O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Política

Discussão sobre lei de regalias para advogados gera bate-boca no TJAM

14 de outubro de 2025 Política
Compartilhar
TJAM suspendeu novamente julgamento da lei amazonense que cria o conceito de Sala de Estado Maior (Foto: Chico Batata/TJAM)
Por Felipe Campinas, do ATUAL

MANAUS — Terminou em bate-boca entre desembargadores do TJAM (Tribunal de Justiça do Amazonas) a discussão sobre a validade da lei estadual que cria o conceito de Sala de Estado Maior a ser utilizada por advogados presos provisoriamente, ocorrida nesta terça-feira (14).

Os desembargadores Hamilton Saraiva e Délcio Santos divergiram quanto à interpretação de uma decisão do STF (Supremo Tribunal Federal) sobre o tema. Em meio a uma discussão marcada por interrupções e sobreposição de falas, Saraiva criticou o conceito defendido por Délcio, o que levou Flávio Pascarelli a intervir, afirmando que o “problema” de Saraiva era o “conceito de conceito”. Saraiva reagiu dizendo que compreendia perfeitamente o tema, que sabia o “conceito de conceito” e que o colega não era o único desembargador presente. O processo foi suspenso após o desembargador João Simões pedir vistas.

Flávio Pascarelli: “Eu acho que o problema de vossa excelência, no momento, é o conceito de conceito. É por isso que nós não estamos nos entendendo. Conceito tem um conceito. E essa explicação que foi dada não tem nada a ver com conceito”

Hamilton Saraiva: “Não, desembargador. Eu entendo perfeitamente o posicionamento de vossa excelência e respeito”.

Pascarelli: “Quando vossa excelência colocou eu percebi que vossa excelência não estava falando sobre conceito”.

Saraiva: “Eu sei os motivos, as razões e o entendimento de vossa excelência”.

Pascarelli: “Para a gente falar de conceito a gente tem que saber o que é conceito”.

Saraiva: “Sim. Nós sabemos. Vossa excelência não é o único desembargador aqui não. Vossa excelência é um desembargador igual a todos”.

Pascarelli: “É verdade. Aqui cada um…”

Saraiva: “Eu não chamo a atenção de desembargador”.

Pascarelli: “Vossa excelência acabou de chamar”.

Saraiva: “Eu não questiono voto de desembargador”.

Pascarelli: “Acabou de dizer que ouviu aqui conceitos de isonomia absurdos, que nunca leu. Como é que não está chamando a atenção, desembargador?”.

Ao final, a desembargadora Graça Figueiredo reclamou do “atropelo” de falas e pediu ordem no plenário. “Parece que paixões estão sendo defendidas, e não o direito. (…) Estou pedindo aos colegas para que os debates sejam respeitados, para que, quando um tiver falando, o outro escute, e não fique interrompendo o tempo todo. Isso é desagradável para quem está assistindo”, disse a magistrada.

Graça completou: “Fica parecendo mais o tribunal do júri do que o tribunal pleno”.

O presidente do TJAM, Jomar Fernandes, endossou o pedido de Graça e afirmou: “Penso que nós precisamos ordenar esse tipo de discussão. Afinal de contas, temos um código de conduta a ser obedecido neste plenário”.

Flávio Pascarelli e Hamilton Saraiva divergiram no TJAM (Fotos: Chico Batata e Marcus Phillipe/TJAM)

Divergência

Momentos antes do bate-boca, Flávio Pascarelli sustentou que o TJAM é incompetente para analisar a questão e que o julgamento é de competência do STF. “Não é cabível ADI [Ação Direta de Inconstitucionalidade] no Tribunal de Justiça local para análise de lei estadual em face da Constituição Federal”, disse Pascarelli.

Cézar Bandiera pediu para antecipar o voto e acompanhou a relatora, Onilza Gerth, que votou pela anulação da lei. “Entendo também, desde pronto, que a Lei Estadual nº 5.661/2021, ao ampliar prerrogativas para advogados custodiados em Sala de Estado Maior, usurpou competência privativa da União, afrontou o princípio da igualdade e quebrou a uniformidade do sistema penitenciário”, disse Bandiera, que também defendeu a competência do TJAM para analisar a lei.

Após ouvir o colega, Pascarelli reafirmou que o TJAM não era competente para legislar sobre direito processual penal e condições para exercer das profissões, previsto no Artigo 22 da Constituição da República.

Délcio Santos defendeu que a lei amazonense não está criando inovações no Direito Processual Penal. “A questão da Sala de Estado Maior está definida na legislação federal, reconhecida a constitucionalidade pelo próprio Supremo. É um direito do advogado, não é privilégio. É prerrogativa”, disse.

Após ouvir as discussões, o desembargador Hamilton Saraiva, que defende a anulação da regra, expressou entendimento divergente sobre o conceito de Sala de Estado Maior aprovado pelo STF.

No debate acalorado, Saraiva afirmou que o colegiado não deveria julgar “com o fígado” (com base na emoção). Ele também disse que, naquele julgamento, tinha ouvido conceito de “isonomia” que não havia encontrado em “livro nenhum”.

A declaração de Saraiva provocou reação do desembargador Délcio Santos, que anteriormente havia defendido a aplicação do “princípio da isonomia por baixo” ao sustentar a manutenção de parte da lei, argumentando que há, em âmbito nacional, omissão quanto ao direito dos advogados.
Délcio respondeu a Saraiva: “Se procurar no Google, o senhor vai encontrar”.

Após ouvir a sustentação de Délcio, Saraiva disse: “É por tudo isso que nós estamos ouvindo aqui que eu novamente falo: Estamos aqui entre desembargadores, pessoas do mais alto nível da Corte estadual. Pelo amor de Deus! Vamos julgar sem usar o fígado!”.

Délcio respondeu imediatamente: “Excelência, não estou usando o fígado, não. O senhor pode ficar tranquilo que eu não estou nenhum fígado, não”. Saraiva disse: “É a expressão, desembargador. Não tem nada a ver com vossa excelência. Tenho maior apreço por todos aqui”.

Saraiva lembrou das alegações de Délcio sobre conceito de isonomia e afirmou: “Isso é isonomia? Isso é o conceito de isonomia do Direito?”. Délcio reforçou a tese, e Pascarelli entrou na discussão: “Eu acho que o problema do desembargador Hamilton é o conceito de conceito”.

Notícias relacionadas

Arthur propõe criação de hospital nacional indígena em Manaus

Bispos alertam sobre uso da religião para pedir votos nas eleições

Juiz suspende propaganda de Roberto Cidade por uso de estrutura da PM

BNDES vai financiar projetos para reduzir riscos climáticos em Manaus

MPE e TSE vão combater violência política contra as mulheres

Assuntos advogados, bate-boca, desembargadores, manchete, TJAM
Felipe Campinas 14 de outubro de 2025
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

desabamento
Dia a Dia

BNDES vai financiar projetos para reduzir riscos climáticos em Manaus

23 de setembro de 2026
Médicos orientam sobre cuidados no trabalho para evitar contrair doenças (Foto: Marcelo Camargo/ABr)
Dia a Dia

Menor salário na saúde estadual será de R$ 2,4 mil e o maior de R$ 15,2 mil

23 de setembro de 2026
O colegiado entendeu que ele tem direito ao benefício (Foto: Arquivo/TJAM)
Dia a Dia

TJAM manda INSS pagar auxílio a trabalhador que perdeu dedos da mão

22 de setembro de 2026
Hospital de Nova Olinda do Norte
Dia a Dia

Pais de vítimas de massacre do Rio Abacaxis receberão R$ 900 mil

22 de setembro de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?