O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual


Expressão

Faltou ao menos uma lambada firme no lombo de Bolsonaro

19 de julho de 2022 Expressão
Compartilhar
Bolsonaro com chefes de missões diplomáticas
Bolsonaro no discurso feito aos chefes de missões diplomáticas que atuam no Brasil (Foto: Clauber Cleber Caetano/PR)
EDITORIAL

MANAUS – Depois de o presidente Jair Bolsonaro (PL) atacar as instituições do país diante de diplomatas do mundo inteiro, atacar o processo eleitoral brasileiro e as urnas eletrônicas e de emporcalhar a imagem do Brasil perante o mundo, as reações dos chefes dos outros poderes da República foram acanhadas.

Ninguém teve coragem de falar grosso com o chefe do Poder Executivo; nenhum deu uma resposta à altura das agressões verbais praticadas pelo mandatário. Dos três que se manifestaram, nenhum teve coragem de mencionar o nome do malfeitor. Faltou ao menos uma lambada firme no lombo de Bolsonaro; uma lambada verbal.

O primeiro a manifestar-se foi o presidente do Tribunal Superior Eleitoral, Edson Fachin, citado nominalmente por Bolsonaro durante sua fala de viés golpista. Bolsonaro, ao citar o atual presidente do TSE, lembrou que ele foi o responsável por livrar Lula da prisão e sugeriu que, por isso, está sob suspeição e não tem isenção para atuar na Justiça Eleitoral.

Ao responder aos ataques, Fachin fez um discurso de cerca de 30 minutos, usou palavras polidas e algumas vezes pouco compreensível para a maioria do povo brasileiro, mas não nominou Bolsonaro.

O presidente do TSE falou em “inaceitável negacionismo eleitoral por parte de uma personalidade importante dentro de um país democrático.” É preciso mais. Assim como o ministro Fachin foi nominado, deveria nominar quem ofendeu a Justiça Eleitoral, o processo eleitoral e as urnas eletrônicas.

Fachin afirmou, no discurso: “Não contra-atacamos ninguém pessoalmente e nenhuma instituição. O que rejeitamos é a falta de compromisso com a verdade”. No entanto, é uma personalidade em particular, com nome e sobrenome, que falseia a verdade, que ataca os membros do STF e do TSE e que joga a imagem do país na lama. Não se trata de um ser inominado ou não identificado.

O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), publicou uma nota telegráfica no Twitter em três posts, que não dizem absolutamente nada que seja ligada à fala de Bolsonaro. Logicamente, pela hora da publicação, a mídia entendeu como uma resposta à fala do presidente da República. No entanto, poderia ser publicada a qualquer tempo.

Se Pacheco não desferiu uma lambada em Bolsonaro, como ele merecia, o que dizer do silêncio do presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL)? Por ser aliado de Bolsonaro e trabalhar para a reeleição dele, o presidente da Câmara não tem qualquer interesse em defender a instituição que representa se isso incomodar seu chefe.

Nesta terça-feira, o presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Luiz Fux, mandou um recado quase mudo via assessoria de comunicação. A manifestação da maior autoridade do Judiciário brasileiro diante dos ataques do chefe do Executivo veio em três parágrafos de uma nota que não diz absolutamente nada.

Eis a nota:

“O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Ministro Luiz Fux, se reuniu por videoconferência no início da tarde desta terça-feira (19) com o presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Ministro Edson Fachin. Na ocasião, os dois conversaram sobre os recentes ataques ao Poder Judiciário e ao processo eleitoral brasileiro.

A Fachin, o Ministro Fux reiterou confiança total na higidez do processo eleitoral e na integridade dos juízes que compõem o TSE.

Em nome do STF, o Ministro Fux repudiou que, a cerca de 70 dias das eleições, haja tentativa de se colocar em xeque mediante a comunidade internacional o processo eleitoral e as urnas eletrônicas, que têm garantido a democracia brasileira nas últimas décadas.”

Até o título que a assessoria deu ao texto tem uma mensagem velada: “Presidente do STF se reúne com Fachin e manifesta confiança total no processo eleitoral e nos juízes do TSE”.

Essas autoridades ainda não entenderam que Bolsonaro, como um menino mimado que testa a paciência dos pais, está testando a reação dos chefes dessas instituições. Enquanto ele perceber que pode avançar, continuará avançando.

Já está mais do que na hora de dar um basta.

Notícias relacionadas

STF não foi comunicado sobre classificação de PCC e CV como terroristas

Cenário atual põe 4 candidatos com chances de 2° turno no AM

Operação WI-FI faz buscas em produtora do filme Dark Horse, sobre Bolsonaro

A mentira de Débora e o engodo do CDL Jovem

Fux também vota contra redução do tempo de inelegibilidade na Lei da Ficha Limpa

Assuntos Arthur Lira, Edson Fachin, Eleições 2022, Jair Bolsonaro, Luiz Fux, Rodrigo Pacheco, urnas eletrônicas
Valmir Lima 19 de julho de 2022
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Ministro Edson Fachin
Dia a Dia

STF não foi comunicado sobre classificação de PCC e CV como terroristas

2 de junho de 2026
Política

Operação WI-FI faz buscas em produtora do filme Dark Horse, sobre Bolsonaro

1 de junho de 2026
Presidente do STF, Luiz Fux
Política

Fux também vota contra redução do tempo de inelegibilidade na Lei da Ficha Limpa

27 de maio de 2026
Kassio Nunes Marques
Política

Nunes Marques dá 20 dias para PGR opinar sobre revisão da condenação de Bolsonaro

27 de maio de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?