
Do ATUAL
MANAUS – Motoristas e cobradores de ônibus aderiram à paralisação determinada pelo sindicato da categoria e deixaram milhares de passageiros sem o transporte na tarde desta segunda-feira (20) em Manaus.
A paralisação começou por volta das 12h30 nos terminais de integração e se estendeu por ruas do Centro e nas principais avenidas de ligação com os bairros. O Sindicato dos Rodoviários do Amazonas alega atraso no pagamento dos 40% de adiantamento do salário de julho.
Centenas de ônibus foram enfileirados no acesso do Terminal de Integração 1, na Avenida Constantino Nery. Também ocorreu o mesmo Rua Epaminondas. A situação se repetiu na Cachoeirinha, São José e Cidade Nova.
Passageiros esperaram pela normalização do transporte nos próprios terminais e pontos de ônibus, mas até a publicação desta matéria, às 16h18, a circulação dos veículos não havia sido retomada.
Em nota, o IMMU (Instituto Municipal de Mobilidade Urbana), esclareceu que não possui débitos pendentes do ano de 2026 junto ao Sinetram (Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros do Estado do Amazonas), estando suas obrigações financeiras regularmente executadas para o ano corrente.
“A prefeitura reafirma seu compromisso com a manutenção e o pleno funcionamento do sistema de transporte coletivo urbano, adotando as medidas necessárias para assegurar a continuidade da prestação do serviço e o atendimento à população manauara”, diz o IMMU na nota.
E completa que mantém o diálogo construtivo com os sindicatos das classes, que respeite os usuários do transporte coletivo.
A Ufam (Universidade Federal do Amazonas) suspendeu as aulas presenciais nos turnos vespertino e noturno. A suspensão foi comunicada aos estudantes por volta das 16h.

O povo só vê o problema deles. Mas o profissional que não recebe, não se solidarizam. Ninguém compra vale transporte fiado. As empresas recebem dinheiro vivo, ao invés de alimentar o motor que trás o recurso que são os profissionais da linha de frente; pagam os fornecedores e os servidores internos gerando toda essa seleuma entre os profissionais do transporte e a população.