O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Economia

Adiamento da reforma da Previdência deve estourar teto de gastos

21 de fevereiro de 2018 Economia
Compartilhar
CPI concluiu que Previdência Social tem má gestão e não déficit nas contas (Foto: ABr/Agência Brasil)
Decisão do governo federal de desistir da reforma da Previdência mobiliza agências de risco sobre teto de gastos (Foto: ABr/Agência Brasil)

Do Estadão Conteúdo

BRASÍLIA – A decisão do governo de ‘abandonar’ a reforma da Previdência neste momento acendeu o alerta nas agências classificadoras de risco. Moody’s e Fitch emitiram comunicados expressando preocupação, sobretudo com a possibilidade de o teto de gastos ser violado. Segundo economistas ouvidos pelo jornal ‘O Estado de S. Paulo’, o teto deve estourar já em 2019.

“(O adiamento da reforma) é negativo para o perfil de crédito do país”, comentou Samar Maziad, vice-presidente da Moody’s. Em nota a jornalistas, ela destacou que a postergação “restringirá bastante a capacidade das autoridades de cumprir o teto de gastos nos próximos anos”. Segundo Maziad, a reforma da Previdência “é fundamental para as perspectivas de crédito da nação”.

Para a Fitch, o fracasso em votar a reforma reflete os desafios da implementação de políticas corretivas em um ambiente político complicado e no contexto de um ciclo eleitoral iminente. “A pressão para baixo sobre a classificação soberana do Brasil continua refletindo grandes déficits fiscais, um alto e crescente peso da dívida e a falta de aprovação da reforma da seguridade social que poderia ter contribuído para reduzir as pressões estruturais sobre os gastos”, apontou Shelly Shetty, diretora de rating soberano para a América Latina da Fitch.

No Brasil, a postergação da reforma também preocupou economistas. De acordo com dados de Paulo Tafner, pesquisador da Fipe/USP, o governo vai deixar de economizar entre R$ 12 bilhões e R$ 15 bilhões no ano que vem em decorrência do adiamento da reforma. “Com isso, vamos ultrapassar o teto já no ano que vem”, frisou. Para Fabio Klein, da Tendências Consultoria, a aprovação da reforma em fevereiro teria um impacto já no curto prazo que ajudaria o governo a manter os gastos em patamar inferior ao teto. “Mesmo desidratada, ela tinha ganhos, dado o tamanho do déficit que a previdência produz”.

O economista Leonardo Rolim, consultor de orçamentos da Câmara, afirma ainda que, diante da situação, o próximo presidente terá de fazer uma reforma com uma regra de transição bastante dura ou acabar com a regra de outro (dispositivo da Constituição que impede a emissão de dívida pelo governo para o pagamento de despesas correntes, como salários). “O governo já está fazendo mágica neste ano, pegando o dinheiro do BNDES, para não ultrapassar o teto. Ano que vem, não vai ter essa mágica”, diz.

Cálculos do Itaú Unibanco indicam que a demora em aprovar a reforma representará uma perda no resultado primário de 0,2% do Produto Interno Bruto (PIB) em 2025. A aprovação do texto no fim do ano passado teria impacto no resultado primário de 1,2% do PIB em 2025. Se essa mesma proposta passar em 2019, o impacto cai para 1%. “É uma oportunidade perdida, é uma derrota para o ajuste fiscal e a vitória para algumas categorias que se beneficiam”, disse o economista-chefe do banco, Mario Mesquita.

O Itaú estima que a relação entre a dívida bruta e o PIB deve ficar estável até 2019, na casa dos 74%. Mas a continuidade dessa estabilidade dependerá do avanço das reformas, especialmente a da Previdência, de acordo com Mesquita.

Notícias relacionadas

Braga reage a ação da Fiesp contra a Zona Franca de Manaus

Recurso do FGTS para pagar dívida será liberado dia 25 de maio

Desemprego cai e renda média do trabalhador sobe para R$ 2.770 no AM

Associação de petroleiros questiona imposto instituído por MP que caducou

Indústria ‘freia’ produção de bicicletas, mas ‘acelera’ a de elétricas em Manaus

Assuntos Fitch, INSS, Moody's, Previdência
Cleber Oliveira 21 de fevereiro de 2018
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Caixa
Dia a Dia

Justiça manda União, Caixa, Funai e INSS pagarem indígenas nas aldeias

14 de maio de 2026
Alessandro Stefanutto liberou descontos para entidades de fraude no INSS, diz a PF (Foto: Rafa Neddermeyer/ABr)
Política

PGR pede a Mendonça para manter prisão de ex-presidente e ex-diretores do INSS

6 de maio de 2026
Atendimento no INSS: novas regras para a aposentadoria (Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/ABr)
Dia a Dia

Placar no STF é de 4 a 1 contra revisão da vida toda no INSS

6 de maio de 2026
Ministro alerta que trabalhador não deve ter pressa em obter consignado pela CLT (Foto: Marcello Casal Jr/ABr)
Economia

Governo muda empréstimo consignado do INSS e de servidores

4 de maio de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?