O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Dia a Dia

Alternativas a cubanos vão de plano de carreira a Fies e serviço civil obrigatório

26 de novembro de 2018 Dia a Dia
Compartilhar
Médico cubano atende indígena no Amazonas; Estado será o mais afetado pela saída dos profissionais (Foto: Ministério da Saúde)
Dados do Ministério da Saúde apontam que, apesar do aumento da procura aos editais do programa, cerca de 30% dos brasileiros desistem das vagas após um ano (Foto: Ministério da Saúde)

Por Natália Cancian, Da Folhapress

BRASÍLIA – O anúncio da saída de cerca de 8.500 médicos cubanos do Mais Médicos, medida que pode afetar o atendimento de até 24 milhões de brasileiros, levou o governo a fazer um edital emergencial para selecionar profissionais para as vagas. A resposta foi imediata. Na prática, porém, essa ampla adesão é vista com ressalvas.

Dados do Ministério da Saúde apontam que, apesar do aumento da procura aos editais do programa, cerca de 30% dos brasileiros desistem das vagas após um ano. Já entre os estrangeiros, esse índice é de menos de 3%. E, embora o número de médicos no país tenha crescido recentemente, metade deles ainda se concentra nas capitais, segundo dados da pesquisa Demografia Médica, da USP.

O impasse em torno de um dos maiores programas federais na saúde acabou por reacender uma discussão antiga no setor: afinal, o que fazer para levar médicos ao interior?

Desde que foi anunciado como futuro ministro da Saúde, o deputado federal Luiz Henrique Mandetta (DEM-MS) tem dado sinais do que deve ser uma das bandeiras da próxima gestão: a carreira de Estado para médicos em áreas de difícil acesso ou com carência de profissionais.

A proposta, que já constava no plano de governo de Jair Bolsonaro (PSL), tem sido alvo de discussão entre membros da transição. A ideia é sugeri-la ao novo ministro como estratégia a médio prazo.

Neste caso, profissionais seriam deslocados para regiões mais remotas e, conforme a progressão na carreira, passariam a áreas mais próximas das capitais. A medida ocorreria em paralelo com o Mais Médicos, que poderá ser reformulado. “Vamos ter que discutir as bases. Será que vai continuar a se chamar Mais Médicos ou vai se chamar Mais Saúde?”, afirmou Mandetta à imprensa nesta semana.

Além de um plano de carreira, a exigência de revalidação do diploma para brasileiros formados no exterior e estrangeiros é outro ponto no centro das discussões.

Membros do grupo de transição afirmaram à reportagem que planejam sugerir ao novo ministro que a medida seja obrigatória em novos contratos do programa já no ano que vem.
A ordem de seleção, neste caso, manteria a prioridade a brasileiros, seguida de brasileiros formados no exterior e estrangeiros.

O problema é que, neste ano, o edital previsto para o exame, chamado de Revalida, nem chegou a ser lançado. Não há previsão do próximo.

Em meio a essa crise, o governo atual já negocia mudanças na periodicidade e na aplicação das provas, o que aumentaria as chances de entrada de novos profissionais. Há também outras propostas na mesa. Uma delas é criar mecanismos para que médicos formados que tenham dívidas no Fies (Fundo de Financiamento Estudantil) possam ter desconto nesse montante caso atuem por determinado período no interior, afirmou à reportagem o atual ministro da Saúde, Gilberto Occhi.

Apesar de favorável à medida, Occhi diz que o avanço da discussão ainda nesta gestão deve ser condicionado ao índice de comparecimento de brasileiros às vagas do Mais Médicos. “Vamos esperar a próxima semana para decidir.”
Enquanto isso, outras propostas também têm ganhado espaço nas discussões.

É o caso do serviço civil obrigatório para profissionais que recebem financiamento público para a formação. Atualmente, a sugestão consta em mais de 24 projetos de lei no Congresso e é alvo de análise por representantes dos ministérios da Saúde e da Educação. Segundo Occhi, a medida poderia valer para qualquer um que faça uma faculdade pública federal -e não apenas para alunos de medicina.

A proposta, porém, pode gerar críticas quanto à constitucionalidade, em princípios como o direito à educação e liberdade, afirma Mário Scheffer, professor da Faculdade de Medicina da USP e coordenador do estudo Demografia Médica.

Para ele, não há solução mágica. “Garantir médicos em áreas desassistidas é um problema em vários países do mundo. E o que estudos demonstram é que as respostas não são únicas, nem duráveis nem satisfatórias”, avalia.
Scheffer lembra que, nas últimas décadas, o Brasil já teve propostas para tentar levar profissionais ao interior, mas boa parte enfrentou impasses ou acabou abandonada.

É o caso, por exemplo, de discussões de carreira de estado para áreas de difícil acesso no SUS. “Há uma tradição de governos de não dar continuidade às discussões”, afirma.

Favorável à carreira de Estado para o SUS, Hermano Castro, diretor da Escola Nacional de Saúde Pública da Fiocruz, defende ainda que haja maior atenção na formação de médicos para tentar atraí-los à atenção básica e abertura ou deslocamento de faculdades públicas, e não particulares, no interior do país.

“Uma faculdade privada vai formar quadros para mercado pago. Temos que sair dessa armadilha”, avalia.
Já para Donizetti Dimer Giamberardino Filho, coordenador da comissão Pró-SUS do Conselho Federal de Medicina, a baixa remuneração e a falta de estrutura e condições de trabalho em algumas regiões colaboram para dificultar a ida de médicos ao interior.

Segundo ele, o ideal seria investir em políticas de estruturação do SUS e na carreira de Estado para médicos, mas em nível mais amplo. “Hoje, nas cidades pequenas, o futuro do médico termina na próxima eleição para prefeito. “Defendo que a operação da atenção básica seja dos municípios, mas a organização ocorra a nível federal”, afirma.
Scheffer, no entanto, alerta que uma proposta de plano de carreira em nível mais amplo pode esbarrar em problemas devido ao alto custo. Também poderia gerar críticas sobre a isonomia em relação a outras profissões, afirma. “Temos hoje múltiplos empregadores na rede pública. Seria impossível, por exemplo, fazer um plano de carreira para o SUS inteiro.”

Notícias relacionadas

Maior aumento no acesso à internet ocorre entre os idosos

Há um ano fora do Mapa da Fome, Brasil ainda tem 6,5 milhões nessa condição

Empresária sancionada pelos EUA por ligação com o PCC é presa pela PF

Governo lança aplicativo para solicitação de serviços de energia elétrica

Braga participa da entrega três portos em municípios do Amazonas

Assuntos Mais Médicos, saúde
Redação 26 de novembro de 2018
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Alunos de Medicina em aula prática: formação vai além da avaliação teórica (Foto: Divulgação)
Saúde

Enamed é insuficiente para garantir medicina de qualidade; saiba porquê

28 de junho de 2026
Os vereadores garantem direito aos ex-atletas em competições, como lugares privilegiados e entrada gratuita (Foto: Dircom/Divulgação)
Política

Vereadores esvaziam recursos da saúde e turbinam para a cultura

17 de junho de 2026
Saúde

Envelhecimento encarece a saúde; saiba propostas para evitar aumento do custo

13 de junho de 2026
Em cerca de 20 anos, metade do consumo das famílias brasileiras com produtos e serviços relacionados à saúde será de pessoas com 50 anos ou mais (Foto: Prefeitura de SP/Divulgação)
Saúde

Em 2044, pessoas acima de 50 anos serão 50% do mercado de saúde

15 de maio de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?