O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Dia a Dia

Maioria das ações judiciais relacionadas à pandemia no Amazonas é sobre inclusão indevida de nomes no SPC

6 de abril de 2021 Dia a Dia
Compartilhar
(Foto: Marcos Santos/USP Imagens)
No Amazonas, maioria dos processos abertos na pandemia contestam inclusão de nomes em cadastro de negativados (Foto: Marcos Santos/USP Imagens)
Por Felipe Campinas, da Redação

MANAUS – Maioria das ações judiciais relacionadas à pandemia de Covid-19 no Amazonas foram motivadas pela inclusão indevida em cadastro de inadimplentes, segundo dados do TJAM (Tribunal de Justiça do Amazonas). De 6.906 processos abertos no último ano, 2.549 contestam a inclusão do nome no SPC e Serasa.

O Painel de Ações Covid-19 também aponta que 638 ações judiciais estão relacionadas a práticas abusivas, que são situações que envolvem, por exemplo, a venda casada, envio de produto não solicitado e cobranças abusivas de dívidas. Além disso, 597 processos cobram indenização por dano material.

Na lista aparecem 497 demandas identificadas apenas como “Covid-19”, em que estão incluídos os pedidos de transferências de pacientes graves de Covid-19 em razão da falta de leitos de UTI (Unidade de Terapia Intensiva) em hospitais do interior do Amazonas.

Outros processos estão relacionados a repetição de indébito (281), obrigação de fazer/não fazer (240), perdas e danos (221) e indenização por dano moral (140), competência dos Juizados Especiais (129), prestação de serviços (120), cobrança indevida de ligações (110) e empréstimo consignado (103). Veja a situação das ações:

38,4% dos processos relacionados à pandemia já foram julgados; dados consultados em 6 de abril de 2021 (Fonte: TJAM)

De acordo com o SPC Brasil, em abril do ano passado, o total de consumidores negativados chegou a 62,83 milhões, o equivalente a 40,01% da população adulta do país. Naquele mês, as inadimplências no setor de água e luz cresceram 18% a nível nacional.

Direito do consumidor

O advogado Lucas Obando de Oliveira explica que as empresas podem negativar o nome do cliente em caso de inadimplência, mas o Código de Defesa do Consumidor (Lei Federal nº 8.078/1990) não estabelece um prazo mínimo para que o credor esteja autorizado a incluir o nome do inadimplente na lista de restrição.

“Caso a restrição seja indevida, o consumidor pode entrar com uma ação para obrigar a empresa a retirar o seu nome dos órgãos de restrição ao crédito, além de pedir danos morais. Caso tenha pago uma cobrança indevida, pode pedir a restituição em dobro e danos morais”, afirmou Obando.

Ainda de acordo com o advogado, nos casos de menor complexidade, o consumidor pode entrar no Juizado Especial Cível, podendo pedir indenização de até 40 salários mínimos, que equivale a R$ 44 mil, considerando o salário mínimo de R$ 1.100 em 2021. O valor da indenização é definido pelo juiz.

Sobre a venda casada, Obando afirma que as práticas mais comuns são os seguros. O advogado explica que uma empresa não pode vincular a compra de um produto condicionado a compra de outro e cita como exemplo os empréstimos ou financiamentos bancários condicionados a seguro.

“Outro exemplo é vincular a venda de um determinado produto com a garantia estendida. As empresas podem oferecer pacotes de seguros e garantia estendida, no entanto, o poder de escolha é do consumidor e não é algo que pode ser condicionado”, afirma Obando.

Notícias relacionadas

Seca na Amazônia atingiu 38% das áreas habitadas no último El Niño

Ministro defende tratar bets como problema de saúde pública

Wilson Lima relata atentado contra equipe da campanha dele em Manaus

Estudo identifica risco do uso de água subterrânea em Manaus

Projeto vai preparar ribeirinhos no AM para enfrentar efeitos do El Niño

Assuntos Covid-19, crédito, manchete, negativados, pandemia
Felipe Campinas 6 de abril de 2021
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

A seca no Amazonas teve influência do El Niño. Marina do David, na zona oeste de Manaus (Foto: Rafa Neddermeyer/ABr)
Dia a Dia

Seca na Amazônia atingiu 38% das áreas habitadas no último El Niño

4 de setembro de 2026
Wilson Lima
Política

Wilson Lima relata atentado contra equipe da campanha dele em Manaus

4 de setembro de 2026
Dia a Dia

Agentes devem usar câmeras no peito na fiscalização de trânsito no AM

3 de setembro de 2026
Guardas municipais durante abordagens em transportes coletivos (Foto: Divulgação / Semseg)
Dia a Dia

MPF alerta: PEC da Segurança põe direitos individuais em risco

3 de setembro de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?