O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Tecnologia

Projetos impulsionam cadeia do açaí e empreendedorismo indígena na Amazônia

30 de abril de 2024 Tecnologia
Compartilhar
Açaí
Tecnologias são aplicadas desde a colheita do açaí até os produtos finais da fruta amazônica (Foto: Divulgação/Agranus)
Do ATUAL, com informação do Idesam

MANAUS – O Brasil é o maior produtor de açaí no mundo, com uma produção de mais de 1,5 milhão de toneladas por ano, gerando um valor de R$ 5,3 bilhões. O impacto do beneficiamento da cadeia produtiva do fruto alcança cerca de 120 mil famílias e 200 empreendimentos da agricultura familiar, entre cooperativas, associações e agroindústrias.

Desde um robô que automatiza a coleta do fruto, até o seu beneficiamento para novas tecnologias de fabricação de produtos, o açaí desponta como um produto inovador no ecossistema de negócios de Boa Vista (RR). A startup Agranus, foi responsável pela criação da tecnologia do ‘Climbot’, um equipamento para colheita automatizada que maximiza a produção e se integra à cadeia produtiva do açaí. A proposta do modelo de negócio é tornar a tecnologia acessível aos extrativistas da região por meio de aluguel dos equipamentos, proporcionando maior segurança para os trabalhadores.

O Instituto Federal de Roraima, em parceira com o Idesam e Fundação de Apoio ao Ensino, Pesquisa, Extensão e Interiorização do Instituto Federal do Amazonas (Faepi/Ifam) também desenvolve pesquisas de novas tecnologias de fabricação para produtos de açaí, como embalagens inteligentes para peixes, fruit roll (fruit leather) e suco de açaí. O projeto visa desenvolver embalagens feitas de açaí que identificam a qualidade e garantia de armazenamento de peixes e laticínios.

A embalagem, em formato adesivo, muda de cor indicando a qualidade do produto. Uma tecnologia inovadora e interessante que contribui para a preservação da espécie e para o desenvolvimento de novos produtos estáveis e seguros, ampliando o leque de produtos de açaí comercializados e impactando positivamente na renda de produtores e empresas.

Esses projetos já recebem aporte financeiro do Programa Prioritário de Bioeconomia (PPBio), idealizado pela Superintendência da Zona Franca de Manaus (Suframa) e coordenado pelo Idesam. Eles foram apresentados como cases durante a Jornada de Integração Regional e Interiorização do Desenvolvimento, realizada em Roraima no mês de março. O evento, promovido pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), por meio da Suframa, tem o objetivo de disseminar os benefícios do modelo Zona Franca de Manaus, promover maior articulação com os Estados da Amazônia Ocidental e Amapá e contribuir para a melhora do ambiente de negócios na região.

Para Paulo Simonetti, líder de Inovação em Bioeconomia do Idesam, a Jornada é uma maneira de divulgar os benefícios da Lei de Informática, os resultados da Política de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (PD&I), e promover a articulação entre os estados.

“Durante a Jornada, temos a oportunidade de divulgar a agenda de bioeconomia n região. Então, o Idesam e o corpo técnico da Suframa, além dos parceiros, podem falar sobre atuação com as empresas, como as empresas podem se cadastrar para receber os incentivos fiscais, como utilizar as Leis de Informática e como ter acesso a recursos de PD&I. Então, é essa a agenda, de promover essa conexão com o ecossistema local, com os atores locais, em relação ao que a Suframa já faz”, destaca.

Etnoturismo e venda de serviços ambientais

Em Rondônia, a Jornada de Integração Regional e Interiorização do Desenvolvimento, ocorreu em abril. Na ocasião, foi anunciado um total de R$ 2,9 milhões, a serem utilizados em projetos de PD&I no estado, oriundos dos recursos da Lei de Informática da Zona Franca de Manaus (ZFM). Esse valor soma-se aos R$ 20 milhões já anunciados na primeira jornada no Estado, realizada em outubro do ano passado.

Os novos projetos integrantes do PPBio, tratam do aprimoramento de plataforma de monitoramento de árvores matrizes, facilitando o planejamento e comercialização de produtos de árvores adultas como sementes, resinas, óleos, entre outros, além de contribuir para a restauração e proteção de ecossistemas. Também abordam o desenvolvimento de um modelo inovador de geração de créditos de carbono a ser implementado na Terra Indígena (TI) Sete de Setembro, o ‘Carbono Suruí’, que beneficiará diretamente o povo Paiter Suruí por meio do protagonismo da comunidade no uso de mecanismos do mercado de carbono para geração de renda na área.

Ainda em 2023, o modelo de negócios ‘Yabnaby – Espaço Turístico Paiter Suruí’, a primeira agência indígena de etnoturismo criada e mantida por povos originários na Amazônia, foi um dos selecionados para receber investimento do PPBio. A atividade de etnoturismo do Povo Paiter Suruí visa diversificar a renda das comunidades indígenas envolvidas e presentes na Terra Indígena Sete de Setembro.

Notícias relacionadas

Exército coordena maior sistema de proteção cibernética da AL

Alibaba anuncia chip mais potente para novo modelo de IA

BNDES libera R$ 200 milhões para Mombak para restauração de florestas na Amazônia

Problemas complexos exigem propostas sistêmicas

Gilberto Mestrinho e o jacaré: a inteligente defesa do manejo

Assuntos açaí, Amazônia, empreendedorismo, Indígena, Tecnologia
Valmir Lima 30 de abril de 2024
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Floresta amazônica: maioria dos brasileiros não conhece a região (Imagem: YouTube/Reprodução)
Economia

BNDES libera R$ 200 milhões para Mombak para restauração de florestas na Amazônia

21 de setembro de 2026
Augusto Barreto Rocha 2023
Augusto Barreto Rocha

Problemas complexos exigem propostas sistêmicas

21 de setembro de 2026
Manejo do Jacaré na Amazônia
Expressão

Gilberto Mestrinho e o jacaré: a inteligente defesa do manejo

20 de setembro de 2026
Rodovia BR-319: comunidades às margens da estrada não possuem título definitivos das terras (Foto: Luiz Felipe Santos/DPAM)
Dia a Dia

Infraestrutura na Amazônia precisa tirar cidades e pessoas do isolamento

20 de setembro de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?