O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Economia.

Trabalho ‘escravo’: MPF orienta bancos públicos

26 de julho de 2016 Economia.
Compartilhar
Banco da Amazônia também foi orientado a não emprestar direito à empresas autuadas (Foto: Divulgação)
Banco da Amazônia também foi orientado a não emprestar direito à empresas autuadas (Foto: Divulgação)

 

BRASÍLIA – Os bancos públicos receberam recomendação do MPF (Ministério Público Federal) para que vetem empréstimos ou financiamentos a empregadores flagrados e autuados por manterem trabalhadores em regime análogo à escravidão. A recomendação foi enviada ao BB (Banco do Brasil), CEF (Caixa Econômica Federal), BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) e o Banco da Amazônia para que não concedam empréstimos ou financiamentos com recursos públicos ou subsidiados pelo Tesouro a empregadores flagrados e autuados pela prática de submissão de trabalhadores.

Assinada pela PFDC (Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão) e pela Procuradoria dos Direitos do Cidadão em Rondônia, a recomendação solicita que as instituições financeiras adotem todas as providências administrativas e cíveis para a imediata rescisão dos contratos de empréstimos e financiamentos concedidos com recursos públicos a empregadores que constem na chamada ‘lista suja’ do trabalho escravo.

O documento pede ainda que o banco adote a prática de incluir, nos contratos de financiamento concedidos a todos os tomadores de empréstimos com recursos públicos, cláusulas que prevejam a rescisão imediata do contrato no caso de o empregador vir a ser flagrado submetendo trabalhadores a regime semelhante ao ‘escravo’.

A recomendação reforça que o fato de a fiscalização ter constatado a existência de trabalho escravo na propriedade ou empresa deve ser suficiente como condicionante para negativa do crédito público – na mesma medida que constitui fundamento para recusa, em qualquer instituição financeira, o fato de um cidadão não ter comprovante de renda ou bens que garantam a satisfação do crédito pretendido: “Se um cidadão desprovido de riquezas materiais, mas que não tenha cometido qualquer ato ilícito perante o direito interno e internacional, não pode acessar crédito por não possuir renda ou patrimônio, muito menos lógico que o Estado proporcione crédito a quem possivelmente pratica condutas vedadas pelo ordenamento jurídico e socialmente repudiadas, tanto na seara nacional quanto internacional”, ressaltam a procuradora federal dos Direitos do Cidadão, Deborah Duprat, e o procurador regional dos Direitos do Cidadão em Rondônia, Raphael Bevilaqua.

Durante as investigações que resultaram na recomendação, o MPF identificou empregadores já autuados por prática de trabalho escravo em Rondônia que obtiveram acesso a linhas de créditos do Fundo Constitucional do Norte e outras linhas de recursos públicos subsidiados. Também foi observada a prática de não cancelamento do financiamento a empregadores flagrados pela prática de trabalho escravo após o início do contrato com a instituição financeira – o que contraria a legislação na área.

Para a Procuradoria dos Direitos do Cidadão, a conduta não confere com as políticas públicas que devem ser adotadas em um Estado Democrático e Constitucional de Direito, “sendo inconcebível que o próprio Estado, fundado em valores como democracia, obediência à Constituição, às leis e aos tratados internacionais de direitos humanos vá a campo, constate que alguém pratica a odiosa conduta de empregar mão de obra escrava, resgate os trabalhadores prejudicados e, ato seguinte, por meio de suas instituições financeiras públicas, fomente a atividade desenvolvida por este mesmo empregador, mediante a concessão de linhas de créditos custeadas ou subsidiadas com recursos públicos”.

(Estadão Conteúdo/ATUAL)

Notícias relacionadas

Partidos devem explicar critérios de divisão de dinheiro do Fundão, afirma MPF

MPF recorre contra absolvição de policial no AM por contrabando de remédio

Conselho muda atribuição para Gaeco combater crime organizado na eleição

MPF pede indenização de R$ 5 milhões por dano moral ao líder da Revolta da Chibata

Retaliação a servidor em 2022 gera advertência sobre as eleições 2026

Assuntos MPF
administrador 26 de julho de 2016
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Voto na urna eletrônica
Política

Partidos devem explicar critérios de divisão de dinheiro do Fundão, afirma MPF

2 de julho de 2026
Medicamentos foram apreendidos no aeroporto de Tabatinga (Foto: Infraero/Divulgação)
Dia a Dia

MPF recorre contra absolvição de policial no AM por contrabando de remédio

2 de julho de 2026
Agentes do Gaeco em casa de suspeito: investigação contra advogados (Foto: Ulisses Farias/Divulgação)
Política

Conselho muda atribuição para Gaeco combater crime organizado na eleição

2 de julho de 2026
João Cândido: MPF quer aumentar valor de indenização por ofensas da Marinha ao líder da Revolta da Chibata (Foto: Arquivo Nacional/Domínio público)
Política

MPF pede indenização de R$ 5 milhões por dano moral ao líder da Revolta da Chibata

1 de julho de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?