlar o desmatamento e a exploração ilegal de madeira no Brasil. Essa agenda é defendida pela AMATA desde a sua fundação, em 2005 – e por isso celebramos tal avanço nos controles ambientais.
Primeira empresa a obter uma concessão pública federal para fazer o manejo florestal sustentável, a AMATA segue os mais rigorosos padrões de produção e governança certificados por organizações internacionais independentes. Nascemos para demonstrar que é possível conciliar desenvolvimento econômico e manter a floresta em pé.
Desta maneira, é um equívoco a AMATA estar entre as companhias investigadas; porém, seguimos na certeza de que esse equívoco será esclarecido ao longo da apuração dos fatos.
AMATA.

