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Expressão

A Covid e o tratamento precoce de Bolsonaro

21 de junho de 2021 Expressão
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Governo de Jair Bolsonaro publicou novo protocolo para uso de cloroquina, ampliando sua possibilidade de aplicação também para pacientes com sintomas leve (Foto: Facebook/Reprodução)
Jair Bolsonaro acabou sozinho na defesa da tese delirante de tratamento com remédios à base de cloroquina (Foto: Facebook/Reprodução)
EDITORIAL

MANAUS – O presidente Jair Bolsonaro não desiste do malfadado tratamento precoce contra a Covid-19, e usa os argumentos mais estapafúrdios para defender sua tese delirante.

Nesta segunda-feira, 21, voltou à carga e reclamou que todos os médicos defendem o tratamento precoce para todas as doenças e que, agora, nem ele nem ninguém podem defender o mesmo procedimento para a Covid-19.

Outro argumento usado por Bolsonaro foi o de que ele é “prova viva” de que o tratamento precoce funciona, referindo-se ao fato de ter contraído o novo coronavírus e ter tomado remédio à base de cloroquina.

Bolsonaro não é tolo. Ele não acredita nessa tese delirante, mas tem a convicção de que a população brasileira mais vulnerável e sem acesso à educação vai acreditar nela (e nele). Os médicos que receitaram ao presidente a tal cloroquina, se não disseram para ele que a cura não veio do medicamento, são uns farsantes.

Bolsonaro teve sintomas leves da doença, assim como milhões de brasileiros o tiveram. Até esta segunda-feira, 17.969.806 de pessoas foram infectados pelo vírus da Covid-19 no Brasil, mas apenas 2,8% morreram em consequência da doença.

Parece pouco, mas esses 2,8% são 502.817 brasileiros que perderam a vida.

Está mais do que provado pela ciência que os medicamentos amplamente divulgados no Brasil não causam efeito nas pessoas cujo organismo é brutalmente atacado pelo vírus.

Em muitos casos, as pessoas descobrem que estão infectados quando já estão com os pulmões seriamente comprometidos.

A disponibilidade de testes para detectar o vírus é um dos mais sérios problemas do combate à pandemia no Brasil. Nesta segunda-feira o próprio ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, admitiu que o Brasil falhou na testagem em massa.

O que está provado é que a melhor forma de combater o vírus é evitando que ele infecte grande número de pessoas. Por isso, a importância da testagem em massa e isolamento das pessoas contaminadas. No Brasil não foi feito nenhuma coisa nem outra.

O vírus é letal, ninguém duvida. Talvez nem o presidente da República. Mas ele não mata as pessoas da mesma forma. Alguns ficam dias, até meses intubadas e conseguem voltar para casa e seguir em frente. Outras, da mesma forma, depois de intubadas, não resistem. Outras, ainda, não chegam a ser intubadas e se recuperam. Mas há casos em que o vírus age de forma tão veloz que não dá tempo de iniciar um tratamento, seja precoce ou no tempo corrente.

Os médicos, não apenas os brasileiros, mas de praticamente todas as nações, trabalharam para aliviar o sofrimento dos pacientes, com pelo menos meia dezena de medicamentos usados na intubação, por exemplo, e outros administrados para controlar as infecções de pessoas não intubadas. Mas nenhum deles promove a cura ou combate efetivamente o vírus. A recuperação depende de cada organismo.

O fato de Bolsonaro reclamar que para outras doenças todos os médicos recomendam o tratamento precoce revela certo cinismo. O que os médicos recomendam é que as pessoas procurem um médico sempre que sentir qualquer problema de saúde ou faça exames periódicos para detectar doenças. Na maioria delas, quanto mais cedo se inicia o tratamento, mais chances o paciente tem de recuperação.

Bolsonaro e seus seguidores sabem que em uma pandemia esse método não funciona, porque um grande contingente populacional é afetado ao mesmo tempo. Com os sistemas de saúde em colapso, o tratamento é oferecido para os pacientes em estado mais grave.

No caso concreto da Covid-19, os médicos estão atendendo e medicando os pacientes desde o registro dos primeiros casos no Brasil, mas todos têm consciência de que o melhor é se evitar que as pessoas precisem de hospital.

Enquanto não havia vacina, as medida mais indicadas para se evitar as hospitalizações eram o distanciamento social e o uso de métodos de higiene que prevenisse da infecção (máscaras e higienização das mãos).

Portanto, o tratamento precoce de Bolsonaro não passa de delírio de quem nunca quis colaborar no combate à doença mortal.

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Assuntos cloroquina, hidroxicloroquina, Jair Bolsonaro, tratamento precoce
Valmir Lima 21 de junho de 2021
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1 Comment
  • Alexandre disse:
    22 de junho de 2021 às 13:54

    Uma matéria repleta de FAKE NEWS, pois o Presidente Bolsonaro nunca publicou um Decreto ou LEI exigindo a aplicação de tais leis, a policia federal precisa monitorar tais blogueiros que estão publicando matérias fantasiosa com cunho terrorista.

    Responder

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