O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual


Expressão

Ações de Trump e do traidor Bolsonaro são típica molecagem

15 de agosto de 2025 Expressão
Compartilhar
Donald Trump e Eduardo Bolsonaro
Donald Trump deveria estar cercado de pessoas responsáveis que o informasse sobre as mentiras que Eduardo Bolsonaro leva a ele sobre o Brasil (Foto: Reprodução)

Informação e Opinião

Por Valmir Lima, do ATUAL

MANAUS – As ações do governo Donald Trump, baseadas nas mentiras do traidor da pátria brasileira Eduardo Bolsonaro, são o que podemos tipificar como molecagem. Lembram as histórias de adolescentes que, descontentes com colegas, passam a tramar contra esses, abusando de ações que visam prejudicá-los de forma gratuita. Donald Trump parece brincar de “mocinho e bandido”, como se vivesse uma trama de novela.

A primeira ação, a elevação da alíquota de importação de produtos brasileiros em 50%, nada tem a ver com questões econômicas. Já dissemos neste espaço que os argumentos para aplicação do tarifaço são mentirosas. A taxação elevada prejudica tanto os brasileiros quanto os estadunidenses. Esses últimos são os que devem pagar a conta, porque os preços ao consumidor certamente serão elevados. E por que a medida foi tomada? Segundo Trump, porque querem punir Jair Bolsonaro.

Segunda ação, o presidente dos Estados Unidos cancelou vistos de ministros do STF (Supremo Tribunal Federal). Qual o objetivo de uma medida desse porte? Punir os ministros por terem se mantido firmes diante dos ataques de Jair Bolsonaro, sua família e seus aliados. É uma molecagem como a que os adolescentes fazem ao proibir que seus adversários participem de partidas de futebol na quadra da escola ou do bairro. O resultado, os atingidos pela medida vão buscar lazer em outros espaços.

Na terceira medida, Trump decretou a aplicação da Lei Magnitsky ao ministro Alexandre de Moraes, do STF. A tal lei pune a pessoa com o congelamento de ativos financeiros e a proibição de entrada nos Estados Unidos. A lei foi criada em 2012, no governo do democrata Barack Obama, com o objetivo de punir autoridades russas responsáveis pela morte do advogado tributário russo Sergei Magnitsky em uma prisão de Moscou em 2009. Depois, em 2016, a lei passou a ser aplicada a pessoas que os Estados Unidos consideram violadores dos direitos humanos de qualquer país.

Donald Trump embarcou na conversa falsa de Eduardo Bolsonaro de que o Brasil vive sob um regime autoritário e que o ministro Alexandre de Moraes é um ditador que viola os direitos dos cidadãos brasileiros. Em uma população de 212,6 milhões de brasileiros, uma dúzia está respondendo a processo no STF por tentativa de golpe de estado, entre eles, o ex-presidente Jair Bolsonaro. O Brasil vive na mais plena democracia, inclusive com a oposição criticando livremente as autoridades constituídas.

Não há qualquer ação violenta ou cerceamento do direito de defesa no processo em que Bolsonaro e outros membros de seu governo são réus. Mas o clã Bolsonaro não aceita ser julgado, e cobra anistia para o patriarca. Usam os presos dos atos golpistas de 8 de janeiro de 2023 para justificar um pedido de anistia geral e irrestrita contra todos os que se recusaram a aceitar o resultado das urnas em 2022, e tramaram um golpe de estado, que culminou com os atos de 8 de janeiro.

Como os as ações de Donald Trump não surtiram qualquer efeito prático, ou seja, o clã Bolsonaro não conseguiu o intento de mudar o curso dos processos no Judiciário e nem de sensibilizar o Congresso Nacional a votar uma lei de anistia aos golpistas, Bolsonaro traidor tenta atingir servidores e parentes de autoridades. Foi o que fez o governo Trump ao suspender os vistos de servidores que atuaram no programa Mais Médicos.

A justificativa é a mais absurda: de que os servidores foram cúmplices do esquema do regime cubano de exportação de trabalho escravo. “O programa Mais Médicos representou um golpe diplomático inadmissível de ‘missões médicas’ estrangeiras”, disse a diplomacia dos EUA.

O contrato com o governo de Cuba para a importação de médicos ao programa foi encerrado em 2018, um ano depois de Donald Trump tomar posse como presidente no primeiro mandato, iniciado em 2017. O Mais Médicos foi criado em 2013, no governo de Dilma Rousseff, para suprir a necessidade de médicos em municípios pobres, onde os médicos brasileiros se recusavam a trabalhar.

Trump deveria ter punido o governo brasileiro à época, mas não o fez. Só agora, sete anos depois de encerrado o contrato com o governo cubano, ele decide aplicar sanções. Na legislação brasileira, o caso já estaria prescrito.

Nesta sexta-feira, a mais recente decisão de Trump: suspender os vistos da mulher e da filha do ministro da Saúde, Alexandre Padilha. O ministro afirmou em entrevista à Globo News, que ele deveria ser o alvo do governo dos Estados Unidos, mas está com o visto vencido desde 2024.

Diante da impossibilidade de punir o ministro, o governo Trump age como os mafiosos ou traficantes brasileiros, atacando a família de seus alvos, que nada têm a ver com a crise produzida pela família Bolsonaro.

Na outra ponta, o filho do ex-presidente, nos Estados Unidos, reclama de perseguição ao seu pai e à sua família. Ocorre que Bolsonaro é réu acusado de um crime que pode levá-lo a anos de prisão. Os familiares do ministro Alexandre Padilha não cometeram sequer um ato falho.

Notícias relacionadas

Itamaraty rebate acusações dos EUA, contesta tarifas e defende o Pix

Nunes Marques mantém ação no STF contra deputado que xingou Alexandre de Moraes

PGR recomenda manter Bolsonaro em prisão domiciliar

Moraes pede novo parecer da PGR sobre arma apreendida em nome de Bolsonaro

Moraes arquiva investigação contra parlamentares do PL por incitação ao 8 de Janeiro

Assuntos Alexandre de Moraes, Bolsonaro, Donald Trump, Eduardo Bolsonaro, Estados Unidos, molecagem, Trump
Valmir Lima 15 de agosto de 2025
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Pix tem novas regras, mas não há cobrança de impostos (Foto: Marcelo Casal Jr./ABr)
Economia

Itamaraty rebate acusações dos EUA, contesta tarifas e defende o Pix

2 de julho de 2026
Deputado Otoni de Paula também é alvo de busca e apreensão (Foto: Michel Jesus/Agência Câmara)
Política

Nunes Marques mantém ação no STF contra deputado que xingou Alexandre de Moraes

2 de julho de 2026
Bolsonaro foi levado para a Superintendência da Polícia Federal, onde ficará em uma sala de Estado (Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil)
Política

PGR recomenda manter Bolsonaro em prisão domiciliar

1 de julho de 2026
Política

Moraes pede novo parecer da PGR sobre arma apreendida em nome de Bolsonaro

1 de julho de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?