
Da Redação
MANAUS – A chapa Lula-Alckmin anima cientistas políticos, que apostam na criação de uma nova espécie da fauna política: um tucano vermelho. Como deixou o bando e agora sobrevoa o ninho petista, não se pode dizer que será mesmo essa nova espécie a ser criada.
O híbrido – pré-batizado com o termo científico de Lulienses alckminions – só pode ocorrer de um lado. Botânicos afirmam que é impossível um esquerdista vermelho virar tucano de plumagem colorida.
Nunca se sabe. Com as novas técnicas de fusão de DNA partidário, chamar urubu de meu louro está cada vez mais aperfeiçoado na política brasileira.
Bolsonaro é a prova irrefutável ao se aliar a Valdemar Costa Neto.
Aliás, o novo ‘pássaro’ incomoda os bolsonaristas, que dominam a floresta selvagem das redes sociais.
Temem que a nova espécie gere simpatia no eleitorado terrivelmente manipulado por fake news e dissemine paz e amor na selva extinguindo a truculência dominante.
Não dá nem para imaginar o que vai sair daí nas eleições de 2022, mas é possível ter uma certeza: o bicho vai pegar.
