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Eduardo Costa

A transparência ‘corta cabeças’

19 de junho de 2020 Eduardo Costa
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Um acontecimento inusitado na França, logo antes da Revolução Francesa, recebe pouca atenção hoje em dia. Um dos capítulos do livro “O acerto de contas, transparência financeira e a ascensão e queda de nações”, de Jakob Soll, fala sobre como a transparência financeira ajudou a fomentar um conflito histórico, que influencia a todos nós até hoje: a Revolução Francesa em 1789.

Esse capítulo descreve como em 1777 o Rei da França, Louis XVI, contratou o banqueiro suíço Jacques Necker para ser o seu Ministro das Finanças. No ano de 1781, Necker resolveu publicar um relatório financeiro detalhado para o Rei sobre a Coroa francesa, com a intenção de aprimorar o crédito internacional da França por meio da transparência.

Infelizmente, esse relatório demonstrou claramente que as finanças do Coroa francesa possuíam prioridades não voltadas ao bem-estar do povo francês. Os gastos excessivos com a Corte Real eram mais da metade dos gastos militares (segurança) e quase 7 vezes mais altos do que os gastos com pontes e estradas (infraestrutura). O relatório do banqueiro Jacques Necker recebeu bastante atenção pública, foi transformado em livro e vendeu mais de 100.000 cópias. Com certeza, esse relatório foi uma das sementes para a eclosão da Revolução Francesa.

Esse episódio ilustra como a transparência pública, já há muito tempo, é tão importante para demonstrar aos pagadores de impostos (todos nós) o que está sendo feito com seu dinheiro. Aqui no Brasil nós temos diversos mecanismos de transparência, mas não considero que eles sejam efetivos. Existem muitos dados disponíveis, mas pouca informação. São tantos dados, planilhas, relatórios e arquivos de cada área de, por exemplo, uma prefeitura, que as informações relevantes acabam se perdendo no meio do excesso de dados.

Precisamos ter uma transparência que seja efetiva, que mostre de fato ao pagador de imposto o que está sendo feito com os seus recursos. Muitos dados estão disponíveis hoje em dia com a internet e com tecnologias, mas precisamos de informações relevantes sobre o uso do nosso dinheiro. O papel da imprensa, que deveria ser a responsável por trazer luz a essas informações relevantes, não está sendo cumprido. Precisamos buscar outra alternativa para termos as informações relevantes de fato sobre como nosso dinheiro está sendo usado.

“Não existe essa coisa de dinheiro público, existe apenas o dinheiro de quem paga os impostos” (frase da inglesa Margaret Thatcher). Se o dinheiro é nosso, por que temos tanta dificuldade de saber como ele está sendo gasto?

Tenho algumas propostas para solucionar esse problema, que abordarei em artigos futuros.

————-

*Para entender a Revolução Francesa, veja esse vídeo de 15 minutos: https://www.direita.tv/olavo-carvalho-revolucao-francesa/


Os artigos publicados neste espaço são de responsabilidade do autor e nem sempre refletem a linha editorial do AMAZONAS ATUAL.

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Assuntos contribuinte, dinheiro público, transparência
Valmir Lima 19 de junho de 2020
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1 Comment
  • Denovo Nao disse:
    19 de junho de 2020 às 11:22

    Serio que vc deu como referencia um video do Olavo de Carvalho, aquele que so sabe xingar e mentir, e que afirmou que Pepsi Cola trabalha com fetos abortados?

    Responder

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