O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Política.

Ministra Cármen Lúcia quer dinamizar Conselho Nacional de Justiça

27 de setembro de 2016 Política.
Compartilhar
Brasília - A ministra Cármen Lúcia comanda a primeira reunião do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) depois que assumiu a presidência do Supremo Tribunal Federal (STF) para o julgamento de diversos processos administrativos e disciplinares.( Elza Fiuza/ Agência Brasil)
A ministra Cármen Lúcia comanda a primeira reunião do CNJ depois que assumiu a presidência do STF (Foto: Elza Fiuza/ Agência Brasil)

BRASÍLIA – A ministra Carmén Lúcia, presidente do Supremo Tribunal Federal, participou nesta terça-feira, 27, da primeira sessão como presidente do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). No discurso de abertura, ela falou sobre medidas para dinamizar a órgão.

Lembrou o crescimento do CNJ ao longo dos anos e disse que ele cresceu muito mais do que o esperado. Observou que está sendo feito um levantamento sobre o andamento de cada um dos programas e projetos do conselho. A ideia é saber os resultados e em que fase está cada um dos projetos. “Há uma gama enorme de convênios, de ajustes formados, de grupos de trabalho. Eu preciso saber exatamente como estão, em que pé estão, o que está sendo feito, quais os resultados já produzidos. O conselho ficou mais pesado nestes dez anos, (esse) não era o objetivo,” ponderou.

Política de resultados

Carmén Lúcia disse, ainda, que o cidadão brasileiro espera cada vez mais que se apresentem resultados. “O cidadão cresceu na sua condição de democrata e ele quer o resultado concreto daquilo que é proposto e eu espero que sejamos capazes de fazer e apresentar o resultado concreto de cada ação”.

Ela falou, ainda, da quantidade de resoluções existentes no CNJ. Citou que algumas das 258 resoluções já não estão em vigor e que, por isso, está fazendo um levantamento sobre cada uma delas. “(O CNJ) cresceu até muito mais do que a gente queria em termos de estrutura e eu temo por uma burocratização excessiva. Para se ter uma idéia, já foram editadas 258 resoluções, claro que nem todas estão em vigor. Algumas já foram superadas, outras alteradas, algumas mudada apenas uma vírgula, mas em qualquer caso, quanto mais norma se tiver, mais fácil é não cumpri-las. Basta ter um número grande para não se poder conhecer todas e não se dar cumprimento”, disse.

Segundo a ministra, foi formado um grupo de trabalho para fazer o levantamento das resoluções. “A ideia é saber o que vigora e não vigora, o que vale e o que não vale, o que deu certo e o que não deu e depois formar um novo conjunto de normas”.

(Da Agência Brasil)

Notícias relacionadas

Cartilha orienta juízes e juízas sobre extinção de dívidas de baixo valor

Ministro nega suspensão de ponto facultativo no TJAM durante Festival de Parintins

Gilmar Mendes defende extradição de Carla Zambelli em novo pedido à Justiça da Itália

Relator no CNJ defende punição severa para juízes que cometem crimes

Cartórios devem assegurar patrimônio da mulher vítima de violência

Assuntos Cármen Lúcia, CNJ
administrador 27 de setembro de 2016
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Renegociação de dívidas terá atendimento presencial em Manaus (Foto: Serasa/Divulgação)
Economia

Cartilha orienta juízes e juízas sobre extinção de dívidas de baixo valor

20 de julho de 2026
Dia a Dia

Ministro nega suspensão de ponto facultativo no TJAM durante Festival de Parintins

26 de junho de 2026
Política

Gilmar Mendes defende extradição de Carla Zambelli em novo pedido à Justiça da Itália

24 de junho de 2026
Plenário do CNJ manteve decisão do corregedor de Justiça Mauro Campbell (Foto: Luiz Silveira/Agência CNJ)
Dia a Dia

Relator no CNJ defende punição severa para juízes que cometem crimes

24 de junho de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?