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Alunos de escolas cívico-militares serão vigiados na internet e classificados entre 'bom' e 'mau'

8 de fevereiro de 2020 >Dia a Dia
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Ministros do STF julgaram que cobrança em colégios militares não viola a constituição (Foto: Exército/Divulgação)
Alunos de colégios cívico-militares serão vigiados (Foto: Exército/Divulgação)

Jullie Pereira, da Redação

MANAUS- Duas escolas cívico-militares no Amazonas devem adotar neste ano o Pecim (Programa Nacional das Escolas Cívico- Militares) com um novo plano de ensino, estabelecido pelo governo federal. Entre as normas, os alunos terão suas redes sociais vigiadas e serão monitorados nas instituições.

Segundo a diretriz educacional desses estabelecimentos, será definida como ‘falta comportamental’ o aluno que “publicar ou contribuir para que sejam publicadas mensagens, fotos ou qualquer outro documento na internet, que possam concorrer para denegrir a imagem de integrantes da escola”.

Para a ‘falta’ não há punição prescrita. O aluno ficará à mercê do julgamento dos monitores da instituição. Punições, ou não, esses monitores devem levar em consideração fatores como a pessoa que cometeu a falta, as causas, a natureza dos fatos e informações do responsável pelo aluno. 

Nesse ‘julgamento’, a culpa do aluno poderá ser atenuada se, voluntariamente, ele reparar o “dano causado ou adotar as medidas necessárias para minimizá-lo”, e se estiver matriculado há menos de três meses.

Os estudantes também serão avaliados na questão comportamental com classificações que vão de “excepcional” a “mau”. Cada classificação compreende as notas que podem ser retiradas por conta de repreensão, suspensão ou atividade de orientação.

O guia das escolas cívico-militares foi distribuído às secretarias de educação estaduais. (Foto: Reprodução)

Quando matriculado, o aluno terá a nota 8 e será classificado como ‘bom’, mas dependendo do seu comportamento, ele pode ganhar ou perder notas.

O aluno poderá receber elogios do diretor, dos oficiais, dos coordenadores e professores em pontos que variam de 0,10 a 0,30.

Em caso de repreensão, o estudante deve perder 0,30 décimos dos pontos; se for suspenso, 0,80; e se receber atividade de orientação ele perde 0,50. 

Com a aprovação escolar, o aluno recebe 0,50 décimos, mas se passar pela recuperação final, ele deve receber apenas 0,20 décimos.

Também está sujeito à transferência ao entrar na classificação “mau”. A pontuação e classificação será permanente, mesmo em caso de transferência.

Assédio moral

Para a pedagoga Djanise Braga, que trabalha na área educacional de Manaus há 24 anos, o método pedagógico pode incentivar assédios morais dentro das escolas.

“Já vimos vários casos de assédio moral tanto a alunos quanto a pais. A escola militarizada não tem a formação humana, é uma obediência servil, ela não questiona”, disse.

A pedagoga também explica que podem haver danos psicológicos aos alunos que estiverem submetidos ao sistema.

“O adolescente está numa fase de transição e existem casos de dupla personalidade: na frente dos oficiais ele é uma coisa e por trás, outra; e também quadros de depressão e ansiedade. Quando o aluno não consegue atingir a meta das notas comportamentais, ele fica mal visto por seus pares, seus comandantes e família”, afirmou.

Os alunos também terão que cumprir normas de conduta comportamental, como cortes de cabelo “adequado”, fardamento unificado e não uso de “adereços” no corpo.

O manual está sendo distribuído pelo Ministério da Educação e foi obtido pela “Fiquem Sabendo”, agência de dados especializada na Lei de Acesso à Informação.

Confira critérios de avaliação dos alunos.

(Foto: Reprodução)

O objetivo do Ministério da Educação é que até 2023 sejam implantadas 216 escolas cívico-militares em todo país, sendo 54 por ano. Os militares são responsáveis por atuar na gestão escolar e educacional.

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Assuntos alunos, ensino, escola cívico-militar
Redação 8 de fevereiro de 2020
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3 Comments
  • Zanei Barcellos disse:
    9 de fevereiro de 2020 às 12:26

    Apenas uma colaboração: trata-se de obediência “servil” e não “serviu”, como está no texto.

    Responder
  • Gustavo disse:
    10 de fevereiro de 2020 às 11:59

    Eu queria saber o que essa pedagoga e demais críticos fizeram nos últimos anos, enquanto o desgoverrno petista destruía nossa educação. O Brasil está em último lugar no rancking de Pizza!!!!!! Não têm moral nenhuma para questionar ou criticar o sistema de ensino militar, que sempre está nos primeiros lugares nos índices nacionais. Depois das escolas cívico-militares serem implantadas e funcionares por melo menos período igual ao PT, voltem para falar alguma coisa!

    Responder
  • eduardo disse:
    12 de fevereiro de 2020 às 11:57

    Trabalhei anos no colégio militar do rio de janeiro e não via esses tais assédios, muito pelo contrário, muita conversa e orientação. Alunos que são pegos colando que em outras escolas são sumariamente expulso tem o direito a defesa em processo administrativo interno. Muitas pessoas não conhecem o método dos CMs das FFAA e das FFauxiliares e portanto ficam dando pitaco no que não entende. Primeiro vá a um CM e veja o trabalho para depois sim efetuar uma avaliação crítica.

    Responder

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