O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Alfredo Lopes

Amazônia: o insano veto ao empreender

4 de abril de 2017 Alfredo Lopes
Compartilhar

Na busca por novos caminhos e diante dos velhos entraves, volta à pauta o polo mineral do Amazonas, onde a conjugação do verbo empreender se depara com um  Poder Público que utiliza uma travosa  tábua de orientação proibicionista. A baliza gira em torno do conceito de sustentabilidade, contra o qual a geógrafa Bertha Becker, 50 anos de Amazônia, tinha algumas reservas. “Quando todos defendem com veemência um conceito há algo de errado com ele”, dizia. Essa polêmica que confronta meio ambiente e desenvolvimento padece de uma pergunta: qual o fio da meada cívica? Na exploração mineral ou recuperação estrutural da BR319, a prioridade é e tem de ser o cidadão. E a saída do impasse passa pela necessidade de atribuir valor econômico ao estoque ambiental. Fora disso, só quem não quer enxergar, reina o ilícito, o contrabando e a sonegação como saída.

Em 2009, pesquisadores contratados por uma ONG inglesa, financiada pelos Rothschilds, George Soros e Fundação Ford, descobriram um macaco-de-cheiro e uma gralha com nomes pomposos, que só conseguiriam sobreviver no interflúvio dos Rios Purus e Madeira. Resultado: a recuperação da estrada BR-319, que corta esta região, iria condenar ambas espécies à extinção. Pressionado por outras organizações do mesmo calibre, o ministro do Meio Ambiente – do alto de suas preocupações de sobrevivência política – aceitou a premonição marota e vetou o projeto, sem se importar com as implicações sociais desfavoráveis das comunidades do entorno. Foram gastos mais de R$ 300 milhões de estudos para dizer que a rodovia, assim como a cidadania, não são mais relevantes que duas espécies de quem a pesquisa e o bom senso podem se encarregar. No Amazonas, lei permite manejar 20% do território mas em qualquer direção que alguém empreenda aparece alguém com placa de proibição. E pensar, que toda a economia deste Estado só próspera em matriz econômica de baixo carbono. E ninguém propõe o contrário.
Há mais de 80 anos a pesquisa científica desembarcou naquela região e de lá os ingleses confiscaram boa parte das 200 mil espécies que guardam em seu acervo do Museu Botânico de Kew Gardens. Ali, além do macaco, da gralha, já foi encontrado o  Purussauro, o maior réptil descoberto pela arqueologia londrina. Ali também vicejam mais de 150 espécies de palmeiras que recebem terminologias regionais, como “buritis”, “tucumãs”, “inajás”, “marajás”, “patauás”, “jarinas” e “açaís”, verdadeiros tesouros biológicos, extremamente abundantes tanto nos estratos inferiores quanto no dossel floresta. https://ppbio.inpa.gov.br/sites/default/files/Guia_palmeiras.pdf.

Com parcerias locais, as empresas mundiais e centenárias de cosméticos instalariam aí unidades de aproveitamento inteligente para gerar bioeconomia de alto valor agregado. A indústria da beleza não tem crise, e sim oportunidades. Estudos de viabilidade econômica do buriti e do patauá, “as árvores da vida”, feitos para celebrar a reestreia da pasta estadual de Ciência, Tecnologia e Inovação, mostram uma taxa de retorno extremamente proveitosa, com a coleta desses frutos. São espécies passíveis de serem plantados ao longo do traçado da rodovia, do jeito que o Brasil assumiu no Acordo do Clima e do jeito que a Fazenda Agropecuária Aruanã já demonstrou com a domesticação da pupunha e da castanha em Itacoatiara, plantando mais de 2 milhões de indivíduos.

Esses impasses – a quem favorecem? – são desafios de enfrentamento imediato. Constrange vetá-los. Isso se resolve com espíritos desarmados e disposição para o entendimento à luz do interesse da cidadania. A Polícia Rodoviária Federal tem protegido com denodo e competência todo o traçado da BR-174 e o Exército Brasileiro já confirmou decisão de voltar proteger a BR-319 a estrada que construiu há quase 40 anos. O “não pode” de alguns ambientalistas, para a BR como para as atividades minerais profissionalizadas, precisa ser trocado por acordos transparentes, com finalidades bem definidas, com a presença colaborativa dos ministérios tanto o MPF como o MPE. O que não pode é oIDH do Amazonas constranger a todos nós, no sentido obscuro da exclusão, tendo como o maior empregador do estado o narcotráfico. E isso tem implicações desastrosas. A atividade mineradora, entre as demais adotadas por projetos federais, é aquela de menor impacto se tomarem as medidas inteligentes de monitoramento e mitigação. Porém, isso se resolve, repito, com espíritos desarmados e disposição para o entendimento à luz do interesse da cidadania.

(*) Alfredo é ensaísta e consultor do CIEAM ([email protected])


Os artigos publicados neste espaço são de responsabilidade do autor e nem sempre refletem a linha editorial do AMAZONAS ATUAL.

Notícias relacionadas

Professor esfaqueado por adolescente durante aula de reforço deixa hospital

Renato Júnior confirma apoio a Plínio Valério e fecha seus 2 votos ao Senado

Polícia investiga morte de trabalhador em montagem de alegoria de ciranda

Juiz manda Wilson Lima retirar ou adequar propaganda com Brasília

Erro em CPF gera registro de óbito de agricultora no lugar da mãe

Assuntos Alfredo Lopes, Amazonas, Amazônia, Cieam, ZFM
Cleber Oliveira 4 de abril de 2017
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

O professor Vinícius Siqueira Figueiredo, 23, estava internado em um hospital particular (Foto: WhatsApp/reprodução)
Dia a Dia

Professor esfaqueado por adolescente durante aula de reforço deixa hospital

29 de agosto de 2026
O prefeito de Manaus, Renato Júnior, anunciou nesta sexta-feira (28) apoio à reeleição do senador Plínio Valério (Foto: Rede social/reprodução)
Política

Renato Júnior confirma apoio a Plínio Valério e fecha seus 2 votos ao Senado

29 de agosto de 2026
O artista foi identificado como Jone Salgado Martins, conhecido como "Nico", de 45 anos (Foto: WhastsApp/reprodução)
Dia a Dia

Polícia investiga morte de trabalhador em montagem de alegoria de ciranda

29 de agosto de 2026
Política

Juiz manda Wilson Lima retirar ou adequar propaganda com Brasília

28 de agosto de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?