O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Política

Lula justifica ausência em protestos e muda tom sobre regulação da mídia

8 de outubro de 2021 Política
Compartilhar
Lula em encontro com indígenas (Foto: Ricardo Sturcket)

Por Julia Chaib, da Folhapress

BRASÍLIA, DF – O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou nesta sexta-feira (8) que não foi aos últimos protestos de rua organizados pela oposição a Jair Bolsonaro e por questões sanitárias e para evitar transformá-los em “atos políticos”.

O petista disse que ainda não decidiu se participará da próxima manifestação organizada pela esquerda, marcada para 15 de novembro, mas admitiu a possibilidade de ir ao protesto caso não esteja em viagens internacionais marcadas para a mesma data.

Em entrevista em Brasília, o ex-presidente também mudou o tom de sua fala com relação ao tema da regulação da mídia e afirmou que este é um assunto de responsabilidade do Congresso Nacional e dos partidos, e não do presidente da República.

Antes, nas últimas declarações, o petista defendia a regulamentação sem tentar se distanciar do assunto, como fez nesta sexta-feira.

“O que se propõe é que em algum momento da história do Congresso Nacional este tema possa ser debatido. É um tema do Congresso”, disse. “Em algum momento os partidos vão debater. O que ninguém pode é ter medo de um debate sobre isso”, afirmou Lula nesta sexta.

A mudança no tom atende a apelos que o petista ouviu em conversas com aliados nesta semana, que pediram a ele que evitasse adotar a regulação da mídia como um mote de sua campanha eleitoral.

Lula voltou a dizer que só decidirá se será candidato à Presidência no início do ano que vem, mas afirmou que montará um conselho de desenvolvimento econômico e social, com a participação de “empresários, negros, todo mundo”, para debater temas afeitos à campanha.

Durante a entrevista, o petista criticou Bolsonaro, o chamou de “maluco beleza”, “biruta de aeroporto”, e rebateu ilações de parlamentares segundo os quais o o PT não defenderia verdadeiramente o impeachment porque Lula gostaria de manter a polarização e enfrentar Jair Bolsonaro no segundo turno, o que seria eleitoralmente melhor para ele.

“Dizer que o PT é contra o impeachment é de uma insanidade.. a pessoa que fala que o PT é contra o impeachment poderia perguntar porque o [Arthur] Lira [presidente da Câmara] não coloca em votação (…) O presidente poderia colocar um dos pedidos em votação”, defendeu o ex-presidente.

Apesar das declarações, Lula não participou até hoje de atos de oposição organizados para defender o afastamento de Bolsonaro e afirmou que ainda não decidiu se vai ao próximo ato que está sendo organizado para o dia 15 de novembro.

O ex-presidente justificou a ausência com o argumento de que não quer contaminar os protestos.

“Não fui aos atos primeiro por uma questão de responsabilidade. Não queria e não vou contribuir para transformar os atos em atos políticos. Porque a hora que eu subir no caminhão, subirá no caminhão o primeiro colocado nas pesquisas e que pode vencer a eleição em primeiro turno”, disse.

“Uma coisa é subir no caminhão quem tem 2% dos votos. Outra coisa é subir no caminhão quem tem 45%, 49%, depende das pesquisas, das intenções de voto. Então, eu tenho essa responsabilidade, porque quando eu subir no caminhão, é para não descer mais.”

Lula ainda justificou a ausência nos atos por recomendação de ex-ministros da Saúde que dizem que ele faz parte do grupo de risco por ter 75 anos e só deve ir “houver segurança científica”.

Na entrevista, o petista adotou tom moderado, disse que a Lava Jato é um assunto que ficará para trás e que quer focar no debate sobre a reconstrução do país.

O ex-presidente afirmou que Bolsonaro é incompetente ao governador o país por não conseguir controlar a alta dos preços dos produtos e da gasolina e defendeu a interferência na política de preços da Petrobras.

“Vou te dizer e repetir que o Brasil é autossuficiente em Petróleo, tem refinarias qualificadas. Começamos a privatizar nossas refinarias e estamos comprando combustível dos EUA. O que está acontecendo é que a Petrobras tem uma direção mais importante que o presidente da República. Não vejo nenhum sentido em querer agradar acionista minoritário americanos e não querer agradar consumidor majoritário brasileiro.”

Na entrevista, Lula ainda afirmou que os acordos internacionais sobre meio ambiente eram respeitados por ele e colocavam o Brasil com boa reputação no cenário internacional até “o maluco beleza” assumir o governo, em referência a Bolsonaro.

O ex-presidente ainda elogiou o ex-ministro da Fazenda Henrique Meirelles, hoje secretário do governo de João Doria (São Paulo), com quem conversa eventualmente. Disse também que não responderá às críticas feitas pelo ex-aliado Ciro Gomes, pre-candidato à Presidência da República pelo PDT.

A entrevista de Lula ocorreu ao final de uma semana em que o petista teve uma série de encontros políticos em Brasília.

Entre as reuniões, na quarta (6), o ex-presidente teve um jantar na casa do ex-senador Eunício Oliveira (MDB), que acabou esvaziado. Caciques do partido que haviam sido convidados para o encontro, como os senadores Eduardo Braga (AM) e Renan Calheiros (AL), o ex-presidente José Sarney e o governador Ibaneis Rocha (Distrito Federal) não compareceram.

Na ocasião, Lula fez avaliações do cenário nacional, mostrou-se otimista e foi aconselhado a adotar tom moderado na campanha.

Antes disso, o ex-presidente encontrou-se com as direções do PSB, do PC do B, do PSOL e do Solidariedade. Reuniu-se também com o presidente do PSD, Gilberto Kassab.

Nesta sexta, o petista reuniu-se com militantes que defenderam sua inocência nas acusações da Lava Jato.

Quem esteve com Lula diz que o mandatário está otimista com relação às eleições. A mais recente pesquisa Datafolha mostrou que a corrida presidencial está estagnada, com Lula mantendo larga vantagem sobre Bolsonaro na dianteira da disputa.

Comparado ao último levantamento, Lula oscilou de 46% para 44% e Bolsonaro, de 25% para 26%, numa hipótese em que o candidato tucano é João Doria (SP), que passou de 5% para 4%.

Nesse cenário, Ciro Gomes (PDT) segue em terceiro (de 8% para 9%), tudo dentro da margem de erro.

O petista foi de 46% para 42%, e Bolsonaro se manteve em 25%, na simulação em que o nome do PSDB é Eduardo Leite (RS) –que oscilou de 3% para 4%. A diferença no cenário com o gaúcho é que Ciro Gomes (PDT) pulou de 9% para 12%.

Notícias relacionadas

TSE manda Nikolas apagar vídeo em que associa Lula à violência contra crianças

Juíza nega direito de resposta a Alberto Neto por vídeo sobre violência doméstica

‘Há um inequívoco viés político-eleitoral’, diz Gilmar sobre vazamentos de investigação

Lula defende participação da sociedade na escolha de ministro do STF

Só 7 estados adotam proibição da venda de bebida alcoólica nas eleições

Assuntos Jair Bolsonaro, Luiz Inácio Lula da Silva, Protestos, PT
Redação 8 de outubro de 2021
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Deputado Nikolas Ferreira (PL) se refere a Daniel Vorcaro como ‘Dani’ (Foto: Pablo Valadares/Agência Câmara)
Política

TSE manda Nikolas apagar vídeo em que associa Lula à violência contra crianças

30 de setembro de 2026
Política

Lula defende participação da sociedade na escolha de ministro do STF

30 de setembro de 2026
Flávio Bolsonaro cita eleição na Venezuela para duvidar do sistema eleitoral no Brasil (Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado)
Política

Flávio Bolsonaro tem maior rejeição para a Presidência: 51%

30 de setembro de 2026
Lula mantém vantagem sobre Flávio Bolsonaro em sondagens sobre intenção de voto (Fotos: Ricardo Stuckert/PR e Saulo Cruz/Agência Senado
Política

Lula obteve 39% e Flávio Bolsonaro 34% em pesquisa Indexa/Broadcast

30 de setembro de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?