O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Política

Ala governista do PSDB tenta saída negociada com Planalto

17 de novembro de 2017 Política
Compartilhar

 

Aloysio Nunes cogita entregar o Ministério das Relações Exteriores do governo de |Michel Temer (Foto: Beto Barata/PR.)

Do Estadão Conteúdo

BRASÍLIA – Empenhados em salvar a aliança com o PMDB para as eleições de 2018, tucanos que integram a “ala Jaburu” – composta por frequentadores da residência oficial do presidente Michel Temer – combinaram com o Palácio do Planalto o script do desembarque. A estratégia foi articulada para diluir a saída do PSDB da coligação e não parecer que o governo está a reboque dos tucanos.

Auxiliares de Temer afirmam que, dependendo da forma como o PSDB “descasar”, pode haver uma porta aberta para uma dobradinha em 2018. Alegam, no entanto, que é preciso saber qual PSDB sobreviverá da convenção de 9 de dezembro.

“Temer não será o divisor de águas na eleição de 2018. Não haverá uma disputa nem um plebiscito entre os que são a favor ou contra Temer”, disse ao jornal O Estado de S. Paulo o ministro das Relações Exteriores, Aloysio Nunes Ferreira. “A pretexto de defender uma candidatura presidencial do PSDB, a tese do desembarque passou a ser um biombo para ocultar a posição de ruptura daqueles que não querem votar a reforma da Previdência.”

Diante da fratura exposta pelo PSDB, Aloysio apresentou a Temer a ideia de renovar o Ministério em dezembro, substituindo os nomes que, a exemplo dele, estão dispostos a concorrer no ano que vem. O chanceler confirmou à reportagem que será candidato à reeleição ao Senado.

Além de condicionar a manutenção dos aliados na Esplanada à aprovação da reforma da Previdência na Câmara, o movimento foi planejado para que o Planalto não ficasse em posição reativa. Com tudo combinado, o então ministro das Cidades, Bruno Araújo (PE), saiu na frente e na segunda-feira entregou uma das mais cobiçadas cadeiras da Esplanada.

Para o seu lugar, o nome mais cotado, até agora, é o do presidente da Caixa, Gilberto Occhi, indicado pelo PP. Em entrevista ao Estadão/Broadcast ontem, Occhi desconversou: “Prefiro ficar na Caixa e concluir esse trabalho. Mas, se for inevitável…”, disse.

Debandada

Antes da viagem a quatro países, Aloysio Nunes disse a amigos que também deixaria o cargo após a convenção do PSDB. Os outros dois ministros do partido que sairão são os baianos Antonio Imbassahy (Secretaria de Governo) e Luislinda Valois (Direitos Humanos).

A pressão de outros aliados, nos últimos dias, fez com que Temer tirasse o ‘bode da sala’ e recuasse da decisão de pedir para que todos os candidatos abrissem mão de suas pastas em dezembro. Agora, a reforma ministerial será feita em duas etapas, uma até 20 de dezembro e outra no fim de março ou começo de abril de 2018, quando quem vai disputar as eleições precisa se desincompatibilizar. Dos 28 ministros, pelo menos 17 vão concorrer no ano que vem.

A sugestão do ministro das Relações Exteriores para que Temer trocasse os ministros candidatos em dezembro foi revelada pelo titular da Secretaria-Geral da Presidência, Moreira Franco, em um post no Twitter. O peemedebista ainda criticou essa intenção ao afirmar que a ideia era “útil ao País, nem tanto ao governo.” A “inconfidência” de Moreira não só contrariou Aloysio Nunes como causou mal-estar no Planalto.

Na semana passada, o núcleo político do governo também avalizou a decisão do senador Aécio Neves (PSDB-MG) de destituir seu colega Tasso Jereissati (CE) do comando do partido, substituindo-o pelo ex-governador Alberto Goldman. No diagnóstico dos tucanos da “ala Jaburu”, Tasso sempre agiu para ser candidato à sucessão de Temer e era preciso “cortar as suas asas”.

Nesse jogo, o Planalto apoia o governador Marconi Perillo (GO), que vai disputar com Tasso a presidência do PSDB. Em conversas reservadas, auxiliares de Temer dizem que, se Tasso vencer esse embate, não haverá espaço para uma parceria do PMDB com os tucanos, em 2018. Apesar do racha escancarado pelo PSDB, o governo espera uma “separação amigável”, e não um divórcio litigioso.

Na avaliação de Aloysio Nunes, setores do PSDB se esquecem de que “quem demonstrou habilidade política para resistir ao bambuzal de flechadas e conduzir a recuperação da economia terá considerável poder de mobilização eleitoral”. O chanceler foi um dos ministros que mais ajudaram o governo a angariar votos na Câmara para derrubar as duas denúncias apresentadas contra Temer pelo ex-procurador-geral Rodrigo Janot, autor da expressão “flechadas”.

“O PSDB nunca precisou de cargos para votar a favor da reforma da Previdência”, afirmou o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, pré-candidato do partido à Presidência. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Notícias relacionadas

Senador Davi Alcolumbre descarta ler requerimento para instalar CPMI do Banco Master

‘Vão aparecer mais coisas’, afirma Lula sobre escândalo do Banco Master

Alberto Neto e Fausto Jr. alegam segurança econômica ao apoiar prazo de 10 anos para escala 6×1

PF rejeita delação de Vorcaro por não incluir informações novas sobre o caso Master

Deputado Fausto Souza Jr. denuncia ameaças de morte contra ele e familiares

Assuntos Aloysio Nunes, Michel Temer, Planalto, PMDB, PSDB
Redação 17 de novembro de 2017
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Brasília - O empresário Joesley Batista durante depoimento na Comissão Parlamentar Mista de Inquérito da JBS (Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil)
Política

Vorcaro consultou Moraes sobre convidados a fórum e ministro mandou barrar Joesley Batista

6 de março de 2026
Palácio do Planalto
Política

Planalto orienta ministros a defender Moraes, mas sem ‘comemorar’ prisão de Bolsonaro

22 de novembro de 2025
Ciro Gomes com o boné amarelo e a provocação para bolsonaristas e petistas (Imagem: Instagram/@cirogomes/Reprodução)
Política

Ciro Gomes diz querer ‘centro-esquerda’ que inclua sindicalistas e empresários

29 de outubro de 2025
Política

Presidente do PSDB no Ceará anuncia filiação de Ciro Gomes ao partido: ‘futuro governador’

18 de outubro de 2025

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?