O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Dia a Dia

Pacientes graves de Covid-19 retardam ida ao hospital com medo da intubação

6 de fevereiro de 2021 Dia a Dia
Compartilhar
leitos
Médicos relatam que pacientes chegam ao hospital com os pulmões comprometidos, o que dificulta o tratamento (Foto: Diego Peres/Secom)
Por Cláudia Collucci, da Folhapress

SÃO PAULO – Doentes de Covid-19 têm postergado a ida ao hospital com medo da intubação, agravando o estado clínico. Muitos estão usando oxigênio em casa, prática arriscada porque a doença pode apresentar piora repentina.

O alerta é da Amib (Associação de Medicina Intensiva Brasileira), que divulgou na quinta-feira, 4, uma nota em que diz ser alarmante o número crescente de pacientes chegando aos hospitais com quadros avançados de insuficiência respiratória.

Embora ainda não haja informações consolidadas sobre essa alta, a associação afirma que tem observado casos de pacientes com Covid-19 tratados em casa com estratégias apropriadas somente no ambiente hospitalar, como o uso de concentradores de oxigênio.

Segundo a Amib, a única forma segura e eficiente de conduzir pacientes com sinais de insuficiência respiratória é por meio da internação hospitalar e técnicas de suportes respiratórias invasivas (intubação) ou não invasivas (máscaras de oxigênio).

É o caso da aposentada Maria (nome fictício), 63, de Barretos. Após apresentar sintomas de Covid, se consultou com um pneumologista particular e recebeu indicação de internação. Mas, como medo de ser intubada, ela se recusou a ir para o hospital. Como opção, o médico prescreveu o uso de oxigênio em casa, com monitoramento por meio do oxímetro (aparelho que mede a saturação de oxigênio do sangue), além de anticoagulante e antibiótico.

No sábado (30), a falta de ar aumentou muito, a saturação de oxigênio chegou a 75% e ela foi convencida pelo filho a ir para o hospital. Chegou em estado grave, foi imediatamente intubada e segue internada na UTI.

O caso de Maria também ilustra uma outra mudança nessa segunda onda da pandemia em relação à procedência do paciente com necessidade de intubação. Antes, a maioria já estava internada quando ocorria uma piora do estado clínico, a ida para a UTI e a indicação de ventilação mecânica invasiva.

Agora, há muitos relatos de pacientes indo direto do pronto-socorro para a UTI e sendo intubados, segundo o médico intensivista Ederlon Rezende, do conselho consultivo da Amib.

No Hospital do Servidor Estadual (SP), por exemplo, 70% dos pacientes com indicação de intubação já vêm direto do PS. “É um forte indicativo de que os pacientes estão chegando mais graves”, diz Rezende.

Outras instituições pelo país registram situações parecidas.

No Hospital do Amor Nossa Senhora, em Barretos (SP), a gravidade com que os pacientes têm chegado nos últimos dias preocupou a equipe médica, diz Cristina Prata Amendola, diretora médica do hospital.

Em comum, muitos desses pacientes tentavam se tratar em casa. “Tanto com o kit Covid quanto com anticoagulantes. Tivemos uns cinco ou seis casos de pacientes que também estavam usando aqueles torpedinhos de oxigênio em casa”, afirma ela.

No Hospital Regional do Baixo Amazonas, em Santarém (PA), a percepção dos intensivistas é a mesma dos colegas de SP.

“As pessoas estão confundindo as coisas. Como o cara mais grave é intubado, elas acham que não tem que intubar porque senão o cara vai morrer. Aí fica aquele pânico”, conta Antonio Carlos Alves da Silva, coordenador da UTI do hospital.

Silva também observa a chegada crescente de pacientes mais graves, agora cada vez mais jovens, entre 20 e 40 anos, o que não era observado na primeira onda da Covid.

O médico diz que, além do aluguel de cilindros de oxigênio, há pacientes questionando se podem comprar ventiladores mecânicos não invasivos para deixar em casa por precaução.

A necessidade de oxigênio indica maior gravidade da doença, e isso é critério para internação, segundo Cristina Amendola. Pacientes mais graves de Covid-19 podem sofrer danos nos tecidos do pulmão, levando à insuficiência respiratória aguda. Se os pulmões não conseguem fornecer oxigênio para o corpo ou não eliminam o dióxido de carbono adequadamente, a intubação é a única terapia indicada.

“A gente tem visto com frequência essas situações. Pacientes protelando atendimento hospitalar por medo e quando chegam ao hospital estão com um estado clínico muito comprometido”, diz Felipe Bittencourt, médico intensivista do Hospital Guadalupe, em Belém (PA).

Segundo ele, a situação ocorre, inclusive, entre pacientes mais esclarecidos, com familiares da área da saúde e com acesso a médicos particulares. “Eles criam um suporte hospitalar dentro do domicílio, com medicações que a gente geralmente usa nos hospitais, como os anticoagulantes, e adquirem cilindros de oxigênio.”

Bittencourt fala com conhecimento de causa. A mulher, que também é médica, foi infectada no ano passado, chegou a apresentar saturação de 83% e resistiu em ser internada. “Fizemos tratamento em casa, com altas doses de corticoides, antibiótico e comprei um cilindro de oxigênio. Foi difícil, mas deu certo.”

No caso da região Norte, Bittencourt acredita que muito do comportamento também possa estar relacionado ao colapso da rede de saúde ocorrido no ano passado, que levou à falta de leitos de internação.

Segundo estudo publicado na revista científica The Lancet Respiratory Medicine, a alta mortalidade de pacientes internados com Covid-19 tem sido agravada pelas disparidades regionais de leitos e de recursos existentes no sistema de saúde.

Apesar de o Norte e o Nordeste terem populações mais jovens, os desfechos foram piores, com mais doentes necessitando de internação em UTI e ventilação invasiva. Entre os pacientes intubados com menos de 60 anos, a mortalidade foi de 77% no Nordeste em comparação com 55% no Sul.

Para a médica Cristina Amendola, embora a intubação esteja associada a uma maior taxa de mortalidade, as pessoas precisam entender que é a gravidade da doença –e não o procedimento em si– que vai causar mais mortes.

Segundo ela, muitos pacientes e familiares já chegam ao hospital com o discurso de que não querem a intubação. Só depois de muito diálogo e quando o paciente não aguenta mais a falta de ar é que ele acaba cedendo e concordando. “Eu não me lembro de ter vivido situação semelhante na UTI antes.”

Ao mesmo tempo, a médica lembra que quase 40% dos pacientes graves precisam fazer hemodiálise, também associada a uma maior mortalidade, porém, o procedimento não desperta o mesmo medo. “Ninguém nunca me falou que não queria fazer diálise.”

No caso de o paciente ou a família optar pela não-intubação, a equipe avalia critérios como a idade e as comorbidades, Se for uma pessoa muito idosa com doenças prévias, a equipe respeita a decisão e oferece cuidados paliativos.

Mas se o doente não se enquadra nesses critérios, a decisão de intubar pode acontecer mesmo à revelia da vontade do paciente porque é a sua única chance de sobrevivência.

“A gente dá um sedativo, ele relaxa e fazemos o procedimento. É muito ruim ter que ser assim, mas se a gente fala: ‘vou te intubar’, o cara entra em pânico, o que piora ainda mais a oxigenação”, diz o intensivista Antonio Silva, de Santarém.

Uma tentativa de lidar com essas questões éticas, tem sido mudar a forma de se comunicar. Em vez de usar a palavra intubação, a equipe explica ao paciente vai que sedá-lo para “repousar” o pulmão.

Dos 44 pacientes internados na UTI que Silva coordena, 37 estavam intubados na última terça (2). Nos boletins diários que ele passa aos familiares dos pacientes pelo telefone, a extubação é sempre a primeira pergunta: “Doutor, quando vai tirar o tubo?”

Notícias relacionadas

Prefeito anuncia mudança em agência para fiscalizar serviço de água em Manaus

Bombeiros encerram buscas por cinco desaparecidos em naufrágio em Manaus

Desembargador manda paralisar obra de ponte de R$ 125 milhões no AM

Homem é condenado a 57 anos de prisão e a pagar R$ 60 mil por estupro de crianças

Juiz anula trecho de portaria que proibia delegado de conceder entrevista

Assuntos Covid-19, destaque, internação, intubação, tratamento em casa
Valmir Lima 6 de fevereiro de 2021
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Prefeito de Manaus, Renato Junior (Imagem: Reprodução/Facebook)
Dia a Dia

Prefeito anuncia mudança em agência para fiscalizar serviço de água em Manaus

8 de julho de 2026
O Corpo de Bombeiros do Amazonas encerrou a operação de buscas pelos cinco desaparecidos no naufrágio da lancha Lima de Abreu XV (Foto: WhatsApp/Reprodução)
Dia a Dia

Bombeiros encerram buscas por cinco desaparecidos em naufrágio em Manaus

8 de julho de 2026
Dia a Dia

Juiz anula trecho de portaria que proibia delegado de conceder entrevista

8 de julho de 2026
Um homicídio é considerado esclarecido quando resulta em denúncia criminal (Foto: Pelegrine Neto/SSP-AM)
Dia a Dia

Amazonas é o 13º estado em solução de homicídios, mostra estudo

8 de julho de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?