O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Política

Big techs alegam que PL sobre controle do setor afeta concorrência e inovação

20 de setembro de 2025 Política
Compartilhar
Empresas de Tecnologia
Empresas de tecnologia criticam projeto de lei no Brasil sobre controle do setor (Foto: Divulgação)
Por Circe Bonatelli, do Estadão Conteúdo

SÃO PAULO – A Alai (Associação Latino-Americana de Internet), que representa os interesses de multinacionais de tecnologia, criticou o Projeto de Lei 4675/2025 sobre regulação econômica, que foi encaminhado nesta semana pelo governo Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ao Congresso.

“Trata-se de uma proposta que altera de forma estrutural a política concorrencial no país, com repercussões para a inovação e o desenvolvimento econômico do Brasil, e que, por isso, deve ser avaliada com cautela”, afirmou, em nota. “Criar uma categoria regulatória autônoma gera distorções e insegurança”.

O projeto prevê que empresas de tecnologia com faturamento acima de R$ 5 bilhões no Brasil, ou de R$ 50 bilhões no mundo, sejam monitoradas pelo Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica). Assim, será criada uma nova área interna, a Superintendência de Mercados Digitais do Cade, para avaliar se há risco de infrações concorrenciais na forma de atuação dessas empresas, conforme mostrou o Estadão/Broadcast.

A Alai tem 12 membros: Google, Meta (dona de WhatsApp, Instagram e Facebook), X, TikTok, Amazon, Mercado Livre, Airbnb, Rappi, Discord, Expedia, Hotmart e Didi. Apesar de representar as empresas de plataformas digitais, a associação avaliou que o alcance do projeto pode afetar empresas de diferentes setores que utilizam tecnologias digitais em seus modelos de negócio.

A entidade argumentou que a criação de uma categoria regulatória autônoma dentro do Cade gera distorções e insegurança, uma vez que não existem “mercados digitais” apartados do restante da economia. “Todos os setores, do agronegócio ao varejo, utilizam tecnologias digitais em seus modelos de negócio”, pondera.

A associação também disse a faixa de corte de receita e os critérios qualitativos descritos nos projeto são genéricos e podem dar espaço para “designações casuísticas”. Segundo a instituição, o PL cria exigências restritivas à atividade econômica, como interoperabilidade, portabilidade e notificações de concentrações, sem comprovação de falhas de mercado nem de riscos de efeitos anticompetitivos. A Alai também reclamou que o projeto vai gerar custos e exigências desproporcionais para as empresas, como relatórios periódicos, auditorias independentes e possíveis multas elevadas.

“Há uma mudança estrutural na política concorrencial, com a substituição da análise baseada em evidências de dano por um regime regulatório preventivo oneroso, sem diagnóstico claro que o justifique”, apontou. “O PL confere a órgãos e entidades da administração pública federal a prerrogativa de provocar processos de designação e imposição de obrigações, que seriam instaurados de imediato. Isso pode resultar em sobrecarga, politização e judicialização, fragilizando a segurança jurídica”.

A Alai observou ainda que o projeto de lei brasileiro tem semelhanças com as legislações europeias – Digital Markets Act (DMA) e o Digital Markets, Competition and Consumer Act (DMCC).

A entidade afirmou que essas legislações europeias ainda não foram testadas, nem mostraram benefícios concretos. Pelo contrário: aumentaram custos de compliance, geraram atrasos para startups no acesso a inovações em inteligência artificial, prejudicaram os consumidores ao restringi-los a produtos de menor qualidade, e geraram perdas para pequenas empresas que se beneficiam da publicidade digital para competir, segundo a Alai.

“O Brasil não deve repetir os mesmos equívocos. Diferentemente da Europa, as empresas brasileiras efetivamente desenvolveram opções locais de modelos globais de negócios, e frequentemente têm melhor desempenho que seus concorrentes internacionais, particularmente no varejo”, argumentou.

O governo brasileiro, por sua vez, levou o projeto adiante por enxergar um benefício de economia processual para o Cade. Ao colocar prazos e garantias, o texto deverá facilitar as análises do órgão antitruste, pois o próprio Cade identificou o desafio de conseguir atuar a tempo e desenhar os remédios corretos para as condutas anticompetitivas, defendeu o diretor de programa da Secretaria de Reformas Econômicas do Ministério da Fazenda, Alexandre Ferreira.

Notícias relacionadas

TRE suspende transferência de 19 servidores da Aadesam para o interior

Classificação de deepfake nas eleições ocorrerá com base em 3 critérios

Câmara aprova projeto que facilita aposentadoria integral para policiais e bombeiros

Juristas avaliam que conversas entre Vorcaro e Moraes configuram ‘promiscuidade’

Mendonça defende que plenário do STF analise diálogos de Moraes com Vorcaro

Assuntos big techs, concorrência, inovação, projeto de lei
Cleber Oliveira 20 de setembro de 2025
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Concursados vão participar de curso de admissão do Corpo de Bombeiros (Foto: CBMAM/Divulgação)
Política

Câmara aprova projeto que facilita aposentadoria integral para policiais e bombeiros

2 de setembro de 2026
tecnologia
Dia a Dia

Falta de infraestrutura de IA limita crescimento de startups brasileiras

23 de agosto de 2026
Economia

Finep financiará até 100% de projetos no Norte, Nordeste e Centro-Oeste

18 de agosto de 2026
Empresa Meta deve entregar ao STF vídeo apagado por Bolsonaro depois dos atos do 8 de janeiro (Foto: Divulgação/Facebook)
Tecnologia

IA ajudará mais na inovação do que na automação, afirma Zuckerberg

10 de agosto de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?